Programas de Gerenciamento do Uso de Antimicrobianos ajudam hospitais a reduzir resistência bacteriana, melhorar resultados clínicos e garantir terapias mais seguras
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NotíciasNotícias da Infectologia
Antibiótico não trata gripe: SBI alerta para riscos da automedicação e da resistência bacteriana
Medicamentos indicados para combater bactérias não têm efeito contra vírus respiratórios; entenda por que o uso inadequado contribui para o avanço das superbactérias e saiba quando procurar atendimento médico
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NotíciasNotícias SBI e Federadas
SBI fortalece presença da infectologia no 4º Congresso Brasileiro de Medicina Geral
Participação reforça o papel da infectologia na formação médica e na atualização de profissionais da atenção primária e urgência
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DestaqueNotíciasSaiu na Imprensa
SAIU NA IMPRENSA: Vacinas são estratégia de saúde comprovada e não causam doenças
Em matéria sobre por que as vacinas não aumentam os casos de doenças, a Dra Tânia Petraglia contribuiu para a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), ao falar sobre a segurança da vacinas e referências científicas que comprovem sua eficácia. Leia aqui: https://www.metropoles.com/saude/vacinas-seguras-nao-causam-doencas
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Notícias SBI e FederadasNotícias
Veja como foi a participação da SBI no Congresso Infecto Norte-Nordeste 2026
Diretoria da SBI reunida à frente do painel no X Congresso Norte-Nordeste Com foco em integração regional e inovação, Natal sedia o X Congresso Norte-Nordeste de Infectologia, o evento discutiu desde temas como humanização no tratamento do HIV até o impacto da IA na especialidade. Entre os dias 4 e 6 de junho de 2026, a cidade de Natal (RN) sediou o X Congresso Norte-Nordeste de Infectologia. O evento registrou alta adesão, com 492 inscritos e 318 trabalhos submetidos, demonstrando a força da produção científica e o crescente interesse pela pesquisa nas duas regiões. Com o apoio e a presença da diretoria da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), o congresso não foi apenas um espaço de atualização clínica, mas também um ambiente para fortalecer as redes de colaboração entre profissionais de diferentes estados, unindo pesquisadores, serviços de saúde e sociedades médicas. Infectologistas durante o evento Confira, a seguir, um panorama com os principais temas abordados e discutidos no evento. Doenças tropicais e o alerta das mudanças climáticas As arboviroses, doenças transmitidas por mosquitos, abriram as discussões. O manejo hospitalar da dengue grave foi analisado sob a ótica das novas recomendações de fluxo, enquanto os debates sobre a Chikungunya focaram no impacto da dor crônica e na necessidade de reabilitação. Em paralelo, as mudanças ambientais globais moldaram as discussões sobre doenças emergentes. Com a alteração do clima, patógenos antes isolados passam a preocupar os sistemas de saúde do Norte e Nordeste. Algumas questões apresentadas foram: ISTs, humanização e novas formas de prevenção As discussões focadas em HIV e infecções sexualmente transmissíveis trouxeram importantes debates, unindo o avanço da ciência ao atendimento humanizado. Nesse tema, o destaque foi o debate sobre o desejo de amamentar por mulheres vivendo com HIV/Aids, em que equipes multiprofissionais e infectopediatras discutiram como acolher essas mães dentro do cenário de políticas públicas do Brasil. Em relação à prática clínica e prevenção, o congresso apontou as principais tendências em prevenção e tratamento: Roda de conversa e debate O desafio das bactérias multirresistentes A realidade da terapia intensiva e da resistência bacteriana ganharam sessões de excelente nível técnico. O conferencista internacional André Kalil trouxe importantes informações sobre o manejo da febre na UTI e as estratégias para o diagnóstico precoce da sepse, que continua sendo um dos obstáculos da medicina intensiva. A preocupação com as superbactérias também esteve bem presente no congresso. Os palestrantes enfatizaram como o sequenciamento genético e os painéis moleculares ajudam a tomar decisões terapêuticas rápidas, o que acendeu um alerta para as ISTs, tendo em vista a perda de sensibilidade a antimicrobianos observada no Brasil. Avanços da tecnologia e o futuro da especialidade O uso da Inteligência Artificial foi destacado como uma ferramenta promissora para prever surtos epidemiológicos e auxiliar no diagnóstico clínico. Paralelamente, a Telemedicina se consolidou como um suporte remoto fundamental para regiões isoladas do Norte e Nordeste, entretanto, foi reforçada a necessidade de cautela e critérios rigorosos ao diagnosticar por meio dessas novas tecnologias. Por fim, o evento reservou espaço para a comunicação, destacando o papel crucial de médicos e cientistas na divulgação científica responsável através das redes sociais, combatendo as fake news em saúde. O X Congresso Norte-Nordeste de Infectologia foi encerrado com a premiação dos melhores trabalhos científicos apresentados, consolidando a edição de 2026 como um marco de inovação e valorização da ciência nacional da especialidade em todo o país. Entrega de premiação e certificados
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Em programa na TV Câmara, o Dr André Bon representou a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), falando sobre a vacinação no Brasil e os desafios em relação à queda e das desconfianças de parte da população em relação à eficácia das vacinas. Assista aqui: https://www.youtube.com/live/cXTzdS-MgE4
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DestaqueNotíciasSaiu na Imprensa
SAIU NA IMPRENSA: Suspensão da vacina da Dengue do Instituto Butantan
Em gravação na Rádio Sputnik sobre a vacina da dengue, o Dr Marcos Vini da Silva, representou a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), falando sobre a suspensão da vacina do Instituto Butantan, após alguns casos de reações severas. Escute aqui: https://arquivos.metropolitanario.com.br/podcast/MANHAEMFOCO09-06-2026.mp3
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Destaque
Síndromes respiratórias no inverno: a importância da vacinação e do uso consciente de antibióticos
Entenda como a prevenção por vacinas e o gerenciamento rigoroso de antimicrobianos nos serviços de saúde evitam o surgimento de superbactérias Com a chegada das estações mais frias do ano, o cenário epidemiológico brasileiro passa por uma mudança que exige atenção constante de profissionais de saúde e da população: o aumento expressivo das síndromes respiratórias. A queda das temperaturas e a maior permanência de pessoas em ambientes fechados criam as condições ideais para a circulação de diversos patógenos (organismos capazes de produzir doenças). Para orientar a população sobre como enfrentar esse período de forma segura, a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) reforça a importância de algumas atitudes fundamentais: Sazonalidade e a circulação viral no inverno O aumento de casos de doenças no inverno ocorre porque o período frio altera o comportamento humano e a sobrevivência dos microrganismos no ambiente. Durante o inverno, o vírus Influenza, o Vírus Sincicial Respiratório (principal responsável por bronquiolites em bebês) e o SARS-CoV-2 (Covid-19) encontram facilidade para se disseminar. De acordo com dados de monitoramento de saúde pública, esse período concentra os maiores picos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Na maioria das vezes, esses quadros iniciais apresentam sintomas semelhantes: tosse, dor de garganta, coriza, congestão nasal e febre. A confusão entre infecções virais e bacterianas O grande desafio apontado pelos especialistas é a diferenciação entre infecções virais e bacterianas, o que frequentemente leva à automedicação. O Klinger Faíco, médico infectologista e membro da SBI, alerta que a expectativa de uma “cura rápida” tem alimentado um problema de saúde pública global. “É muito comum que pacientes procurem atendimento acreditando que um antibiótico irá acelerar a melhora de sintomas como tosse ou dor de garganta. No entanto, a maioria das infecções respiratórias observadas durante o inverno é causada por vírus, e os antibióticos não têm qualquer ação contra eles. Utilizar esses medicamentos sem necessidade não traz benefícios ao paciente e ainda aumenta um problema que afeta toda a sociedade: a resistência bacteriana”, explica o Klinger. Quando um antibiótico é utilizado de forma inadequada (seja para tratar um vírus, em doses incorretas ou por tempo insuficiente), ele elimina apenas as bactérias sensíveis do organismo, permitindo que as mais fortes e mutantes sobrevivam e se multipliquem. O resultado é o surgimento das chamadas superbactérias. O impacto desse fenômeno vai muito além de uma gripe mal tratada. A resistência bacteriana ameaça a eficácia de tratamentos essenciais da medicina moderna, como cirurgias complexas, transplantes de órgãos e terapias oncológicas, que dependem de antibióticos funcionais para garantir a segurança dos pacientes. O papel do gerenciamento de antimicrobianos Para frear o avanço da resistência microbiana, classificada pela Organização Mundial da Saúde como uma das maiores ameaças à saúde global, os serviços de saúde desempenham um papel técnico crucial por meio dos programas de Stewardship (gerenciamento de antimicrobianos). Esses programas, amplamente incentivados pela Anvisa, consistem em um conjunto de ações institucionais para garantir que o paciente receba o antibiótico certo, na dose exata, pelo tempo estritamente necessário. “Os antibióticos transformaram a história da medicina e salvaram milhões de vidas nas últimas décadas. Preservar sua eficácia é uma responsabilidade coletiva. Se continuarmos utilizando esses medicamentos de forma inadequada, corremos o risco de enfrentar um futuro em que infecções hoje consideradas simples se tornem novamente graves e difíceis de tratar”, destaca Faíco. Como se prevenir e identificar sinais de alerta A melhor estratégia contra as síndromes respiratórias de inverno permanece sendo a prevenção. A SBI reforça que manter a carteira de vacinação atualizada contra a Influenza e a Covid-19 é a ferramenta mais eficaz para reduzir internações e complicações graves. Para além da imunização, cuidados …
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NotíciasDestaqueSaiu na Imprensa
SAIU NA IMPRENSA: Vacina da Dengue: O que levou à suspensão do imunizante do Instituto Butantan?
Em reportagem ao vivo sobre “Vacina da Dengue”, o Dr Lauro Pinto representou a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), ao falar sobre a suspensão da vacina contra Dengue do Instituto Butantan. Assista aqui: https://www.youtube.com/live/k7rOkEIXdKg
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Temos o prazer de divulgar os desfechos da concessão de patrocínios para a participação dos associados na “AIDS 2026, the 26th International AIDS Conference”, a ser realizada no Rio de Janeiro entre 26 e 31 de julho do corrente ano, a partir de um subsídio para participação nesse evento, concedido pela empresa GSK Brasil, à qual somos extremamente gratos.
