No Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, a Sociedade Brasileira de Infectologia reflete sobre uma conexão que influencia diretamente a saúde de todos nós: a relação entre seres humanos, animais, meio ambiente, condições de vida e informação. Enchentes, queimadas, desmatamento, perda da biodiversidade e eventos climáticos incrementais e extremos não são apenas questões ambientais. Eles afetam a forma como vivemos, trabalhamos, nos alimentamos, nos deslocamos e, consequentemente, impactam a ocorrência e a disseminação de doenças infecciosas. É justamente dessa compreensão que nasce o conceito de Saúde Única. A Saúde Única parte do princípio de que a saúde humana está profundamente conectada à saúde animal e ao equilíbrio dos ecossistemas. No entanto, essa abordagem vai além de uma simples visão integrada desses componentes. Trata-se de uma perspectiva transversal, que exige a colaboração entre diferentes áreas do conhecimento para compreender e enfrentar problemas complexos que não podem ser explicados por uma única disciplina. Médicos, veterinários, biólogos, ecologistas, epidemiologistas, cientistas sociais, profissionais da comunicação, gestores públicos, urbanistas, engenheiros, climatologistas e especialistas em tecnologia e dados, dentre outros, possuem papéis complementares na compreensão dos desafios sanitários contemporâneos. Essa característica torna a Saúde Única mais complexa, mas também ainda mais necessária. É fundamental compreender que doenças infecciosas não surgem nem se espalham apenas por características biológicas dos microrganismos: elas são influenciadas por fatores ambientais, sociais, econômicos, culturais e comportamentais que interagem de forma dinâmica e muitas vezes imprevisível. Por isso, a Saúde Única vem se consolidando como uma das principais bases conceituais da infectologia moderna. Nas últimas décadas, observamos um aumento na frequência e na complexidade de emergências sanitárias em todo o mundo. Mudanças ambientais têm favorecido a expansão de doenças transmitidas por vetores, como a dengue, alterado padrões epidemiológicos tradicionais e ampliado o risco de surgimento de novas zoonoses. Ao mesmo tempo, eventos climáticos extremos desafiam a capacidade de resposta dos sistemas de saúde. As enchentes favorecem a ocorrência de doenças como leptospirose, hepatite A, arboviroses e outras infecções relacionadas à contaminação da água. As queimadas e a poluição atmosférica aumentam a vulnerabilidade a infecções respiratórias, fragilizam organismos e agravam doenças pré-existentes. O desmatamento e a expansão de atividades humanas sobre áreas naturais ampliam o contato entre seres humanos, animais silvestres e agentes infecciosos antes restritos a determinados ecossistemas. Entretanto, compreender os desafios sanitários atuais exige olhar, de forma intencional e apurada, para outra dimensão fundamental: os determinantes sociais da saúde. Condições de moradia, acesso à água potável, saneamento básico, alimentação adequada, renda, escolaridade, acesso aos serviços de saúde e condições de trabalho influenciam diretamente o risco de adoecimento e a capacidade das pessoas de se protegerem diante das ameaças sanitárias. Os impactos das mudanças ambientais e climáticas, por exemplo, não são distribuídos de maneira igualitária na sociedade. Populações socialmente vulnerabilizadas costumam sofrer de forma mais intensa as consequências de enchentes, secas, ondas de calor, insegurança alimentar e exposição a doenças infecciosas. Isso significa que discutir Saúde Única também é discutir equidade. Além disso, um novo componente passou a desempenhar papel central na dinâmica das doenças: a informação. Vivemos em uma era em que notícias, opiniões, conteúdos científicos e desinformação circulam em velocidade sem precedentes e, muitas vezes, traduzidas com falsa equivalência. A forma como as pessoas recebem, interpretam e compartilham informações influencia diretamente comportamentos relacionados à saúde, como a adesão à vacinação, a busca por atendimento médico, a adoção de medidas de prevenção e a confiança nas instituições de saúde. Por essa razão, a comunicação tornou-se um elemento estratégico para a saúde pública e para a infectologia contemporânea. Hoje, compreender uma epidemia exige analisar não apenas a circulação de …
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Inscrições prorrogadas: bolsa de participação no AIDS 2026 (até 02/06)
Atendendo a solicitações, a Sociedade Brasileira de Infectologia prorrogou o prazo para submissão das candidaturas à bolsa de participação no AIDS 2026. O formulário poderá ser enviado até amanhã, 02 de junho de 2026 (terça-feira), às 23h59. A inscrição deverá ser encaminhada para o e-mail sbi@infectologia.org.br, com o formulário devidamente preenchido e anexado à mensagem. Assunto do e-mail: Bolsa AIDS 2026 Ressaltamos que candidaturas enviadas após o prazo estabelecido não poderão ser consideradas. Para mais informações sobre os critérios e o processo de seleção, consulte o regulamento da bolsa de participação no AIDS 2026. Clique aqui para baixar o formulário.
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Rio de Janeiro sediará o AIDS 2026, a maior conferência mundial sobre HIV e AIDS
Com o tema “Repensar. Reconstruir. Ascender.”, a 26ª Conferência Internacional sobre a AIDS será realizada no Brasil entre os dias 26 e 31 de julho de 2026 A cidade do Rio de Janeiro será sede da AIDS 2026, a 26ª Conferência Internacional sobre a AIDS, organizada pela International AIDS Society. Considerado o principal encontro global dedicado ao HIV e à AIDS, o evento ocorrerá entre os dias 26 e 31 de julho de 2026 e reunirá cientistas, médicos, ativistas, gestores públicos e comunidades de pessoas vivendo com HIV de diferentes países. Com o tema “Repensar. Reconstruir. Ascender.”, a conferência acontece em um momento considerado decisivo para a resposta global ao HIV, marcado por desafios relacionados ao financiamento internacional e à sustentabilidade das políticas públicas de enfrentamento da epidemia. A edição de 2026 propõe debates sobre os impactos da crise global de financiamento em saúde, intensificada após a suspensão de parte da ajuda externa dos Estados Unidos no início de 2025. O cenário tem levantado preocupações sobre possíveis retrocessos no acesso à prevenção, diagnóstico e tratamento em diversos países. A realização da conferência no Brasil representa um marco para a América Latina e fortalece a troca de experiências, estratégias e avanços científicos entre profissionais e instituições do continente. Detalhes do evento: Avanços científicos e desafios para a sustentabilidade da resposta ao HIV Mais de quatro décadas de enfrentamento ao HIV transformaram a infecção em uma condição controlável para pessoas com acesso adequado ao tratamento. Segundo dados da UNAIDS, até o final de 2024, as mortes relacionadas à AIDS caíram 54%, enquanto as novas infecções diminuíram 40% desde 2010. Os tratamentos atuais permitem que pessoas vivendo com HIV atinjam carga viral indetectável, portanto, são intransmissíveis por vias sexuais, conceito conhecido como I=I (Indetectável = Intransmissível). Além disso, avanços recentes ampliaram as possibilidades de prevenção com medicamentos de longa duração altamente eficazes, como lenacapavir e cabotegravir, além de novas tecnologias de prevenção oral em fase final de desenvolvimento. Apesar dos avanços científicos, os indicadores globais ainda preocupam. Dados da UNAIDS mostram que, em 2023 e 2024, aproximadamente 1,3 milhão de pessoas contraíram HIV a cada ano, enquanto cerca de 630 mil morreram de causas relacionadas à AIDS. No mesmo período, 9,2 milhões de pessoas vivendo com HIV permaneciam sem acesso aos medicamentos essenciais. As desigualdades sociais, barreiras estruturais e situações de discriminação seguem entre os principais fatores que dificultam o acesso à prevenção e ao tratamento em diferentes regiões do mundo. Diante desse cenário, a sustentabilidade financeira da resposta ao HIV será um dos temas centrais da AIDS 2026. A conferência deve discutir caminhos para ampliar o financiamento interno dos países, otimizar investimentos e fortalecer políticas públicas sustentáveis, evitando retrocessos nos avanços conquistados nas últimas décadas. Mais informações sobre o evento e sua programação estão disponíveis no portal oficial: https://www.iasociety.org/conferences/aids2026 SBI viabiliza a participação de associados A Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) viabilizará a participação de infectologistas brasileiros com atuação direta em assistência, prevenção, pesquisa e ensino em HIV/aids na 26ª International AIDS Conference. A ação se deve ao uso de verba solicitada pela SBI à GSK-ViiV para este fim, que está dentro do escopo da educação médica continuada. Para participar, acesse: Concorra a bolsa de participação na AIDS 2026 – SBI
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IV Simpósio de Stewardship com foco na gestão de antimicrobianos ocorrerá no Hospital Alemão Oswaldo Cruz
Evento reunirá especialistas e profissionais de saúde para discutir estratégias de uso de medicamentos, otimização de tratamentos e combate à resistência bacteriana O IV Simpósio de Stewardship: Antimicrobianos está com inscrições abertas e reunirá profissionais da área da saúde, médicos e pesquisadores para discutir os principais avanços, diretrizes e as melhores práticas na gestão de uso de antimicrobianos. O evento acontecerá no sábado, dia 30 de maio de 2026, das 08h00 às 16h30, no Auditório do Bloco E do Hospital Alemão Oswaldo Cruz (Unidade Paulista), em São Paulo. Sob a coordenação do Dr. Filipe Piastrelli, de Paula de Almeida e de Paula Cazzonatto Zerwes, o simpósio se destaca por sua abordagem prática. Com o tema central “Desafios do Stewardship na UTI”, o encontro promove o debate e a atualização científica em torno de estratégias fundamentais para otimizar o tratamento de infecções, reduzir o avanço da resistência bacteriana e melhorar diretamente os desfechos clínicos dos pacientes no ambiente hospitalar. A programação científica contará com especialistas de referência, que conduzirão painéis voltados para a rotina diária das unidades de terapia intensiva. Entre os principais destaques e debates previstos, estão: Como forma de valorizar e incentivar o aprimoramento técnico de sua comunidade, a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) mantém uma parceria que garante uma condição especial para os seus associados. Os membros da SBI têm direito a um benefício exclusivo de 20% de desconto no valor da inscrição. Para garantir o desconto, basta selecionar a categoria “Sociedades” na compra do ingresso no link:Membros SBI com 20% de descontoTodos os participantes do evento receberão um certificado, que será emitido 30 dias após a realização das atividades. Para acompanhar as demais novidades e atualizações sobre as atividades de ensino do hospital, siga o Instagram @ensinhospitaloswaldcruz.
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SBI divulga nota técnica com orientações de saúde para brasileiros que viajarão à Copa do Mundo FIFA 2026
Documento da Sociedade Brasileira de Infectologia reúne recomendações sobre vacinação, prevenção de doenças infecciosas e cuidados em grandes aglomerações para brasileiros que viajarão à Copa do Mundo FIFA 2026. A Sociedade Brasileira de Infectologia publicou uma nota técnica com recomendações para brasileiros que pretendem acompanhar a Copa do Mundo FIFA 2026, que será realizada entre os dias 11 de junho e 19 de julho de 2026, nos Estados Unidos, Canadá e México. Elaborado pelo Comitê Científico de Medicina de Viagem da SBI, o documento traz orientações sobre vacinação, prevenção de doenças infecciosas, alimentação segura, proteção contra doenças transmitidas por vetores, saúde sexual e cuidados relacionados ao calor extremo e às grandes aglomerações. Segundo a entidade, eventos de massa aumentam o risco de transmissão de doenças respiratórias, gastrointestinais e infecções sexualmente transmissíveis, além de favorecerem situações relacionadas à superlotação, acidentes e dificuldades no acesso aos serviços de saúde. A SBI recomenda que viajantes realizem consulta médica pré-viagem idealmente entre quatro e oito semanas antes do embarque. A avaliação permite atualizar o calendário vacinal, revisar condições clínicas e orientar medidas preventivas conforme o roteiro e o perfil do viajante. Entre as principais vacinas recomendadas estão influenza, COVID-19, tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), dT ou dTpa, poliomielite e vacina contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), de acordo com faixa etária e fatores de risco. Para alguns destinos e atividades específicas, também pode haver indicação individualizada de vacinas contra hepatite A, hepatite B, febre tifóide e raiva. A nota técnica também chama atenção para o aumento global dos casos de sarampo e reforça a importância da vacinação antes da viagem, especialmente em contextos de grande circulação internacional. Outro destaque do documento é a prevenção da chamada diarreia do viajante, agravo frequente em deslocamentos internacionais. A recomendação é evitar água e gelo de procedência desconhecida, consumir alimentos bem cozidos e manter rigorosa higiene das mãos. A entidade alerta ainda para doenças transmitidas por vetores, especialmente em regiões do México com registro de febre maculosa. O uso de repelentes aprovados pela Anvisa, roupas compridas e inspeção corporal após atividades ao ar livre estão entre as medidas preventivas recomendadas. Como a competição ocorrerá durante o verão no hemisfério norte, a SBI orienta atenção especial aos riscos relacionados ao calor excessivo e à desidratação. Hidratação frequente, planejamento de pausas e reconhecimento precoce de sinais de exaustão térmica são algumas das medidas indicadas. A nota técnica também aborda cuidados com infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), reforçando a importância do uso de preservativos, realização de testagem e busca rápida por atendimento em situações de exposição de risco. Além disso, a SBI recomenda que os viajantes levem uma “farmacinha do viajante”, contendo medicamentos de uso contínuo, analgésicos, antitérmicos, sais de reidratação oral, repelente, protetor solar e itens básicos de primeiros socorros. O documento destaca ainda que sintomas como febre, diarreia persistente, lesões de pele ou manifestações respiratórias após o retorno ao Brasil devem motivar avaliação médica, com informação detalhada sobre os países visitados e datas da viagem. A nota técnica foi elaborada pelos membros do Comitê Científico de Medicina de Viagem da SBI e é assinada pelo presidente da entidade, Ricardo Sobhie Diaz. Acesse aqui.
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Comunicado da SBI sobre declaração de emergência da OMS para Ebola
A Sociedade Brasileira de Infectologia acompanha com preocupação a declaração da Organização Mundial da Saúde (OMS) que classificou o atual surto de Ebola na República Democrática do Congo e em Uganda como uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (PHEIC, na sigla em inglês). O surto é causado pelo vírus Bundibugyo, uma variante rara do Ebola para a qual não há vacinas ou terapias específicas aprovadas até o momento. Segundo a OMS, até 16 de maio de 2026 foram registrados oito casos confirmados laboratorialmente, 246 casos suspeitos e ao menos 80 mortes suspeitas na província de Ituri, no leste da República Democrática do Congo. Também foram confirmados casos importados em Kampala, capital de Uganda, evidenciando transmissão internacional. A SBI ressalta que a declaração de Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional não significa que há uma pandemia em curso, mas indica a necessidade de coordenação global, fortalecimento da vigilância epidemiológica e apoio internacional imediato para conter a disseminação da doença. Entre os fatores que aumentam a preocupação das autoridades sanitárias estão: O Ebola é uma doença viral grave, transmitida principalmente pelo contato direto com fluidos corporais de pessoas infectadas ou superfícies contaminadas. Os sintomas incluem febre, fraqueza intensa, vômitos, diarreia e manifestações hemorrágicas. A letalidade pode variar conforme a cepa viral e a capacidade de resposta dos sistemas de saúde. A SBI reforça a importância de vigilância ativa em portos, aeroportos e serviços de saúde, especialmente para identificação precoce de viajantes provenientes de áreas afetadas que apresentem sintomas compatíveis. Também destaca a necessidade de capacitação contínua das equipes de saúde para manejo clínico, uso adequado de equipamentos de proteção individual e protocolos de prevenção e controle de infecções. Neste momento, não há registro de casos no Brasil. O risco para a população brasileira permanece baixo, mas o cenário exige monitoramento constante pelas autoridades sanitárias nacionais e internacionais. A Sociedade Brasileira de Infectologia seguirá acompanhando a evolução epidemiológica do surto e reforça seu compromisso com a disseminação de informações científicas confiáveis e atualizadas para profissionais de saúde e para a sociedade.
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Instruções para concorrer à bolsa para a AIDS 2026-RJ A Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) tem a satisfação de informar aos seus associados que viabilizará a participação de infectologistas brasileiros com atuação direta em assistência, prevenção, pesquisa e ensino em HIV/aids na 26ª International AIDS Conference, que ocorrerá no Rio de Janeiro, entre 26 e 31 de julho de 2026.A ação se deve ao uso de verba solicitada pela SBI à GSK-ViiV para este fim, que está dentro do escopo da educação médica continuada. A realização do congresso no Brasil representa uma oportunidade singular para ampliar o acesso de especialistas nacionais a um espaço de excelência científica e de articulação internacional, com impacto direto na atualização profissional, na incorporação de evidências recentes à prática clínica e no fortalecimento das redes de cuidado voltadas às pessoas vivendo com HIV/aids (PVHA). Com o intuito de assegurar ampla representatividade nacional, o programa privilegiará infectologistas provenientes das diferentes macrorregiões do país. Serão selecionados profissionais com efetiva atuação na área de HIV/aids e trajetória técnico-científica compatível com os objetivos da iniciativa. Elegibilidade e seleção Poderão candidatar-se infectologistas associados à SBI que estejam quites com sua contribuição anual e estejam diretamente envolvidos em atividades de assistência, prevenção, pesquisa e ensino relacionadas ao HIV/aids. O processo seletivo contará com um período de inscrições até o dia 29 de maio de 2026, seguido da análise documental e técnica dos candidatos, conforme critérios previamente definidos pela Diretoria da SBI. Será assegurado o prazo de 5 (cinco) dias úteis para interposição de recurso, em caso de indeferimento da inscrição. A definição dos contemplados observará critérios meritocráticos de pontuação, com avaliação externa por especialistas da área. Todas as macrorregiões brasileiras deverão ser contempladas com pelo menos um candidato, selecionado com base no mérito demonstrado. Os candidatos deverão escrever, em inglês, um resumo da sua atuação profissional que os qualifique para o recebimento da bolsa, em resposta aos itens a seguir. Sugerimos o preenchimento do formulário em anexo (anexo 1). A carta deverá ser enviada para sbi@infectologia.org.br Critérios de avaliação A pontuação será atribuída com base nos seguintes parâmetros: 1. Atuação como investigador principal em pesquisas clínicas;2. Atuação como co-investigador em pesquisas clínicas;3. Publicação de artigos científicos nos últimos 3 anos;4. Aprovação de trabalho em congresso internacional;5. Apresentação oral em congresso;6. Apresentação de pôster em congresso;7. Experiência clínica na área;8. Participação em programas de educação médica continuada;9. Colaboração na elaboração de diretrizes e protocolos;10. Publicação de livros ou capítulos;11. Participação em comitês científicos da SBI;12. Participação em redes de pesquisa; Abrangência do apoio13. Coordenação ou participação em atividades de preceptoria;14. Atuação como preceptor ou docente de residência;15. Participação em advisory board internacional. Abrangência do apoio Para os profissionais selecionados, a SBI assumirá a organização e o custeio dos seguintes itens: 1. Inscrição no congresso;2. Passagem aérea de ida e volta entre o domicílio do bolsista e a cidade do Rio de Janeiro;3. Hospedagem durante o período do evento, para participantes não residentes no município do Rio de Janeiro. _______________________________________________ Anexos Anexo 1 – Formulário de critérios de elegibilidade técnico-científica:Clique aqui para fazer o download do arquivo editável em formato DOCX. Anexo 2 – Pontuação para Aids 2026: Clique aqui para fazer o download do arquivo.
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SBI estreia “SBI Atualiza” debatendo segurança do paciente e controle de infecções hospitalares
Nova série de educação continuada discute como a pandemia alterou o perfil microbiológico das UTIs e reforça estratégias de prevenção e uso racional de antibióticos
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A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) comunicou a prorrogação das inscrições para os seus exames de titulação. Médicos interessados têm até às 17h (horário de Brasília) de hoje, 30 de abril, para concluir o processo. A decisão foi formalizada pela Comissão Executiva de Titulações da SBP e a errata com os detalhes do cronograma está disponível no portal da instituição. O papel da SBP Fundada em 1910, a SBP é uma das mais antigas associações de especialidades médicas do país. A entidade atua como a principal voz na defesa da saúde da criança e do adolescente, sua atuação abrange desde a educação continuada até a elaboração de políticas públicas. Como se inscrever A inscrição deve ser feita pelo site oficial. É importante que os candidatos confiram a errata publicada para garantir o cumprimento de todos os pré-requisitos. Link para editais e inscrições: Página de Concursos de Títulos – SBP
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Brasília sediará o MEDTROP 2026, um dos principais congressos brasileiros sobre doenças infecciosas e tropicais
Congresso reunirá especialistas, pesquisadores e profissionais da saúde em Brasília para discutir os principais desafios das doenças infecciosas e tropicais sob a perspectiva do Sul Global O MEDTROP 2026 já está com inscrições abertas e reunirá profissionais da saúde, pesquisadores, estudantes e gestores para discutir avanços científicos, desafios epidemiológicos e estratégias de enfrentamento das doenças infecciosas e tropicais. Considerado um dos principais encontros nacionais da área, o congresso promove integração entre diferentes especialidades e fomenta o debate sobre saúde pública em contextos tropicais. Promovido pela Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, o evento acontecerá entre os dias 16 e 19 de agosto de 2026, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. Nesta edição, o tema central será “Saúde nos trópicos: uma visão integradora sob a perspectiva do Sul Global”, propondo discussões sobre desigualdades em saúde, vigilância epidemiológica, inovação científica e desafios regionais relacionados às doenças tropicais. O congresso é reconhecido por reunir especialistas em infectologia, parasitologia, microbiologia, saúde coletiva e áreas correlatas, promovendo debates que abrangem desde arboviroses e doenças negligenciadas até resistência antimicrobiana, mudanças climáticas e emergências sanitárias. Além da programação científica, o MEDTROP também incentiva a participação coletiva por meio de inscrições em grupo, modalidade que favorece a participação coletiva e a troca de experiências entre profissionais. Os descontos são progressivos: grupos a partir de 10 pessoas recebem 10% de desconto; com 20 participantes, o benefício chega a 20%; e grupos com 30 inscritos garantem 30% de abatimento. A participação em grupo favorece a troca de experiências entre profissionais que compartilham rotinas assistenciais, linhas de pesquisa e interesses científicos, fortalecendo a construção coletiva do conhecimento e ampliando o impacto das discussões desenvolvidas durante o congresso. Os valores atuais de inscrição permanecem válidos até 30 de abril de 2026. Após essa data, o evento entrará em uma nova fase de preços. Mais informações sobre programação, regras de inscrição e detalhes do congresso estão disponíveis no site oficial do evento.Informações e inscrições: https://www.medtrop2026.com.br/medtrop2026.
