O novo prazo de inscrição é dia 16 de outubro. Os candidatos devem conferir as retificações dos editais na plataforma oficial antes de realizar a inscrição
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NotíciasNotícias SBI e Federadas
SBI divulga o Simpósio Internacional de Higiene Ambiental em Serviços de Saúde
Realizado em Brasília, o evento abordou novas evidências contra a resistência microbiana e a segurança do paciente. O curso completo está disponível gratuitamente no YouTube
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NotíciasNotícias SBI e Federadas
Nova Portaria de Hemoterapia: atualizações nas regras para bancos de sangue
A Portaria GM/MS nº 11.685/2026 já está em vigor e traz mudanças importantes na triagem de infecções e seleção de doadores
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DestaqueBJIDNotíciasNotícias SBI e FederadasPrimário
SBI anuncia auxílio para custeio de publicação de artigos científicos na BJID
Iniciativa visa valorizar a produção científica dos associados adimplentes e fortalecer a Brazilian Journal of Infectious Diseases (BJID) como referência em Infectologia
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A infecção pode evoluir para um quadro fatal em apenas 24 horas. Entenda como identificar os sintomas, a urgência do socorro e o papel da vacinação
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NotíciasNotícias SBI e Federadas
SBI apoia a XXVIII Jornada Nacional de Imunizações da SBIm e garante condições especiais aos associados
Evento acontece presencialmente em outubro, no Rio de Janeiro, e membros da SBI contam com valores de inscrição equivalentes aos da entidade organizadora
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Por Lucy Cavalcanti Ramos Vasconcelos,Antônio Sérgio Mathias eHenrique Bulgarelli Dora Durante boa parte do século XX, a poliomielite esteve entre as doenças infectocontagiosas mais temidas pela saúde pública. A infecção pelo poliovírus era capaz de deixar crianças com paralisia permanente e, nos casos mais graves, comprometer a respiração. Não havia um tratamento padronizado capaz de frear o curso natural da doença. Dessa forma, a busca por formas de prevenção tornou-se uma das prioridades da comunidade científica à época. Albert Bruce Sabin nasceu em 1906, em Białystok, na atual Polônia. Em 1921, sua família mudou-se para os Estados Unidos para fugir da perseguição aos judeus. Anos depois, Sabin formou-se em Medicina pela Universidade de Nova York, em 1931, e começou a estudar a poliomielite por incentivo de seu mentor, William Hallock Park, dedicando décadas à pesquisa que mudaria o curso de sua carreira e da saúde pública. Como Sabin chegou à vacina oral A contribuição de Sabin começou antes da criação da vacina. Seus estudos ajudaram a esclarecer aspectos da infecção pelo poliovírus, que se multiplica no intestino, e o papel da transmissão fecal-oral em sua cadeia de disseminação. Essa compreensão orientou sua pesquisa: uma vacina administrada por via oral poderia induzir imunidade intestinal no principal local de replicação do vírus. Sabin, contudo, não foi o criador da primeira vacina contra a poliomielite. Em 1955, Jonas Salk já havia desenvolvido uma vacina inativada e injetável, capaz de proteger contra as formas paralíticas da doença. A pesquisa de vacinas vivas atenuadas também vinha sendo desenvolvida por outros grupos. Sabin seguiu esse caminho no Hospital Infantil de Cincinnati, trabalhando com poliovírus vivos atenuados, isto é, enfraquecidos, para desenvolver uma vacina administrada por via oral que, além de proteger a pessoa vacinada, produzisse uma resposta imune no intestino e contribuísse para reduzir a transmissão do vírus. O desenvolvimento não foi imediato. Após os estudos iniciais, a vacina precisou ser avaliada em grandes populações. Sabin colaborou com o virologista Mikhail Chumakov na União Soviética, onde foram realizados estudos que envolveram milhares e, posteriormente, milhões de crianças. Também foram conduzidos estudos na Tchecoslováquia. Avaliações internacionais contribuíram para a confirmação dos resultados. A vacina oral passou a ser utilizada em larga escala no início da década de 1960, tornando-se uma das principais ferramentas de combate à poliomielite. Por que as gotinhas mudaram as campanhas? A contribuição de Sabin começou antes da criação da vacina. Seus estudos ajudaram a esclarecer aspectos da infecção pelo poliovírus, que se multiplica no intestino, e o papel da transmissão fecal-oral em sua cadeia de disseminação. Essa compreensão orientou sua pesquisa: uma vacina administrada por via oral poderia induzir imunidade intestinal no principal local de replicação do vírus. Sabin, contudo, não foi o criador da primeira vacina contra a poliomielite. Em 1955, Jonas Salk já havia desenvolvido uma vacina inativada e injetável, capaz de proteger contra as formas paralíticas da doença. A pesquisa de vacinas vivas atenuadas também vinha sendo desenvolvida por outros grupos. Sabin seguiu esse caminho no Hospital Infantil de Cincinnati, trabalhando com poliovírus vivos atenuados, isto é, enfraquecidos, para desenvolver uma vacina administrada por via oral que, além de proteger a pessoa vacinada, produzisse uma resposta imune no intestino e contribuísse para reduzir a transmissão do vírus. O desenvolvimento não foi imediato. Após os estudos iniciais, a vacina precisou ser avaliada em grandes populações. Sabin colaborou com o virologista Mikhail Chumakov na União Soviética, onde foram realizados estudos que envolveram milhares e, posteriormente, milhões de crianças. Também foram conduzidos estudos na Tchecoslováquia. Avaliações internacionais contribuíram para a confirmação dos resultados. A vacina oral passou a ser utilizada em larga escala …
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Conheça as novas orientações: proteção contra o sarampo para pacientes transplantados
A SBI e a ABTO publicam diretrizes essenciais para resguardar receptores de órgãos sólidos e de células hematopoiéticas, alertando para o papel fundamental dos familiares na prevenção
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I Simpósio Einstein de Infectologia e Controle de Infecção ocorrerá em outubro
Evento presencial reunirá especialistas em São Paulo para debater melhores práticas, manejo de microrganismos multirresistentes e novas abordagens terapêuticas
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Ferramenta desenvolvida pela Softaliza centraliza serviços, facilita a comunicação e já está disponível para download gratuito em dispositivos iOS e Android
