Em entrevista ao jornal O Globo, o infectologista Leonardo Weissmann (SP) apontou dois aspectos bem importantes do vírus Nipah: não temos tratamento até o momento e 75% é o risco de letalidade. Outro aspecto abordado é que quando o indivíduo é infectado, o Nipah se manifesta de diferentes formas, indo desde doenças respiratórias até encefalites (inflamação no cérebro) fatais, o que o torna preocupante e é prioritário, inclusive para a Organização Mundial da Saúde (OMS). https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/01/30/75percent-de-letalidade-sem-tratamentos-por-que-o-virus-nipah-assusta-a-comunidade-cientifica.ghtml
Júnior Rosa
-
-
-
Hoje, de acordo com especialistas, o risco de uma pandemia do vírus Nipah é bem baixo, tanto para se expandir para outras regiões indianas ou mesmo outros países. Diferente do SARS-CoV-2 (causador da Covid-19), que se propaga com facilidade por meio de partículas suspensas no ar, o vírus Nipah depende de contato íntimo e prolongado, relacionado aos fluidos corporais e frutas contaminadas por um morcego regional dos locais onde há casos. Nessa reportagem da Veja Saúde, com a colaboração do infectologista Benedito Fonseca (SP), várias dúvidas puderam ser esclarecidas. https://saude.abril.com.br/medicina/quais-sao-as-diferencas-entre-o-virus-nipah-e-a-covid-veja-nova-nota-da-oms-sobre-surto-na-india
-
Um surto do vírus Nipah na Índia e outros países asiáticos preocupa autoridades sanitárias. Mesmo com número restrito, até o momento, muitas pessoas estão em quarentena e um monitoramento da saúde pública já é realidade nesse início de 2026. Em entrevista para a Agência Brasil, o infectologista Benedito Fonseca (SP) não vê possibilidades de uma pandemia como a de covid-19, mas o acompanhamento dos casos e o controle do vírus está em execução. https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-01/autoridades-da-india-monitoram-reaparecimento-do-virus-nipah
-
Reportagem da Folha de S.Paulo com a infectologista Rosana Richtmann analisa o impacto da redução de várias vacinas para crianças nos Estados Unidos. Diversos imunizantes, incluindo hepatite A e rotavírus entre outros, foram retirados do calendário, mas sem um embasamento técnico-científico, o que preocupa bastante os profissionais de saúde, já que muitas pessoas devem ficar desprotegidas e vários casos de doenças preveníveis reaparecem. https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2026/01/como-a-reducao-na-recomendacao-de-vacinas-para-criancas-nos-eua-impacta-o-brasil.shtml
-
Informes SBI
Posicionamento da Sociedade Brasileira de Infectologia sobre os resultados do ENAMED 2025
por Júnior RosaPara ter acesso ao posicionamento da A Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) sobre o desempenho dos cursos de Medicina no país, com a divulgação dos resultados do ENAMED 2025, pode fazer download do arquivo disponível abaixo.
-
Informes SBI
Posicionamento da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) sobre a prescrição de antimicrobianos por enfermeiros
por Júnior RosaEstá disponível para download o posicionamento da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) sobre a prescrição de antimicrobianos por enfermeiros. Documento publicado em 23/1/2026.
-
O uso de antibióticos, infecção hospitalar e a necessidade de mais critérios para prescrição adequada de medicamentos expõem um grande problema de saúde pública no Brasil e no mundo: a resistência antimicrobiana. Nessa entrevista especial para o jornal O Globo, a infectologista Ana Cristina Gales (SP) analisa vários aspectos dessa questão e aponta alternativas viáveis para isso. https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/01/11/bacterias-resistentes-sao-um-importante-problema-de-saude-publica-no-brasil-diz-infectologista.ghtml
-
Epilepsia, déficit de atenção social, alterações oftalmológicas e calcificações cerebrais. Essas sequelas em pacientes com microcefalia relacionada ao vírus zika estão num novo estudo robusto conduzido por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e já publicado. Em reportagem da Folha de S.Paulo, com a participação do infectologista Kléber Luz (RN), analisa essas informações e aponta sobre a importância desses dados. https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2026/01/maioria-das-criancas-com-microcefalia-por-zika-tem-epilepsia-diz-estudo.shtml
-
Em reportagem do portal da Band, a infectologista Melissa Falcão (BA) explica o motivo pelo qual o verão é a época do ano mais propícia para a disseminação da dengue. Calor e água parada são aliados do vetor (mosquito) e os riscos das pessoas serem picadas e desenvolverem a dengue aumentam muito no verão. Uso de repelentes e vacina contribuem para evitar a dengue, além de várias outras medidas para evitar essa grave questão de saúde pública. https://www.band.com.br/saude/noticias/por-que-os-casos-de-dengue-explodem-no-verao-no-brasil-202512161205
