Estudo conduzido pela Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP-USP) busca a participação de equipes multiprofissionais que atuam na assistência a pessoas vivendo com HIV.
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Da preservação ambiental à Saúde Única: como o desequilíbrio ambiental aumenta o risco de novas pandemias
Entenda por que a prevenção do próximo grande surto infeccioso depende da forma como o ser humano interage com a fauna silvestre e o meio ambiente
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Conheça 5 vacinas que transformaram a história da infectologia e salvaram milhões de vidas
Da primeira doença erradicada no mundo à prevenção de cânceres associados a infecções, conheça cinco vacinas que mudaram o rumo da medicina e salvaram milhões de vidas
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Como o Stewardship Antimicrobiano qualifica o uso de antibióticos e protege pacientes
Programas de Gerenciamento do Uso de Antimicrobianos ajudam hospitais a reduzir resistência bacteriana, melhorar resultados clínicos e garantir terapias mais seguras
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Antibiótico não trata gripe: SBI alerta para riscos da automedicação e da resistência bacteriana
Medicamentos indicados para combater bactérias não têm efeito contra vírus respiratórios; entenda por que o uso inadequado contribui para o avanço das superbactérias e saiba quando procurar atendimento médico
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Temos o prazer de divulgar os desfechos da concessão de patrocínios para a participação dos associados na “AIDS 2026, the 26th International AIDS Conference”, a ser realizada no Rio de Janeiro entre 26 e 31 de julho do corrente ano, a partir de um subsídio para participação nesse evento, concedido pela empresa GSK Brasil, à qual somos extremamente gratos.
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DestaqueNotíciasNotícias da Infectologia
NOTA OFICIAL: Posicionamento da SBI sobre a suspensão temporária da estratégia de vacinação com o imunizante Butantan-DV
A Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) vem a público manifestar seu apoio técnico e institucional à decisão preventiva do Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de descontinuar temporariamente a atual estratégia de vacinação contra a dengue com o imunizante Butantan-DV.
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Confira o e-book “Copa do Mundo FIFA 2026: Recomendações do Comitê de Medicina de Viagem”, reunindo orientações do planejamento pré-viagem ao retorno para uma viagem mais segura.
A Copa do Mundo FIFA 2026 será realizada entre 11 de junho e 19 de julho, com jogos nos Estados Unidos, Canadá e México. Diante do deslocamento internacional de grande volume de pessoas, da concentração de viajantes em eventos de massa e da diversidade epidemiológica dos países-sede, a preparação em saúde deve integrar o planejamento da viagem. A Sociedade Brasileira de Infectologia, por meio do Comitê de Medicina de Viagem, elaborou uma nota técnica com recomendações para viajantes, profissionais de saúde e serviços envolvidos na orientação pré-viagem. O documento reúne orientações sobre avaliação médica antes do embarque, atualização do calendário vacinal, prevenção de infecções respiratórias, segurança alimentar, diarreia do viajante, exposição a vetores e animais, prevenção de raiva e mordeduras, doenças transmitidas por carrapatos, cuidados relacionados a calor, multidões e segurança, infecções sexualmente transmissíveis, medicamentos para o kit de viagem e sinais de alerta após o retorno. A SBI reforça que a consulta pré-viagem deve ser realizada preferencialmente entre 4 e 8 semanas antes da partida, com avaliação individualizada conforme idade, comorbidades, gestação, imunossupressão, situação vacinal, itinerário, duração da viagem, tipo de hospedagem e atividades previstas. Mesmo quando a viagem está próxima, a avaliação médica ainda permite priorizar medidas essenciais, orientar condutas preventivas e reduzir riscos evitáveis. O material não substitui consulta médica individual. Recomendações sobre vacinas, profilaxias e cuidados em saúde devem ser definidas caso a caso, a partir do binômio viagem-viajante. Elaboração técnica: Andrey Biff Sarris, Antônio Camargo Martins, Clarissa Barros Madruga, Lessandra Michelin, Marcellus Dias da Costa, Mariana Margarita Martinez Quiroga, Pasesa Pascuala Quispe Torrez e Tânia do Socorro Souza Chaves, membros do Comitê de Medicina de Viagem da SBI. Revisão e aprovação: Karen Mirna Loro Morejón, diretora de Comunicação; André Bon Fernandes da Costa, coordenador dos Comitês de Medicina de Viagem, Medicina Tropical e Arboviroses; Tânia do Socorro Souza Chaves, presidente do Comitê de Medicina de Viagem; e Karis Marinho de Pinha Rodrigues, vice-presidente do Comitê de Medicina de Viagem. Confira o material completo da SBI e viaje com segurança:
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Florence Nightingale: protagonismo feminino na prevenção de infecção, enfermagem, epidemiologia e reformas de serviços de saúde
Florence Nightingale (1820–1910) é amplamente conhecida como a fundadora da enfermagem contemporânea e que também alcançou resultados inéditos na prevenção de infecção hospitalar.
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Brasil avança na implementação da vacinação contra Chikungunya: conheça os detalhes do imunizante produzido pelo Butantan
Desenvolvida em parceria com a farmacêutica Valneva, vacina de dose única representa um marco no enfrentamento das arboviroses no país O combate às arboviroses no Brasil ganha um novo aliado em 2026 com o avanço da implementação da vacina contra chikungunya. Desenvolvido em parceria entre o Instituto Butantan e a farmacêutica franco-austríaca Valneva, o imunizante representa um importante avanço tecnológico para a saúde pública e é a primeira vacina contra chikungunya de vírus vivo atenuado aprovada no Brasil. A chegada da vacina ocorre em um cenário de crescente preocupação com a doença no país. Além dos quadros febris agudos, a chikungunya pode provocar dores articulares intensas e persistentes, com impacto significativo na qualidade de vida dos pacientes por meses ou até anos após a infecção. Desenvolvimento e transferência de tecnologia A parceria entre o Instituto Butantan e a Valneva foi firmada em abril de 2020, embora o desenvolvimento da vacina já estivesse em andamento anteriormente. Enquanto a Valneva liderou o desenvolvimento inicial do imunizante, o Butantan participou do co-desenvolvimento da vacina, conduzindo estudos em áreas endêmicas e recebendo a transferência de tecnologia para futura produção nacional. No Brasil, a fase 3 dos estudos clínicos em adolescentes contou com a participação de 10 centros de pesquisa, contribuindo para a consolidação dos dados de segurança e imunogenicidade analisados pelas agências regulatórias. Dose única e alta resposta imune Segundo a Dra. Fernanda Boulos, diretora médica do Instituto Butantan, a vacina possui características que facilitam sua aplicação em larga escala. “A vacina contra chikungunya é uma vacina de vírus vivo atenuado, em dose única. Ela tem um perfil de segurança aceitável e confere proteção imune de 98,1% um ano após a vacinação”, destaca. Atualmente, no Brasil, a vacina está indicada para pessoas entre 18 e 59 anos. Por se tratar de uma vacina de vírus vivo atenuado, existem restrições para alguns grupos, como idosos, imunocomprometidos, gestantes e pessoas com comorbidades descompensadas. Estratégia piloto e expansão futura A aplicação da vacina começou em cidades selecionadas pelo Ministério da Saúde, dentro de uma estratégia piloto de vacinação que segue os modelos já utilizados pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) para outras vacinas. Segundo a Dra. Fernanda, essa etapa não configura um estudo clínico, mas sim uma estratégia de saúde pública. Por isso, não haverá divulgação de dados de proteção específicos por município. “A ampliação da imunização com essa vacina depende de uma decisão do PNI e do Ministério da Saúde sobre a incorporação definitiva da vacina e a definição das futuras estratégias de vacinação”, explica. Monitoramento em vida real Mesmo após o início da aplicação, o Instituto Butantan seguirá acompanhando o desempenho da vacina no cenário da vida real. Um estudo de efetividade será conduzido a partir do uso secundário de dados das bases públicas de saúde. Paralelamente, um estudo de segurança acompanhará grupos de vacinados para avaliação contínua dos eventos adversos e do comportamento do imunizante fora do ambiente controlado dos ensaios clínicos. Além do Brasil, outros países também podem se beneficiar da vacina. O imunizante já foi aprovado por importantes agências regulatórias internacionais, como a EMA (Agência Europeia de Medicamentos) e a Health Canada, permitindo sua utilização em países regulados por essas autoridades sanitárias.
