Em matéria sobre caso de morcego infectado por raiva na zona oeste em São Paulo, o Dr Marcos Vini da Silva contribuiu para a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), falando sobre a transmissão da doença, prevenções e vacinas. Leia aqui: https://www.estadao.com.br/sao-paulo/vigilancia-confirma-caso-de-morcego-infectado-com-raiva-no-alto-de-pinheiros-saiba-como-se-proteger-nprm/
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SAIU NA IMPRENSA: As ‘pílulas anti-HIV’ que São Paulo distribui no metrô e revolucionaram o combate à aids
Em matéria sobre a distribuição de PrEP e PEP nas estações de metrô, o Dr Marcio Fernandes, colaborou para a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), falando sobre os estigmas associados ao HIV e a ampliação da testagem pelo SUS. Leia aqui: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c87ndvj89yvo
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SAIU NA IMPRENSA: Como é transmitida a febre maculosa? Quais os sintomas? Tire dúvidas
Em matéria sobre febre maculosa, a Dra Elba Lemos, representou a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), ao discutir sobre o que é a doença, formas de transmissão e outras dúvidas sobre contagio. Leia aqui: https://www.estadao.com.br/pulsa/medicina-e-estudos/como-e-transmitida-a-febre-maculosa-quais-os-sintomas-tire-duvidas-nprm/
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Notícias SBI e FederadasDestaqueNotíciasPrimário
SBI publica o novo Consenso Brasileiro sobre Candidemia e Candidíase Invasiva
A Sociedade Brasileira de Infectologia celebra a publicação do novo Consenso Brasileiro para o Diagnóstico e Tratamento da Candidemia e da Candidíase Invasiva em Adultos e Crianças, publicado no Brazilian Journal of Infectious Diseases. Elaborado por oito especialistas brasileiros com reconhecida atuação em micologia médica, o documento apresenta uma revisão abrangente e baseada nas melhores evidências disponíveis sobre os principais avanços na epidemiologia, no diagnóstico, no tratamento e na prevenção das infecções invasivas causadas por fungos do gênero Candida. Entre os temas abordados estão as mudanças na distribuição das espécies de Candida no Brasil, a emergência da resistência aos antifúngicos, o papel dos novos métodos diagnósticos, as indicações atualizadas de ecocardiografia e fundoscopia, a importância do controle do foco infeccioso e as recomendações para o uso de equinocandinas, incluindo novos agentes de ação prolongada. O documento também reforça a importância do acompanhamento pelo infectologista e dos programas de gerenciamento do uso de antifúngicos. As recomendações foram elaboradas a partir de perguntas estruturadas segundo a metodologia PICO, revisão sistemática da literatura científica e cuidadosa adaptação das evidências à realidade epidemiológica, laboratorial e assistencial brasileira. A Sociedade felicita todos os especialistas envolvidos pela conclusão deste importante trabalho, cuja elaboração foi iniciada ainda na gestão anterior. A continuidade institucional e a colaboração entre diferentes gerações de lideranças foram fundamentais para tornar possível a publicação de uma diretriz atual, abrangente e alinhada às necessidades do sistema de saúde brasileiro. Espera-se que este novo consenso contribua para padronizar condutas, qualificar a assistência e reduzir a ainda elevada mortalidade associada à candidemia e à candidíase invasiva no Brasil. Convidamos todos os profissionais de saúde e especialistas da área a aprofundarem seus conhecimentos. Acesse o documento na íntegra no Brazilian Journal of Infectious Diseases e mantenha-se atualizado com as melhores práticas da infectologia.
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NotíciasDestaqueSaiu na Imprensa
SAIU NA IMPRENSA: Surto nos EUA: entenda o que é a ciclosporíase e como evitar a infecção
Em matéria sobre ciclosporíase nos Estados Unidos, a Dra Carolina Ponzi contribuiu para a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) falando sobre os riscos da doença e como evitar a infecção. Leia aqui: https://www.estadao.com.br/pulsa/medicina-e-estudos/surto-nos-eua-entenda-o-que-e-a-ciclosporiase-e-como-evitar-a-infeccao-nprm/?srsltid=AfmBOoqMoaKwd1UjDOGwdQ4tp-hlsS4EJK-Opxu1cxKS7JhGDwkJeE2m
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DestaqueEventos Apoiados pela SBINotíciasNotícias SBI e Federadas
II Simpósio de Infecções em Pacientes Pediátricos Imunossuprimidos e com Comorbidades debaterá a assistência a casos complexos no Brasil
Evento reunirá os maiores especialistas da área para transformar e otimizar o cuidado em infectologia pediátrica
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SAIU NA IMPRENSA: Vacinas são estratégia de saúde comprovada e não causam doenças
Em matéria sobre por que as vacinas não aumentam os casos de doenças, a Dra Tânia Petraglia contribuiu para a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), ao falar sobre a segurança da vacinas e referências científicas que comprovem sua eficácia. Leia aqui: https://www.metropoles.com/saude/vacinas-seguras-nao-causam-doencas
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Em programa na TV Câmara, o Dr André Bon representou a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), falando sobre a vacinação no Brasil e os desafios em relação à queda e das desconfianças de parte da população em relação à eficácia das vacinas. Assista aqui: https://www.youtube.com/live/cXTzdS-MgE4
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SAIU NA IMPRENSA: Suspensão da vacina da Dengue do Instituto Butantan
Em gravação na Rádio Sputnik sobre a vacina da dengue, o Dr Marcos Vini da Silva, representou a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), falando sobre a suspensão da vacina do Instituto Butantan, após alguns casos de reações severas. Escute aqui: https://arquivos.metropolitanario.com.br/podcast/MANHAEMFOCO09-06-2026.mp3
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Destaque
Síndromes respiratórias no inverno: a importância da vacinação e do uso consciente de antibióticos
Entenda como a prevenção por vacinas e o gerenciamento rigoroso de antimicrobianos nos serviços de saúde evitam o surgimento de superbactérias Com a chegada das estações mais frias do ano, o cenário epidemiológico brasileiro passa por uma mudança que exige atenção constante de profissionais de saúde e da população: o aumento expressivo das síndromes respiratórias. A queda das temperaturas e a maior permanência de pessoas em ambientes fechados criam as condições ideais para a circulação de diversos patógenos (organismos capazes de produzir doenças). Para orientar a população sobre como enfrentar esse período de forma segura, a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) reforça a importância de algumas atitudes fundamentais: Sazonalidade e a circulação viral no inverno O aumento de casos de doenças no inverno ocorre porque o período frio altera o comportamento humano e a sobrevivência dos microrganismos no ambiente. Durante o inverno, o vírus Influenza, o Vírus Sincicial Respiratório (principal responsável por bronquiolites em bebês) e o SARS-CoV-2 (Covid-19) encontram facilidade para se disseminar. De acordo com dados de monitoramento de saúde pública, esse período concentra os maiores picos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Na maioria das vezes, esses quadros iniciais apresentam sintomas semelhantes: tosse, dor de garganta, coriza, congestão nasal e febre. A confusão entre infecções virais e bacterianas O grande desafio apontado pelos especialistas é a diferenciação entre infecções virais e bacterianas, o que frequentemente leva à automedicação. O Klinger Faíco, médico infectologista e membro da SBI, alerta que a expectativa de uma “cura rápida” tem alimentado um problema de saúde pública global. “É muito comum que pacientes procurem atendimento acreditando que um antibiótico irá acelerar a melhora de sintomas como tosse ou dor de garganta. No entanto, a maioria das infecções respiratórias observadas durante o inverno é causada por vírus, e os antibióticos não têm qualquer ação contra eles. Utilizar esses medicamentos sem necessidade não traz benefícios ao paciente e ainda aumenta um problema que afeta toda a sociedade: a resistência bacteriana”, explica o Klinger. Quando um antibiótico é utilizado de forma inadequada (seja para tratar um vírus, em doses incorretas ou por tempo insuficiente), ele elimina apenas as bactérias sensíveis do organismo, permitindo que as mais fortes e mutantes sobrevivam e se multipliquem. O resultado é o surgimento das chamadas superbactérias. O impacto desse fenômeno vai muito além de uma gripe mal tratada. A resistência bacteriana ameaça a eficácia de tratamentos essenciais da medicina moderna, como cirurgias complexas, transplantes de órgãos e terapias oncológicas, que dependem de antibióticos funcionais para garantir a segurança dos pacientes. O papel do gerenciamento de antimicrobianos Para frear o avanço da resistência microbiana, classificada pela Organização Mundial da Saúde como uma das maiores ameaças à saúde global, os serviços de saúde desempenham um papel técnico crucial por meio dos programas de Stewardship (gerenciamento de antimicrobianos). Esses programas, amplamente incentivados pela Anvisa, consistem em um conjunto de ações institucionais para garantir que o paciente receba o antibiótico certo, na dose exata, pelo tempo estritamente necessário. “Os antibióticos transformaram a história da medicina e salvaram milhões de vidas nas últimas décadas. Preservar sua eficácia é uma responsabilidade coletiva. Se continuarmos utilizando esses medicamentos de forma inadequada, corremos o risco de enfrentar um futuro em que infecções hoje consideradas simples se tornem novamente graves e difíceis de tratar”, destaca Faíco. Como se prevenir e identificar sinais de alerta A melhor estratégia contra as síndromes respiratórias de inverno permanece sendo a prevenção. A SBI reforça que manter a carteira de vacinação atualizada contra a Influenza e a Covid-19 é a ferramenta mais eficaz para reduzir internações e complicações graves. Para além da imunização, cuidados …
