Em matéria sobre o Dia Mundial da Tuberculose, a Dra Valeria Rolla representou a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) explicando sobre a nova medida da OMS e sobre o controle da tuberculose. Leia aqui: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2026/03/oms-recomenda-testes-rapidos-e-portateis-para-ampliar-diagnostico-de-tuberculose.shtml
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SAIU NA IMPRENSA: Casos de HIV avançam entre mulheres acima dos 50 anos no Brasil e expõem diagnóstico tardio
Em matéria sobre HIV em mulheres 50+, a Dra Raquel Guimares representou a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) explicando sobre os problemas no diagnóstico tardio e sintomas que passam despercebidos por mulheres. Leia aqui: https://revistamarieclaire.globo.com/saude/noticia/2026/03/casos-de-hiv-avancam-entre-mulheres-acima-dos-50-anos-no-brasil-e-expoem-diagnostico-tardio.ghtml
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Dia Mundial da Tuberculose: abandono do tratamento ainda é um dos principais desafios para o controle da doença no Brasil
No Dia Mundial da Tuberculose, infectologistas alertam que a interrupção precoce da medicação compromete a cura e favorece o surgimento de formas resistentes da doença. São Paulo, março de 2026 – Celebrado em 24 de março, o Dia Mundial da Tuberculose reforça a importância do diagnóstico precoce, da adesão ao tratamento e da ampliação das estratégias de controle da doença. Apesar de ter cura e tratamento gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a tuberculose ainda representa um importante desafio de saúde pública no Brasil. De acordo com dados do Ministério da Saúde, o país registrou 85.936 novos casos de tuberculose em 2024, mantendo-se entre os países com alta carga da doença no cenário global. A mortalidade também permanece relevante: 6.025 óbitos foram registrados em 2023, o que representa uma média de aproximadamente 16 mortes por dia. Embora a taxa de detecção tenha alcançado cerca de 89% dos casos, o sucesso do tratamento de pacientes novos ainda gira em torno de 70% a 75%, abaixo da meta de 90% estabelecida pela Organização Mundial da Saúde. Para especialistas da Sociedade Brasileira de Infectologia, a adesão ao tratamento continua sendo um dos principais desafios para reduzir a incidência e a mortalidade da doença no país. Segundo o infectologista Max Igor Banks Ferreira Lopes, interromper a medicação antes do tempo recomendado pode comprometer a eficácia do tratamento. “Muitos pacientes deixam de tomar os medicamentos quando os sintomas começam a desaparecer. No entanto, a bactéria ainda está presente no organismo. A interrupção precoce do tratamento aumenta o risco de recaída e favorece o surgimento de resistência aos medicamentos”, explica. Adesão ao tratamento é fundamental para o controle da doença O tratamento da tuberculose dura, em média, seis meses e envolve o uso contínuo de antibióticos específicos. Quando realizado corretamente, as chances de cura são elevadas. Entretanto, a interrupção do tratamento pode levar ao desenvolvimento da tuberculose multirresistente (TB-MDR), condição em que a bactéria se torna resistente aos principais medicamentos utilizados no esquema inicial. Nesses casos, o tratamento é mais longo e complexo, podendo durar até dois anos e exigir o uso de medicamentos mais potentes. De acordo com a infectologista Valeria Cavalcanti Rolla, garantir a adesão ao tratamento é uma das estratégias centrais para reduzir a transmissão da doença. “Quando o tratamento é seguido corretamente, o paciente tem altas chances de cura e deixa de transmitir a doença. O abandono terapêutico, por outro lado, contribui para a manutenção da cadeia de transmissão na comunidade”, afirma. Coinfecção TB-HIV exige atenção A tuberculose também representa um risco maior para pessoas vivendo com HIV, que apresentam maior probabilidade de desenvolver formas graves da doença. Nesse contexto, especialistas destacam a importância do diagnóstico precoce, da integração entre os programas de controle da tuberculose e do HIV e da ampliação do acesso ao tratamento da infecção latente da tuberculose, estratégia essencial para reduzir o risco de adoecimento. Metas globais e estratégias de controle O Brasil integra o compromisso global liderado pela Organização Mundial da Saúde para reduzir em 95% o número de mortes por tuberculose e em 90% a incidência da doença até 2030. Entre as estratégias adotadas pelo Ministério da Saúde está o Tratamento Diretamente Observado (TDO), modelo em que profissionais de saúde acompanham a ingestão dos medicamentos para garantir a adesão ao tratamento. Para a Sociedade Brasileira de Infectologia, fortalecer o diagnóstico precoce, ampliar o acesso ao tratamento e enfrentar as vulnerabilidades sociais associadas à doença são medidas fundamentais para avançar no controle da tuberculose no país.
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HTLV: O vírus silencioso que afeta mais de 1 milhão de brasileiros exige diagnóstico precoce
Com prevalência alarmante no Brasil, infecção pode levar décadas para manifestar sintomas graves SÃO PAULO – O Vírus Linfotrópico de Células T Humanas (HTLV) permanece como um dos maiores desafios de saúde pública no Brasil. Estima-se que 1,1 milhão de pessoas vivam com o vírus no país, mas a grande maioria desconhece o diagnóstico. O alerta ganha força no Dia Mundial do HTLV, reforçando a necessidade de exames preventivos e do uso de métodos de prevenção. Diferente de outras infecções, o HTLV ataca os linfócitos T e pode permanecer silencioso por décadas. No entanto, entre 5% e 10% dos infectados desenvolvem doenças graves, como a Leucemia/Linfoma de células T do Adulto (ATLL) e a Mielopatia Associada ao HTLV (HAM/TSP) — uma condição neurológica que afeta a mobilidade e o controle urinário. Avanços no diagnóstico e políticas públicas O cenário de combate ao vírus mudou drasticamente nos últimos dois anos. Desde a publicação da Portaria GM/MS nº 3.148/2024, a infecção tornou-se um agravo de notificação compulsória, que permite ao Ministério da Saúde mapear a dimensão da epidemia em solo brasileiro. Outro avanço é a inclusão do teste de HTLV no pré-natal da Rede Alyne (SUS). O objetivo é interromper a transmissão vertical, transmitida de mãe para filho, que ocorre majoritariamente pela amamentação. A recomendação médica orienta que mães soropositivas devem ser orientadas a inibir a lactação, substituindo o leite materno por fórmulas infantis fornecidas gratuitamente pelo governo. Formas de transmissão e prevenção O contágio do HTLV é semelhante ao de outras Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). As principais vias são: Relações sexuais desprotegidas: Amamentação, que é a principal via de transmissão vertical. Compartilhamento de agulhas, que há riscos ligados ao uso de drogas injetáveis. Transfusões e transplantes, controlados por triagem obrigatória em bancos de sangue. O perigo da falta de informação De acordo com o infectologista Carlos Brites, a falta de informação é o maior obstáculo. “O paciente pode carregar o vírus por 30 anos sem saber, até que surjam dificuldades para caminhar que são frequentemente confundidas com o envelhecimento natural ou problemas de coluna”, explica o especialista. O doutor destaca que o diagnóstico precoce e a fisioterapia especializada são fundamentais para manter a autonomia do paciente. Além do cuidado físico, ele reforça a necessidade de suporte psicossocial para combater o estigma que ainda envolve a doença.
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AtualizaçãoPublicações
Resposta ao ofício enviado ao Comitê Científico de Medicina de Viagem da Sociedade Brasileira de Infectologia com os seguintes questionamentos:
São Paulo, 18 de março de 2026 Há recomendação formal, em diretrizes nacionais vigentes, para utilização de doxiciclinacomo quimioprofilaxia para malária no território brasileiro para profissionais de saúde? Não há recomendação formal, nas diretrizes nacionais vigentes, para o uso rotineiro dedoxiciclina como quimioprofilaxia da malária por profissionais de saúde em atuação noterritório brasileiro. Os documentos do Ministério da Saúde indicam que, no contextoepidemiológico nacional — caracterizado pelo predomínio de Plasmodium vivax e pela ampladisponibilidade de diagnóstico e tratamento — a estratégia prioritária de controle baseia-seem medidas de proteção contra picadas de mosquitos, diagnóstico precoce e tratamentooportuno. Entretanto, essa orientação não constitui contraindicação absoluta. É importante distinguir oprofissional que reside em área endêmica daquele que se desloca temporariamente,proveniente de região sem transmissão, para atuar em situações específicas, como missõesemergenciais ou assistência em áreas remotas com transmissão ativa de malária e possívellimitação de acesso ao diagnóstico e tratamento. Nessas circunstâncias, a decisão pode ser individualizada, considerando intensidade e duraçãoda exposição, localização da atividade, acesso a serviços de saúde e condições clínicas doindivíduo. Assim, embora não exista recomendação rotineira, a quimioprofilaxia pode serconsiderada de forma excepcional após avaliação individual de risco-benefício. Existe indicação de quimioprofilaxia para malária em protocolos do Sistema Único deSaúde (SUS)? Não. A quimioprofilaxia da malária não integra as estratégias de rotina previstas nosprotocolos assistenciais do Sistema Único de Saúde (SUS). As diretrizes do Ministério da Saúdepriorizam medidas de proteção individual contra picadas de mosquitos, diagnóstico precoce etratamento imediato, abordagem considerada mais adequada diante do predomíniode Plasmodium vivax e da ampla rede de diagnóstico e tratamento disponível no país. Por esse motivo, os documentos oficiais não recomendam quimioprofilaxia de forma rotineirapara viajantes em território nacional. Entretanto, a literatura de medicina de viagem e aspróprias orientações do Ministério da Saúde reconhecem que a decisão pode serindividualizada em situações específicas. Nessa avaliação devem ser considerados fatores como destino, intensidade e duração daexposição, presença de transmissão por Plasmodium falciparum, acesso oportuno adiagnóstico e tratamento e condições clínicas do viajante. Assim, embora não faça parte dasestratégias rotineiras do SUS, a quimioprofilaxia pode ser considerada de forma excepcional nocontexto de aconselhamento pré-viagem. A conduta mencionada encontra respaldo em diretrizes oficiais do Ministério da Saúdeatualmente vigentes? A indicação rotineira de quimioprofilaxia da malária no território brasileiro não encontrarespaldo nas diretrizes mais recentes do Ministério da Saúde. O Guia de Tratamento daMalária no Brasil (2021) orienta que, no contexto epidemiológico nacional — caracterizadopelo predomínio de Plasmodium vivax e pela ampla disponibilidade de rede para diagnóstico etratamento — a quimioprofilaxia não é indicada de forma rotineira para viajantes em territórionacional. Entretanto, documentos do próprio Ministério da Saúde reconhecem a quimioprofilaxia comouma estratégia possível em situações específicas. O Guia para Profissionais de Saúde sobrePrevenção da Malária em Viajantes (2008) descreve essa medida como opção que pode serconsiderada após avaliação individual de risco, especialmente em contextos de exposiçãorelevante a Plasmodium falciparum. Nesse documento, doxiciclina, mefloquina e cloroquinasão citadas como opções profiláticas disponíveis. Assim, embora não exista recomendação de uso rotineiro nas diretrizes atuais, reconhece-seque a decisão pode ser individualizada em situações especiais, considerando características daviagem e do viajante. Do ponto de vista da prática médica no Brasil, a indicação de quimioprofilaxia paramalária constitui conduta rotineira ou recomendada? Do ponto de vista da prática médica no Brasil, a quimioprofilaxia para malária não constituiconduta rotineira nem universalmente recomendada para deslocamentos em territórionacional. A estratégia predominante baseia-se em medidas de proteção contra picadas demosquitos, diagnóstico precoce e tratamento oportuno. Entretanto, isso não equivale a contraindicação absoluta. Em determinadas circunstâncias —particularmente quando houver exposição relevante em áreas remotas com transmissão ativa,risco de infecção por Plasmodium falciparum, permanência prolongada ou dificuldade deacesso ao diagnóstico e …
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AtualizaçãoPublicações
Manifestação da Sociedade Brasileira de Infectologia de reconhecimento pela publicação de documentos estratégicos para o fortalecimento da prevenção e controle das infecções relacionadas à assistência à saúde, da resistência microbiana e da segurança do paciente no Brasil
São Paulo, 13 de março de 2026. De: Sociedade Brasileira de Infectologia – Comitê de IRAS, Qualidade/Segurança e Resistência Microbiana Para: Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISAA/C Dr. Leandro Pinheiro SafatleDiretor-Presidente da Anvisa Cópia para: Dr. Thiago Lopes Cardoso CamposDiretor da Quinta Diretoria da Anvisa Prezado Senhor, A Sociedade Brasileira de Infectologia, por meio de seu Comitê de IRAS, Qualidade/Segurança e Resistência Microbiana, vem, respeitosamente, manifestar seu reconhecimento institucional à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) pela publicação, em 2026, da atualização de documentos técnicos relevantes destinados ao fortalecimento das ações de prevenção e controle de infecções relacionadas à assistência à saúde, à resistência microbiana e à promoção da segurança do paciente no Brasil. Destacamos, em especial, a publicação do Plano Nacional de Prevenção e Controle de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde – PNPCIRAS 2026–2030 e do Plano Integrado de Segurança do Paciente 2026–2030. A publicação da atualização do Programa Nacional de Prevenção e Controle de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (PNPCIRAS) 2026–2030 pela Portaria nº 79, de 28 de janeiro de 2026, além de dar continuidade a versões anteriores (PNPCIRAS 2013-2015; PNPCIRAS 2016-2020; PNPCIRAS 2021-2025), constitui uma ferramenta estratégica importante para orientar o planejamento, a implementação, monitoramento e consolidação de ações em nível nacional, contribuindo para a redução das IRAS, para o enfrentamento da resistência microbiana e para o fortalecimento da segurança do paciente no país. Cabe destacar que o PNPCIRAS com vigência para 2026-2030 foi elaborado pela GVIMS/GGTES/Anvisa, em colaboração com a CNCIRAS (Comissão Nacional de Controle de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde), com a Câmara Técnica de Resistência Microbiana em Serviços de Saúde (CATREM) e com as Coordenações Estaduais / Distrital/ Municipais de Prevenção e Controle de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde. O programa foi fundamentado nos componentes essenciais da OMS, considerando os resultados da avaliação do programa realizada em 2024, os resultados do PNPCIRAS 2021-2025 e as melhores evidências científicas disponíveis. Entre seus principais eixos estão o fortalecimento dos programas de prevenção e controle de infecções nos serviços de saúde, o aprimoramento da vigilância epidemiológica das infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS), a promoção de boas práticas assistenciais — como higiene das mãos, limpeza e desinfecção de superfícies e uso seguro de dispositivos invasivos — e o desenvolvimento de estratégias para prevenir e controlar a disseminação de microrganismos multirresistentes, incluindo ações voltadas ao uso racional de antimicrobianos. Entendemos que publicações como estas são extremamente relevantes para guiar não só as instituições de saúde, mas também as Comissões de Prevenção e Controle de IRAS Estaduais e Municipais nas ações a serem desenvolvidas e monitoradas em prol da redução das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde e da Resistência Microbiana. Além disso, considerando o conceito de multiprofissionalidade e a necessidade de trabalho em colaboração, este programa representa a reunião de diversas instâncias profissionais alinhadas a um único objetivo: promover a segurança e a qualidade da assistência em nosso país. Quanto à publicação da atualização do Plano Integrado de Segurança do Paciente 2026–2030, aprovado pela PORTARIA MS/Anvisa nº 80, DE 28 DE JANEIRO DE 2026, destacamos a evolução e consolidação das ações relacionadas à Avaliação Nacional das Práticas de Segurança do Paciente, demonstrando a continuidade das publicações anteriores do Plano Integrado de Segurança do Paciente, versões 2015–2020 e 2021-2025. No Plano Integrado de Segurança do Paciente 2015-2020 o objetivo central foi integrar as ações do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS) para a gestão da segurança do paciente em Serviços de Saúde do País, visando à identificação e redução de riscos relacionados à assistência à saúde, servindo como base para o monitoramento e …
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Em matéria sobre Mpox publicada no G1, Dr. Álvaro Costa representou a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) explicando sintomas, formas de contágio, risco de morte e quem deve se vacinar. Leia aqui: https://g1.globo.com/saude/noticia/2026/03/06/saiba-se-mpox-mata-pega-pelo-ar-beijo-transmite-principais-duvidas.ghtml
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O Ministério da Saúde confirmou 140 casos de mpox em 2026, além de 539 suspeitos e 9 prováveis. Até o momento, não houve óbitos. Em entrevista ao Estadão, Dr. Álvaro Costa representou a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) e reforçou a importância da vigilância contínua e da comunicação responsável para conter a disseminação da doença. Leia aqui: Brasil chega a 140 casos confirmados de mpox em 2026 – Estadão
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Natal recebe o X Congresso Norte-Nordeste de Infectologia em junho de 2026
Evento reunirá especialistas, pesquisadores e profissionais de saúde para discutir os principais desafios das doenças infecciosas no Brasil e no mundo São Paulo, março de 2026 – Entre os dias 4 e 6 de junho de 2026, a cidade de Natal (RN) sediará o X Congresso Norte-Nordeste de Infectologia, um dos principais encontros científicos da especialidade nas regiões Norte e Nordeste do país. O evento reunirá infectologistas, pesquisadores, profissionais da saúde e estudantes em uma programação dedicada à atualização científica, discussão de evidências e troca de experiências sobre os principais temas da infectologia contemporânea. Atualização científica e integração regional Com uma programação que inclui conferências, mesas-redondas, simpósios e sessões científicas, o congresso busca promover o debate sobre desafios atuais no diagnóstico, tratamento e prevenção das doenças infecciosas. A iniciativa também reforça a importância da integração entre serviços de saúde, universidades e centros de pesquisa das regiões Norte e Nordeste, ampliando o intercâmbio de conhecimento entre especialistas que atuam em diferentes realidades epidemiológicas do país. Entre os temas previstos na programação científica estão: Espaço para apresentação de pesquisas O congresso também contará com sessões dedicadas à apresentação de trabalhos científicos, estimulando a participação de pesquisadores e profissionais em formação. Os estudos submetidos serão avaliados pela comissão científica e poderão ser apresentados em formato de e-pôster ou apresentação oral, com premiação para os trabalhos de maior destaque. A iniciativa contribui para estimular a produção científica e a divulgação de pesquisas desenvolvidas na área de infectologia, especialmente nas regiões Norte e Nordeste. Regiões estratégicas para a vigilância de doenças infecciosas As regiões Norte e Nordeste ocupam um papel estratégico na vigilância epidemiológica brasileira. Características como diversidade climática, presença de áreas tropicais, intensa circulação de pessoas e desigualdades no acesso aos serviços de saúde tornam esses territórios fundamentais para a observação de padrões de transmissão e surgimento de doenças infecciosas. Historicamente, muitas enfermidades de relevância nacional, como arboviroses, leishmanioses, hepatites virais e doenças tropicais negligenciadas, apresentam forte impacto nessas regiões, o que reforça a importância de centros de pesquisa, serviços especializados e profissionais capacitados para o diagnóstico e manejo dessas condições. Nesse contexto, encontros científicos regionais desempenham um papel importante ao estimular a troca de experiências entre especialistas que atuam diretamente nesses cenários epidemiológicos, contribuindo para o fortalecimento da vigilância, da pesquisa e da resposta em saúde pública no país. Serviço X Congresso Norte-Nordeste de InfectologiaData: 4 a 6 de junho de 2026Local: Natal (RN)Informações e inscrições: https://www.infectonortenordeste.com.br/ Inscrições As inscrições já estão abertas pelo site oficial do evento. Os interessados podem aproveitar os valores do 1º lote até o dia 15 de abril de 2026, garantindo a tarifa promocional do congresso, com possibilidade de parcelamento em até três vezes sem juros. Confira os valores promocionais (até 15/04):
