Por Eduardo Alexandrino Medeiros* A trajetória de Ignaz Semmelweis é um dos episódios mais instigantes da história da medicina. Isso se deve ao impacto direto das suas observações e da aplicação do conhecimento na redução da mortalidade materna. Sua trajetória também representa os conflitos entre a evidência empírica e a aceitação científica em uma época de conhecimento limitado sobre microrganismos. Para os profissionais de saúde, sua história é um alicerce conceitual fundamental para as práticas de prevenção de infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS) e para o enfrentamento da resistência antimicrobiana. Semmelweis nasceu em 1818, em Buda, parte ocidental da atual Budapeste, Hungria, à época parte do Império Austro-Húngaro. Professor de medicina, atuou em um período em que predominava a teoria dos miasmas, segundo a qual vapores nocivos derivados de matéria orgânica propagavam doenças. Na verdade, faltava compreender que os microrganismos presentes em grande quantidade na matéria orgânica em decomposição eram os causadores das doenças, o que foi reconhecido nos anos seguintes. Em 1846, Semmelweis assumiu a direção da maternidade do Hospital Central de Viena, uma das instituições mais prestigiadas da Europa. Ele observou alta letalidade por febre puerperal, especialmente na Primeira Clínica do hospital, onde estudantes e médicos realizavam autópsias antes de atender às parturientes. Já na Segunda Clínica, as parteiras realizavam os atendimentos e registravam taxas de mortalidade significativamente menores. Ele relatou que mulheres desesperadas imploravam para evitar a Primeira Clínica; algumas preferiam dar à luz nas ruas, fingindo um parto súbito a caminho do hospital, em episódios conhecidos como nascimentos de rua. Uma ocorrência apoia sua hipótese. Um colega que havia sofrido um corte de bisturi na sala de necrópsia morreu devido a um quadro clínico semelhante ao das parturientes. Semmelweis concluiu que a febre puerperal era séptica e transmissível. A análise minuciosa das diferenças de mortalidade entre a Primeira e a Segunda Clínica do hospital levou Semmelweis a formular uma hipótese. Ele sugeriu que “partículas cadavéricas” eram transmitidas das mãos de médicos e estudantes às pacientes durante o exame obstétrico. Lembrando que, à época, não se conheciam microrganismos como causa de infecções. Assim, ele implementou, em meados de maio de 1847, a obrigatoriedade da lavagem das mãos com solução de hipoclorito de cálcio, antes do contato com as pacientes. Após a implantação desta medida, houve uma queda brusca e sustentada na letalidade por febre puerperal. A mortalidade caiu de cerca de 18% para entre 1% e 2%. Foi uma intervenção com efeito causal relevante e replicável. Apesar da força dos dados, a proposta de higienização das mãos enfrentou forte resistência por parte dos médicos. As ideias de Semmelweis foram rejeitadas porque contrariavam as opiniões científicas e médicas da época e também, ele não apresentou explicação científica aceita para suas descobertas. A rejeição dos médicos pode ser compreendida como resultado de diversos fatores. Primeiro, faltava uma base teórica para explicar o fato, pois não se conhecia o papel dos microrganismos como agentes etiológicos das doenças. Além disso, afirmar que os médicos eram responsáveis pelas mortes gerava mal-estar e resistência, desafiando as hierarquias estabelecidas. Semmelweis também demorou a publicar seus achados de forma estruturada, devido às limitações na sistematização e na comunicação científica. Isso contribuiu para a baixa difusão de suas ideias. Ele publicou seu livro Etiologia, Conceito e Profilaxia da Febre Puerperal, em 1861, 14 anos após as primeiras descobertas. A contribuição de Semmelweis, ao destacar a importância da higiene das mãos na prevenção de IRAS, permanece fundamental até hoje. Esse princípio é reafirmado pela Organização Mundial da Saúde na estratégia dos “Cinco Momentos para a Higiene das Mãos”, que evidencia que a principal via …
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A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) comunicou a prorrogação das inscrições para os seus exames de titulação. Médicos interessados têm até às 17h (horário de Brasília) de hoje, 30 de abril, para concluir o processo. A decisão foi formalizada pela Comissão Executiva de Titulações da SBP e a errata com os detalhes do cronograma está disponível no portal da instituição. O papel da SBP Fundada em 1910, a SBP é uma das mais antigas associações de especialidades médicas do país. A entidade atua como a principal voz na defesa da saúde da criança e do adolescente, sua atuação abrange desde a educação continuada até a elaboração de políticas públicas. Como se inscrever A inscrição deve ser feita pelo site oficial. É importante que os candidatos confiram a errata publicada para garantir o cumprimento de todos os pré-requisitos. Link para editais e inscrições: Página de Concursos de Títulos – SBP
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Notícias da Infectologia
Hesitação vacinal ainda desafia o controle de doenças mesmo com recuperação da cobertura vacinal no Brasil
Semana Mundial de Imunização reforça importância da confiança na ciência diante da desinformação e do risco de reintrodução de doenças preveníveis A recuperação gradual das coberturas vacinais no Brasil representa um avanço importante para a saúde pública. No entanto, especialistas alertam que a hesitação vacinal ainda permanece como um desafio relevante para o controle de doenças imunopreveníveis. Durante a Semana Mundial de Imunização de 2026, o debate sobre a importância da vacinação ganha destaque em meio a um cenário que combina retomada dos índices de imunização, circulação de desinformação e preocupação com o retorno de doenças anteriormente controladas. Após anos de queda nas taxas de vacinação, dados recentes do Ministério da Saúde indicam melhora nos indicadores nacionais, especialmente entre as vacinas infantis. Apesar desse avanço, ainda há desigualdade entre municípios e dificuldades para alcançar as metas de cobertura recomendadas. Cobertura vacinal continua sendo uma das principais estratégias de prevenção A vacinação é considerada uma das medidas mais eficazes para prevenção de doenças infecciosas ao longo da vida. Além da proteção individual, as vacinas contribuem para a imunidade coletiva, reduzindo a circulação de agentes infecciosos e protegendo grupos mais vulneráveis. O Brasil possui um dos maiores programas públicos de imunização do mundo, por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI), que oferece gratuitamente vacinas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Atualmente, o PNI disponibiliza dezenas de imunobiológicos voltados à prevenção de doenças como poliomielite, sarampo, hepatites virais, meningites, febre amarela e influenza. Ao longo das últimas décadas, a vacinação foi decisiva para a eliminação da varíola e para o controle da poliomielite no país, além da redução expressiva de hospitalizações e mortes relacionadas a doenças infecciosas. Hesitação vacinal permanece como barreira no controle de doenças Mesmo com ampla disponibilidade de vacinas, a hesitação vacinal ainda interfere na adesão da população às campanhas de imunização. O fenômeno é multifatorial e envolve dúvidas sobre segurança, percepção reduzida de risco das doenças, baixa confiança institucional e, principalmente, circulação de informações falsas em redes sociais e ambientes digitais. Segundo pesquisas sobre comportamento vacinal no Brasil, parte da população já relatou receio em relação à vacinação após contato com conteúdos negativos ou desinformação. A queda nas coberturas vacinais registrada nos últimos anos reforçou o alerta para possíveis impactos epidemiológicos. Em alguns períodos recentes, determinadas vacinas infantis chegaram a registrar coberturas abaixo do recomendado, aumentando o risco de reintrodução de doenças preveníveis. Cobertura vacinal mostra sinais de recuperação Dados recentes do Ministério da Saúde apontam melhora progressiva nos indicadores de imunização infantil. Entre os principais avanços observados: Apesar dos avanços, especialistas destacam que a recuperação ainda não é homogênea em todo o território nacional e que parte das vacinas segue abaixo das metas ideais. Estratégias de conscientização e compromisso coletivo Entre as estratégias adotadas pelo sistema público de saúde, destaca-se o microplanejamento, modelo que integra ações entre equipes de imunização e atenção primária. A proposta inclui análise territorial, identificação de grupos com baixa cobertura, busca ativa de não vacinados e organização local das campanhas. Além das ações operacionais, especialistas reforçam a importância da comunicação em saúde como ferramenta para combater a desinformação e fortalecer a confiança da população nas vacinas. A ampliação das coberturas vacinais depende de um esforço coletivo envolvendo profissionais de saúde, gestores públicos, escolas, famílias e meios de comunicação. Fortalecer a confiança na ciência, ampliar o acesso à informação qualificada e manter campanhas permanentes de conscientização são medidas fundamentais para reduzir o risco de retorno de doenças preveníveis. Referências BRASIL. Ministério da Saúde. Programa Nacional de Imunizações (PNI). Brasília, DF: Ministério da Saúde, [2026].BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente. …
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Notícias SBI e Federadas
Brasília sediará o MEDTROP 2026, um dos principais congressos brasileiros sobre doenças infecciosas e tropicais
Congresso reunirá especialistas, pesquisadores e profissionais da saúde em Brasília para discutir os principais desafios das doenças infecciosas e tropicais sob a perspectiva do Sul Global O MEDTROP 2026 já está com inscrições abertas e reunirá profissionais da saúde, pesquisadores, estudantes e gestores para discutir avanços científicos, desafios epidemiológicos e estratégias de enfrentamento das doenças infecciosas e tropicais. Considerado um dos principais encontros nacionais da área, o congresso promove integração entre diferentes especialidades e fomenta o debate sobre saúde pública em contextos tropicais. Promovido pela Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, o evento acontecerá entre os dias 16 e 19 de agosto de 2026, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. Nesta edição, o tema central será “Saúde nos trópicos: uma visão integradora sob a perspectiva do Sul Global”, propondo discussões sobre desigualdades em saúde, vigilância epidemiológica, inovação científica e desafios regionais relacionados às doenças tropicais. O congresso é reconhecido por reunir especialistas em infectologia, parasitologia, microbiologia, saúde coletiva e áreas correlatas, promovendo debates que abrangem desde arboviroses e doenças negligenciadas até resistência antimicrobiana, mudanças climáticas e emergências sanitárias. Além da programação científica, o MEDTROP também incentiva a participação coletiva por meio de inscrições em grupo, modalidade que favorece a participação coletiva e a troca de experiências entre profissionais. Os descontos são progressivos: grupos a partir de 10 pessoas recebem 10% de desconto; com 20 participantes, o benefício chega a 20%; e grupos com 30 inscritos garantem 30% de abatimento. A participação em grupo favorece a troca de experiências entre profissionais que compartilham rotinas assistenciais, linhas de pesquisa e interesses científicos, fortalecendo a construção coletiva do conhecimento e ampliando o impacto das discussões desenvolvidas durante o congresso. Os valores atuais de inscrição permanecem válidos até 30 de abril de 2026. Após essa data, o evento entrará em uma nova fase de preços. Mais informações sobre programação, regras de inscrição e detalhes do congresso estão disponíveis no site oficial do evento.Informações e inscrições: https://www.medtrop2026.com.br/medtrop2026.
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Notícias SBI e Federadas
SBI lança campanha “A Presença da Infectologia no Brasil” para mapear e fortalecer a especialidade nos territórios
A Sociedade Brasileira de Infectologia acaba de lançar a campanha “A presença da Infectologia no Brasil”, a iniciativa busca compreender a realidade da especialidade além dos grandes centros, entendendo que defender a categoria exige identificar onde o infectologista está presente e onde sua atuação é mais urgente. O projeto visa transformar a vivência de cada profissional, das capitais ao interior, como argumento para a agenda de advocacy e de valorização dos infectologistas. As desigualdade territoriais no Brasil e o papel do infectologista frente a isso Os dados da Demografia Médica no Brasil 2025 revelam um cenário que impacta diretamente a saúde pública. Atualmente, contamos com 4.801 infectologistas no país, o que representa uma média nacional de 2,26 especialistas por 100 mil habitantes. No entanto, a distribuição desses profissionais reflete um cenário de grande desigualdade da Infectologia no Brasil: A infectologia é indispensável para o sistema de saúde, atuando não apenas na clínica, como também na vigilância epidemiológica, no controle de infecções hospitalares e na resposta a surtos e pandemias. Eduardo Medeiros, médico infectologista e membro da SBI, alerta que a ausência desses especialistas em certas regiões eleva o risco de diagnósticos tardios e disseminação de doenças. “A distribuição dos infectologistas reflete diretamente a nossa capacidade de resposta a crises sanitárias. Onde esses profissionais não estão, há maior risco”, afirma Medeiros. A feminização e transformação do perfil do infectologista Ao mesmo tempo, a especialidade acompanha mudanças importantes no perfil da medicina brasileira. Somos uma das especialidades que mais reflete a feminização da medicina: a presença feminina saltou de 41% em 2010 para 50,9% em 2025, com projeções de que as mulheres irão representar 56% da força de trabalho até 2035. A infectologia reflete esse movimento, com presença crescente de mulheres e profissionais mais jovens. Próximas iniciativas visando a transformação social O objetivo central é que o dado estatístico deixe de ser apenas um número e se torne uma forma de argumentar para valorizar o infectologista. Com essa campanha, a SBI reforça que escutar os profissionais e entender suas diferentes realidades é um gesto de transparência e defesa da especialidade. Os profissionais podem acessar o site oficial da campanha: A Presença da Infectologia no Brasil e contribuir para o diagnóstico de todo território nacional. Referências SCHEFFER, Mário (coord.). Demografia Médica no Brasil 2025. São Paulo, SP: FMUSP, AMB, 2025. BRASIL. Ministério da Saúde. Usuários de plano de saúde têm mais acesso a cirurgias do que pacientes do SUS, aponta Demografia Médica 2025. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2025.
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Em matéria sobre “Semana de mobilização nas escolas”, o Dr André Bon representou a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), junto ao Hospital Universitário de Brasilía sobre a campanha de vacinação nas escolas. Assista aqui: https://g1.globo.com/jornal-hoje/video/comeca-hoje-a-semana-de-mobilizacao-nas-escolas-14555538.ghtml
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Artigos Memória
Emílio Ribas e a coragem de desafiar consensos na construção da saúde pública brasileira
Por Stefan Cunha Ujvari* A medicina brasileira foi agraciada por uma pequena pitada de sorte. Emílio Ribas, nascido em Pindamonhangaba, buscou ascensão profissional na faculdade de medicina do Rio de Janeiro em 1882. Deveria, como a maioria dos jovens à época, retornar a sua cidade natal e por lá permanecer incógnito em uma clínica privada. Mas não foi o que ocorreu. Ribas era dinâmico, republicano e amante das descobertas médicas que afloravam na Europa. Após emprego como médico na construção da Estrada de Ferro São Paulo – Rio Grande, abraçou o convite para ser inspetor do Serviço Sanitário de São Paulo, em 1896. A instituição criada em 1891 com a República, trouxe a oportunidade para Ribas colocar em prática todas as medidas de higiene inovadoras. Foi nesse serviço que Ribas mostrou originalidade nas suas convicções, e coragem no enfrentamento de vozes contrárias. Percorreu cidades interioranas de São Paulo conforme a necessidade na contenção de epidemias ou surtos. Obedecia às ordens superiores e se impunha aos contrários. Os problemas sanitários eram inúmeros. O estado de São Paulo era rasgado por diversas redes ferroviárias na carona das plantações de café, os trilhos avançavam ao interior distante. Nos vagões dos trens, outro intruso se aproveitava para conquistar o interior: o vírus da febre amarela. As cidades cresciam e se multiplicavam com imigrantes europeus desembarcando a todo momento. Suas vestes e bagagens eram borrifadas com produtos desinfetantes, inúteis às epidemias. Ribas enfrentou os dissidentes de seu trabalho, a começar pelos médicos que discordavam das medidas inovadoras, e se agarravam às antigas teorias. Trabalhava sob críticas constantes. Moradores rejeitavam as inspeções domiciliares e refutavam pareceres de que precisavam realizar reformas ou mudanças de higienização nas suas casas. Desinfecções em moradias e vias públicas ainda eram ridicularizadas. Já nesse período, Ribas mostrou sua intuição de um bom pesquisador. Os surtos de febre amarela não se alteravam com o isolamento de doentes e nem com as desinfecções. Ribas estava desconfiado de outra causa, mas até aquele momento apenas seguia ordens. Mas isso mudaria ao ser convidado para diretor do Serviço Sanitário de São Paulo com apenas 36 anos de idade, em 1898. Isso graças a sua dedicação como inspetor, e ao reconhecimento de sua atuação. Tanto que o convite veio do Presidente do Estado de São Paulo. Ribas dirigiu o Serviço de 1898 a 1917, e aprimorou a saúde pública estadual. Graças a sua visão empreendedora cimentada com seu conhecimento médico, sua atualização através de correspondências com médicos europeus e americanos, além de atualização em revistas especializadas. O Serviço Sanitário seguia os modelos europeus de higienização. Concentrava a atuação de vários braços como laboratório de análises clínicas e bacteriológicas, institutos de farmacologia, e produção de vacinas. O primeiro grande desafio de Ribas foi a chegada da peste bubônica ao porto de Santos em 1899. Nesse episódio, Ribas conviveu com críticas, acusações de incompetência, e novamente mostrou sua coragem e visão de futuro. Ribas confirmou o resultado das análises realizadas por Adolfo Lutz do Instituto Bacteriológico, a epidemia de Santos era causada pela bactéria da temida peste bubônica. Enfrentou jornalistas e a câmara municipal da cidade que desacreditava a conclusão. Tamanha epidemia arruinaria o comércio santista. Novamente, manteve-se firme quando o governo federal chamou o jovem Oswaldo Cruz para validar os resultados. E mais, diante da peste, atuou firmemente na criação do Instituto Butantã. O destemido Ribas ainda realizou estudos no Hospital do Isolamento de São Paulo para convencer vozes médicas contrárias de que os mosquitos transmitiam a febre amarela. Somente assim poderíamos combater o inimigo. Sua convicção vinha de correspondências com médicos estrangeiros e atualização nos trabalhos …
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SAIU NA IMPRENSA: Dengue pode aumentar em 17 vezes o risco de síndrome de Guillain-Barré, aponta estudo da Fiocruz
Em matéria sobre “Dengue pode aumentar em 17 vezes o risco de síndrome de Guillain-Barré, aponta estudo da Fiocruz”, o Dr Paulo Gewehr representou a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) falando sobre estudo conduzido por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Bahia e publicado na revista científica The New England Journal Medicine. Leia aqui: https://www.estadao.com.br/pulsa/medicina-e-estudos/dengue-pode-aumentar-em-17-vezes-o-risco-de-sindrome-de-guillain-barre-aponta-estudo-da-fiocruz-nprm/
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SAIU NA IMPRENSA: Doença rara começa a ganhar resposta estruturada pelo SUS na Amazônia
Em matéria sobre “Doença de Jorge Lobo”, o Dr Klinger Faíco representou a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), falando sobre as condições da doença, formas de transmissão e o padrão de distribuição da doença. Leia aqui; https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2026/04/doenca-rara-comeca-a-ganhar-resposta-estruturada-pelo-sus-na-amazonia.shtml
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SAIU NA IMPRENSA: SP registra morte por febre amarela; veja quem deve se vacinar
Em matéria sobre febre amarela, o Dr César Carranza Tamayo representou a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) explicando sobre a importância da vacinação contra a febre amarela, riscos para a população e imunização. Leia aqui: https://www.estadao.com.br/pulsa/medicina-e-estudos/sp-registra-morte-por-febre-amarela-veja-quem-deve-se-vacinar-nprm/
