Evento reunirá especialistas e profissionais de saúde para discutir estratégias de uso de medicamentos, otimização de tratamentos e combate à resistência bacteriana O IV Simpósio de Stewardship: Antimicrobianos está com inscrições abertas e reunirá profissionais da área da saúde, médicos e pesquisadores para discutir os principais avanços, diretrizes e as melhores práticas na gestão de uso de antimicrobianos. O evento acontecerá no sábado, dia 30 de maio de 2026, das 08h00 às 16h30, no Auditório do Bloco E do Hospital Alemão Oswaldo Cruz (Unidade Paulista), em São Paulo. Sob a coordenação do Dr. Filipe Piastrelli, de Paula de Almeida e de Paula Cazzonatto Zerwes, o simpósio se destaca por sua abordagem prática. Com o tema central “Desafios do Stewardship na UTI”, o encontro promove o debate e a atualização científica em torno de estratégias fundamentais para otimizar o tratamento de infecções, reduzir o avanço da resistência bacteriana e melhorar diretamente os desfechos clínicos dos pacientes no ambiente hospitalar. A programação científica contará com especialistas de referência, que conduzirão painéis voltados para a rotina diária das unidades de terapia intensiva. Entre os principais destaques e debates previstos, estão: Como forma de valorizar e incentivar o aprimoramento técnico de sua comunidade, a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) mantém uma parceria que garante uma condição especial para os seus associados. Os membros da SBI têm direito a um benefício exclusivo de 20% de desconto no valor da inscrição. Para garantir o desconto, basta selecionar a categoria “Sociedades” na compra do ingresso no link:Membros SBI com 20% de descontoTodos os participantes do evento receberão um certificado, que será emitido 30 dias após a realização das atividades. Para acompanhar as demais novidades e atualizações sobre as atividades de ensino do hospital, siga o Instagram @ensinhospitaloswaldcruz.
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SBI divulga nota técnica com orientações de saúde para brasileiros que viajarão à Copa do Mundo FIFA 2026
Documento da Sociedade Brasileira de Infectologia reúne recomendações sobre vacinação, prevenção de doenças infecciosas e cuidados em grandes aglomerações para brasileiros que viajarão à Copa do Mundo FIFA 2026. A Sociedade Brasileira de Infectologia publicou uma nota técnica com recomendações para brasileiros que pretendem acompanhar a Copa do Mundo FIFA 2026, que será realizada entre os dias 11 de junho e 19 de julho de 2026, nos Estados Unidos, Canadá e México. Elaborado pelo Comitê Científico de Medicina de Viagem da SBI, o documento traz orientações sobre vacinação, prevenção de doenças infecciosas, alimentação segura, proteção contra doenças transmitidas por vetores, saúde sexual e cuidados relacionados ao calor extremo e às grandes aglomerações. Segundo a entidade, eventos de massa aumentam o risco de transmissão de doenças respiratórias, gastrointestinais e infecções sexualmente transmissíveis, além de favorecerem situações relacionadas à superlotação, acidentes e dificuldades no acesso aos serviços de saúde. A SBI recomenda que viajantes realizem consulta médica pré-viagem idealmente entre quatro e oito semanas antes do embarque. A avaliação permite atualizar o calendário vacinal, revisar condições clínicas e orientar medidas preventivas conforme o roteiro e o perfil do viajante. Entre as principais vacinas recomendadas estão influenza, COVID-19, tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), dT ou dTpa, poliomielite e vacina contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), de acordo com faixa etária e fatores de risco. Para alguns destinos e atividades específicas, também pode haver indicação individualizada de vacinas contra hepatite A, hepatite B, febre tifóide e raiva. A nota técnica também chama atenção para o aumento global dos casos de sarampo e reforça a importância da vacinação antes da viagem, especialmente em contextos de grande circulação internacional. Outro destaque do documento é a prevenção da chamada diarreia do viajante, agravo frequente em deslocamentos internacionais. A recomendação é evitar água e gelo de procedência desconhecida, consumir alimentos bem cozidos e manter rigorosa higiene das mãos. A entidade alerta ainda para doenças transmitidas por vetores, especialmente em regiões do México com registro de febre maculosa. O uso de repelentes aprovados pela Anvisa, roupas compridas e inspeção corporal após atividades ao ar livre estão entre as medidas preventivas recomendadas. Como a competição ocorrerá durante o verão no hemisfério norte, a SBI orienta atenção especial aos riscos relacionados ao calor excessivo e à desidratação. Hidratação frequente, planejamento de pausas e reconhecimento precoce de sinais de exaustão térmica são algumas das medidas indicadas. A nota técnica também aborda cuidados com infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), reforçando a importância do uso de preservativos, realização de testagem e busca rápida por atendimento em situações de exposição de risco. Além disso, a SBI recomenda que os viajantes levem uma “farmacinha do viajante”, contendo medicamentos de uso contínuo, analgésicos, antitérmicos, sais de reidratação oral, repelente, protetor solar e itens básicos de primeiros socorros. O documento destaca ainda que sintomas como febre, diarreia persistente, lesões de pele ou manifestações respiratórias após o retorno ao Brasil devem motivar avaliação médica, com informação detalhada sobre os países visitados e datas da viagem. A nota técnica foi elaborada pelos membros do Comitê Científico de Medicina de Viagem da SBI e é assinada pelo presidente da entidade, Ricardo Sobhie Diaz. Acesse aqui.
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Comunicado da SBI sobre declaração de emergência da OMS para Ebola
A Sociedade Brasileira de Infectologia acompanha com preocupação a declaração da Organização Mundial da Saúde (OMS) que classificou o atual surto de Ebola na República Democrática do Congo e em Uganda como uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (PHEIC, na sigla em inglês). O surto é causado pelo vírus Bundibugyo, uma variante rara do Ebola para a qual não há vacinas ou terapias específicas aprovadas até o momento. Segundo a OMS, até 16 de maio de 2026 foram registrados oito casos confirmados laboratorialmente, 246 casos suspeitos e ao menos 80 mortes suspeitas na província de Ituri, no leste da República Democrática do Congo. Também foram confirmados casos importados em Kampala, capital de Uganda, evidenciando transmissão internacional. A SBI ressalta que a declaração de Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional não significa que há uma pandemia em curso, mas indica a necessidade de coordenação global, fortalecimento da vigilância epidemiológica e apoio internacional imediato para conter a disseminação da doença. Entre os fatores que aumentam a preocupação das autoridades sanitárias estão: O Ebola é uma doença viral grave, transmitida principalmente pelo contato direto com fluidos corporais de pessoas infectadas ou superfícies contaminadas. Os sintomas incluem febre, fraqueza intensa, vômitos, diarreia e manifestações hemorrágicas. A letalidade pode variar conforme a cepa viral e a capacidade de resposta dos sistemas de saúde. A SBI reforça a importância de vigilância ativa em portos, aeroportos e serviços de saúde, especialmente para identificação precoce de viajantes provenientes de áreas afetadas que apresentem sintomas compatíveis. Também destaca a necessidade de capacitação contínua das equipes de saúde para manejo clínico, uso adequado de equipamentos de proteção individual e protocolos de prevenção e controle de infecções. Neste momento, não há registro de casos no Brasil. O risco para a população brasileira permanece baixo, mas o cenário exige monitoramento constante pelas autoridades sanitárias nacionais e internacionais. A Sociedade Brasileira de Infectologia seguirá acompanhando a evolução epidemiológica do surto e reforça seu compromisso com a disseminação de informações científicas confiáveis e atualizadas para profissionais de saúde e para a sociedade.
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Instruções para concorrer à bolsa para a AIDS 2026-RJ A Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) tem a satisfação de informar aos seus associados que viabilizará a participação de infectologistas brasileiros com atuação direta em assistência, prevenção, pesquisa e ensino em HIV/aids na 26ª International AIDS Conference, que ocorrerá no Rio de Janeiro, entre 26 e 31 de julho de 2026.A ação se deve ao uso de verba solicitada pela SBI à GSK-ViiV para este fim, que está dentro do escopo da educação médica continuada. A realização do congresso no Brasil representa uma oportunidade singular para ampliar o acesso de especialistas nacionais a um espaço de excelência científica e de articulação internacional, com impacto direto na atualização profissional, na incorporação de evidências recentes à prática clínica e no fortalecimento das redes de cuidado voltadas às pessoas vivendo com HIV/aids (PVHA). Com o intuito de assegurar ampla representatividade nacional, o programa privilegiará infectologistas provenientes das diferentes macrorregiões do país. Serão selecionados profissionais com efetiva atuação na área de HIV/aids e trajetória técnico-científica compatível com os objetivos da iniciativa. Elegibilidade e seleção Poderão candidatar-se infectologistas associados à SBI que estejam quites com sua contribuição anual e estejam diretamente envolvidos em atividades de assistência, prevenção, pesquisa e ensino relacionadas ao HIV/aids. O processo seletivo contará com um período de inscrições até o dia 29 de maio de 2026, seguido da análise documental e técnica dos candidatos, conforme critérios previamente definidos pela Diretoria da SBI. Será assegurado o prazo de 5 (cinco) dias úteis para interposição de recurso, em caso de indeferimento da inscrição. A definição dos contemplados observará critérios meritocráticos de pontuação, com avaliação externa por especialistas da área. Todas as macrorregiões brasileiras deverão ser contempladas com pelo menos um candidato, selecionado com base no mérito demonstrado. Os candidatos deverão escrever, em inglês, um resumo da sua atuação profissional que os qualifique para o recebimento da bolsa, em resposta aos itens a seguir. Sugerimos o preenchimento do formulário em anexo (anexo 1). A carta deverá ser enviada para sbi@infectologia.org.br Critérios de avaliação A pontuação será atribuída com base nos seguintes parâmetros: 1. Atuação como investigador principal em pesquisas clínicas;2. Atuação como co-investigador em pesquisas clínicas;3. Publicação de artigos científicos nos últimos 3 anos;4. Aprovação de trabalho em congresso internacional;5. Apresentação oral em congresso;6. Apresentação de pôster em congresso;7. Experiência clínica na área;8. Participação em programas de educação médica continuada;9. Colaboração na elaboração de diretrizes e protocolos;10. Publicação de livros ou capítulos;11. Participação em comitês científicos da SBI;12. Participação em redes de pesquisa; Abrangência do apoio13. Coordenação ou participação em atividades de preceptoria;14. Atuação como preceptor ou docente de residência;15. Participação em advisory board internacional. Abrangência do apoio Para os profissionais selecionados, a SBI assumirá a organização e o custeio dos seguintes itens: 1. Inscrição no congresso;2. Passagem aérea de ida e volta entre o domicílio do bolsista e a cidade do Rio de Janeiro;3. Hospedagem durante o período do evento, para participantes não residentes no município do Rio de Janeiro. _______________________________________________ Anexos Anexo 1 – Formulário de critérios de elegibilidade técnico-científica:Clique aqui para fazer o download do arquivo editável em formato DOCX. Anexo 2 – Pontuação para Aids 2026: Clique aqui para fazer o download do arquivo.
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SBI estreia “SBI Atualiza” debatendo segurança do paciente e controle de infecções hospitalares
Nova série de educação continuada discute como a pandemia alterou o perfil microbiológico das UTIs e reforça estratégias de prevenção e uso racional de antibióticos
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A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) comunicou a prorrogação das inscrições para os seus exames de titulação. Médicos interessados têm até às 17h (horário de Brasília) de hoje, 30 de abril, para concluir o processo. A decisão foi formalizada pela Comissão Executiva de Titulações da SBP e a errata com os detalhes do cronograma está disponível no portal da instituição. O papel da SBP Fundada em 1910, a SBP é uma das mais antigas associações de especialidades médicas do país. A entidade atua como a principal voz na defesa da saúde da criança e do adolescente, sua atuação abrange desde a educação continuada até a elaboração de políticas públicas. Como se inscrever A inscrição deve ser feita pelo site oficial. É importante que os candidatos confiram a errata publicada para garantir o cumprimento de todos os pré-requisitos. Link para editais e inscrições: Página de Concursos de Títulos – SBP
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Brasília sediará o MEDTROP 2026, um dos principais congressos brasileiros sobre doenças infecciosas e tropicais
Congresso reunirá especialistas, pesquisadores e profissionais da saúde em Brasília para discutir os principais desafios das doenças infecciosas e tropicais sob a perspectiva do Sul Global O MEDTROP 2026 já está com inscrições abertas e reunirá profissionais da saúde, pesquisadores, estudantes e gestores para discutir avanços científicos, desafios epidemiológicos e estratégias de enfrentamento das doenças infecciosas e tropicais. Considerado um dos principais encontros nacionais da área, o congresso promove integração entre diferentes especialidades e fomenta o debate sobre saúde pública em contextos tropicais. Promovido pela Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, o evento acontecerá entre os dias 16 e 19 de agosto de 2026, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. Nesta edição, o tema central será “Saúde nos trópicos: uma visão integradora sob a perspectiva do Sul Global”, propondo discussões sobre desigualdades em saúde, vigilância epidemiológica, inovação científica e desafios regionais relacionados às doenças tropicais. O congresso é reconhecido por reunir especialistas em infectologia, parasitologia, microbiologia, saúde coletiva e áreas correlatas, promovendo debates que abrangem desde arboviroses e doenças negligenciadas até resistência antimicrobiana, mudanças climáticas e emergências sanitárias. Além da programação científica, o MEDTROP também incentiva a participação coletiva por meio de inscrições em grupo, modalidade que favorece a participação coletiva e a troca de experiências entre profissionais. Os descontos são progressivos: grupos a partir de 10 pessoas recebem 10% de desconto; com 20 participantes, o benefício chega a 20%; e grupos com 30 inscritos garantem 30% de abatimento. A participação em grupo favorece a troca de experiências entre profissionais que compartilham rotinas assistenciais, linhas de pesquisa e interesses científicos, fortalecendo a construção coletiva do conhecimento e ampliando o impacto das discussões desenvolvidas durante o congresso. Os valores atuais de inscrição permanecem válidos até 30 de abril de 2026. Após essa data, o evento entrará em uma nova fase de preços. Mais informações sobre programação, regras de inscrição e detalhes do congresso estão disponíveis no site oficial do evento.Informações e inscrições: https://www.medtrop2026.com.br/medtrop2026.
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SBI lança campanha “A Presença da Infectologia no Brasil” para mapear e fortalecer a especialidade nos territórios
A Sociedade Brasileira de Infectologia acaba de lançar a campanha “A presença da Infectologia no Brasil”, a iniciativa busca compreender a realidade da especialidade além dos grandes centros, entendendo que defender a categoria exige identificar onde o infectologista está presente e onde sua atuação é mais urgente. O projeto visa transformar a vivência de cada profissional, das capitais ao interior, como argumento para a agenda de advocacy e de valorização dos infectologistas. As desigualdade territoriais no Brasil e o papel do infectologista frente a isso Os dados da Demografia Médica no Brasil 2025 revelam um cenário que impacta diretamente a saúde pública. Atualmente, contamos com 4.801 infectologistas no país, o que representa uma média nacional de 2,26 especialistas por 100 mil habitantes. No entanto, a distribuição desses profissionais reflete um cenário de grande desigualdade da Infectologia no Brasil: A infectologia é indispensável para o sistema de saúde, atuando não apenas na clínica, como também na vigilância epidemiológica, no controle de infecções hospitalares e na resposta a surtos e pandemias. Eduardo Medeiros, médico infectologista e membro da SBI, alerta que a ausência desses especialistas em certas regiões eleva o risco de diagnósticos tardios e disseminação de doenças. “A distribuição dos infectologistas reflete diretamente a nossa capacidade de resposta a crises sanitárias. Onde esses profissionais não estão, há maior risco”, afirma Medeiros. A feminização e transformação do perfil do infectologista Ao mesmo tempo, a especialidade acompanha mudanças importantes no perfil da medicina brasileira. Somos uma das especialidades que mais reflete a feminização da medicina: a presença feminina saltou de 41% em 2010 para 50,9% em 2025, com projeções de que as mulheres irão representar 56% da força de trabalho até 2035. A infectologia reflete esse movimento, com presença crescente de mulheres e profissionais mais jovens. Próximas iniciativas visando a transformação social O objetivo central é que o dado estatístico deixe de ser apenas um número e se torne uma forma de argumentar para valorizar o infectologista. Com essa campanha, a SBI reforça que escutar os profissionais e entender suas diferentes realidades é um gesto de transparência e defesa da especialidade. Os profissionais podem acessar o site oficial da campanha: A Presença da Infectologia no Brasil e contribuir para o diagnóstico de todo território nacional. Referências SCHEFFER, Mário (coord.). Demografia Médica no Brasil 2025. São Paulo, SP: FMUSP, AMB, 2025. BRASIL. Ministério da Saúde. Usuários de plano de saúde têm mais acesso a cirurgias do que pacientes do SUS, aponta Demografia Médica 2025. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2025.
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SBI Atualiza: série sobre Tuberculose traz debates sobre diagnóstico e resistência
A Sociedade Brasileira de Infectologia disponibiliza em seu canal no YouTube um novo módulo do projeto SBI Atualiza, desta vez dedicado à Tuberculose. Lançadas em 14 de abril, as quatro aulas abordam aspectos centrais do diagnóstico e do manejo clínico da doença, com foco na prática médica. A tuberculose segue como um dos principais desafios da saúde pública e da infectologia, tanto pela sua carga epidemiológica quanto pelas complexidades relacionadas ao diagnóstico, tratamento e controle. Nesse contexto, a nova série foi estruturada para oferecer atualização objetiva, baseada nas evidências mais recentes e aplicável ao dia a dia dos profissionais de saúde. O módulo reúne especialistas que discutem temas relevantes e atuais: Na Aula 1, o Dr. Max Igor Banks Ferreira Lopes aborda a viabilidade e a necessidade de testagem para Infecção Latente por Tuberculose (ILTB), trazendo reflexões sobre indicação e estratégias diagnósticas. Na Aula 2, a Dra. Valéria Rolla discute o papel da baciloscopia na atualidade, além de analisar perspectivas relacionadas à redução do tempo de tratamento da tuberculose ativa. A Aula 3 conta com a Dra. Mariângela Ribeiro Resende, que apresenta atualizações no manejo da tuberculose droga-resistente (TB-DR), um dos pontos mais desafiadores no controle da doença. Já na Aula 4, o Dr. Olavo Henrique Munhoz Leite explora os desafios e a importância do tratamento da ILTB em pessoas que vivem com HIV, destacando a interface entre as duas condições. As aulas estão disponíveis gratuitamente e podem ser acessadas na playlist SBI Atualiza – Tuberculose, no canal oficial da entidade no YouTube. Para acompanhar novos conteúdos e atualizações, a recomendação é se inscrever no canal da Sociedade Brasileira de Infectologia e ativar as notificações. Como assistir: As aulas são abertas e podem ser acessadas na playlist do canal da SBI no YouTube: SBI ATUALIZA – TUBERCULOSE
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INFOCUS 2026: Curitiba será a capital latino-americana da Micologia Clínica em julho
O 23º INFOCUS e o 2º ISHAM LATAM reúnem os maiores especialistas mundiais para debater os avanços no diagnóstico e tratamento de infecções fúngicas.
