Em reportagem ao vivo sobre “Vacina da Dengue”, o Dr Lauro Pinto representou a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), ao falar sobre a suspensão da vacina contra Dengue do Instituto Butantan. Assista aqui: https://www.youtube.com/live/k7rOkEIXdKg
Destaque
-
-
DestaqueNotíciasNotícias da Infectologia
NOTA OFICIAL: Posicionamento da SBI sobre a suspensão temporária da estratégia de vacinação com o imunizante Butantan-DV
A Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) vem a público manifestar seu apoio técnico e institucional à decisão preventiva do Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de descontinuar temporariamente a atual estratégia de vacinação contra a dengue com o imunizante Butantan-DV.
-
DestaqueNotíciasSaiu na Imprensa
SAIU NA IMPRENSA: Ministério da Saúde anuncia suspensão temporária da vacinação contra Dengue
Em reportagem em rádio sobre a suspensão da vacinação contra dengue do Butantâ, a Dra Adriana Coracini representou a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), falando sobre dúvidas sobre o imunizante e acontecimentos causados pela vacina. Assista aqui: https://www.youtube.com/live/E0-BDtKPxoQ
-
DestaqueNotíciasSaiu na Imprensa
SAIU NA IMPRENSA: Vacinação é essencial para quem vai à Copa do Mundo de 2026
Em matéria sobre vacinação para a Copa do Mundo, a Dra Tânia Chaves representou a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), ao falar sobre reforços antes de viajar para assistir os jogos da Copa. Leia aqui: https://www.acritica.com/saude/vacinac-o-e-essencial-para-quem-vai-a-copa-do-mundo-de-2026-1.406241
-
DestaqueNotíciasSaiu na Imprensa
SAIU NA IMPRENSA: ‘A farmacovigilância no nosso país está funcionando muito bem’, afirma infectologista sobre suspensão da vacina do Butantan
Em reportagem sobre a suspensão da vacina da Dengue do Butantan, a Dra Rosana Ritchmann contribuiu para a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) falando sobre sua posição diante a decisão do Ministério da Saúde ao suspender a vacina. Assista aqui: https://g1.globo.com/globonews/globonewsmais/video/a-farmacovigilancia-no-nosso-pais-esta-funcionando-muito-bem-afirma-infectologista-sobre-suspensao-da-vacina-do-butantan-14682884.ghtml
-
DestaqueNotíciasSaiu na Imprensa
SAIU NA IMPRENSA: Bactéria encontrada na água Crystal não oferece riscos graves para maioria da população, diz médico
Em matéria sobre bactéria encontrada no lote da água Crystal, o Dr Klinger Faíco, contribuiu para a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), falando sobre a presença da mesma bactéria que contaminou o lote dos produtos Ypê e sobre os riscos para a população. Leia aqui: https: //www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2026/06/bacteria-encontrada-na-agua-crystal-nao-oferece-riscos-graves-para-maioria-da-populacao-diz-medico.shtml
-
NotíciasDestaqueSaiu na Imprensa
SAIU NA IMPRENSA: Exame não detecta vírus ebola em paciente internado em SP
Em matéria sobre Ebola, o Dr Alessandro Pasqualotto representou a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), falando sobre o vírus, sua formas de transmissão e sintomas. Assista aqui: https://www.youtube.com/live/LDK3lmPo5S8
-
DestaqueNotíciasNotícias SBI e Federadas
Dia Mundial do Meio Ambiente: por que a Saúde Única é fundamental para compreender os desafios sanitários do século XXI?
No Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, a Sociedade Brasileira de Infectologia reflete sobre uma conexão que influencia diretamente a saúde de todos nós: a relação entre seres humanos, animais, meio ambiente, condições de vida e informação. Enchentes, queimadas, desmatamento, perda da biodiversidade e eventos climáticos incrementais e extremos não são apenas questões ambientais. Eles afetam a forma como vivemos, trabalhamos, nos alimentamos, nos deslocamos e, consequentemente, impactam a ocorrência e a disseminação de doenças infecciosas. É justamente dessa compreensão que nasce o conceito de Saúde Única. A Saúde Única parte do princípio de que a saúde humana está profundamente conectada à saúde animal e ao equilíbrio dos ecossistemas. No entanto, essa abordagem vai além de uma simples visão integrada desses componentes. Trata-se de uma perspectiva transversal, que exige a colaboração entre diferentes áreas do conhecimento para compreender e enfrentar problemas complexos que não podem ser explicados por uma única disciplina. Médicos, veterinários, biólogos, ecologistas, epidemiologistas, cientistas sociais, profissionais da comunicação, gestores públicos, urbanistas, engenheiros, climatologistas e especialistas em tecnologia e dados, dentre outros, possuem papéis complementares na compreensão dos desafios sanitários contemporâneos. Essa característica torna a Saúde Única mais complexa, mas também ainda mais necessária. É fundamental compreender que doenças infecciosas não surgem nem se espalham apenas por características biológicas dos microrganismos: elas são influenciadas por fatores ambientais, sociais, econômicos, culturais e comportamentais que interagem de forma dinâmica e muitas vezes imprevisível. Por isso, a Saúde Única vem se consolidando como uma das principais bases conceituais da infectologia moderna. Nas últimas décadas, observamos um aumento na frequência e na complexidade de emergências sanitárias em todo o mundo. Mudanças ambientais têm favorecido a expansão de doenças transmitidas por vetores, como a dengue, alterado padrões epidemiológicos tradicionais e ampliado o risco de surgimento de novas zoonoses. Ao mesmo tempo, eventos climáticos extremos desafiam a capacidade de resposta dos sistemas de saúde. As enchentes favorecem a ocorrência de doenças como leptospirose, hepatite A, arboviroses e outras infecções relacionadas à contaminação da água. As queimadas e a poluição atmosférica aumentam a vulnerabilidade a infecções respiratórias, fragilizam organismos e agravam doenças pré-existentes. O desmatamento e a expansão de atividades humanas sobre áreas naturais ampliam o contato entre seres humanos, animais silvestres e agentes infecciosos antes restritos a determinados ecossistemas. Entretanto, compreender os desafios sanitários atuais exige olhar, de forma intencional e apurada, para outra dimensão fundamental: os determinantes sociais da saúde. Condições de moradia, acesso à água potável, saneamento básico, alimentação adequada, renda, escolaridade, acesso aos serviços de saúde e condições de trabalho influenciam diretamente o risco de adoecimento e a capacidade das pessoas de se protegerem diante das ameaças sanitárias. Os impactos das mudanças ambientais e climáticas, por exemplo, não são distribuídos de maneira igualitária na sociedade. Populações socialmente vulnerabilizadas costumam sofrer de forma mais intensa as consequências de enchentes, secas, ondas de calor, insegurança alimentar e exposição a doenças infecciosas. Isso significa que discutir Saúde Única também é discutir equidade. Além disso, um novo componente passou a desempenhar papel central na dinâmica das doenças: a informação. Vivemos em uma era em que notícias, opiniões, conteúdos científicos e desinformação circulam em velocidade sem precedentes e, muitas vezes, traduzidas com falsa equivalência. A forma como as pessoas recebem, interpretam e compartilham informações influencia diretamente comportamentos relacionados à saúde, como a adesão à vacinação, a busca por atendimento médico, a adoção de medidas de prevenção e a confiança nas instituições de saúde. Por essa razão, a comunicação tornou-se um elemento estratégico para a saúde pública e para a infectologia contemporânea. Hoje, compreender uma epidemia exige analisar não apenas a circulação de …
-
DestaqueNotíciasNotícias SBI e Federadas
Inscrições prorrogadas: bolsa de participação no AIDS 2026 (até 02/06)
Atendendo a solicitações, a Sociedade Brasileira de Infectologia prorrogou o prazo para submissão das candidaturas à bolsa de participação no AIDS 2026. O formulário poderá ser enviado até amanhã, 02 de junho de 2026 (terça-feira), às 23h59. A inscrição deverá ser encaminhada para o e-mail sbi@infectologia.org.br, com o formulário devidamente preenchido e anexado à mensagem. Assunto do e-mail: Bolsa AIDS 2026 Ressaltamos que candidaturas enviadas após o prazo estabelecido não poderão ser consideradas. Para mais informações sobre os critérios e o processo de seleção, consulte o regulamento da bolsa de participação no AIDS 2026. Clique aqui para baixar o formulário.
-
DestaqueNotícias da InfectologiaPrimário
Confira o e-book “Copa do Mundo FIFA 2026: Recomendações do Comitê de Medicina de Viagem”, reunindo orientações do planejamento pré-viagem ao retorno para uma viagem mais segura.
A Copa do Mundo FIFA 2026 será realizada entre 11 de junho e 19 de julho, com jogos nos Estados Unidos, Canadá e México. Diante do deslocamento internacional de grande volume de pessoas, da concentração de viajantes em eventos de massa e da diversidade epidemiológica dos países-sede, a preparação em saúde deve integrar o planejamento da viagem. A Sociedade Brasileira de Infectologia, por meio do Comitê de Medicina de Viagem, elaborou uma nota técnica com recomendações para viajantes, profissionais de saúde e serviços envolvidos na orientação pré-viagem. O documento reúne orientações sobre avaliação médica antes do embarque, atualização do calendário vacinal, prevenção de infecções respiratórias, segurança alimentar, diarreia do viajante, exposição a vetores e animais, prevenção de raiva e mordeduras, doenças transmitidas por carrapatos, cuidados relacionados a calor, multidões e segurança, infecções sexualmente transmissíveis, medicamentos para o kit de viagem e sinais de alerta após o retorno. A SBI reforça que a consulta pré-viagem deve ser realizada preferencialmente entre 4 e 8 semanas antes da partida, com avaliação individualizada conforme idade, comorbidades, gestação, imunossupressão, situação vacinal, itinerário, duração da viagem, tipo de hospedagem e atividades previstas. Mesmo quando a viagem está próxima, a avaliação médica ainda permite priorizar medidas essenciais, orientar condutas preventivas e reduzir riscos evitáveis. O material não substitui consulta médica individual. Recomendações sobre vacinas, profilaxias e cuidados em saúde devem ser definidas caso a caso, a partir do binômio viagem-viajante. Elaboração técnica: Andrey Biff Sarris, Antônio Camargo Martins, Clarissa Barros Madruga, Lessandra Michelin, Marcellus Dias da Costa, Mariana Margarita Martinez Quiroga, Pasesa Pascuala Quispe Torrez e Tânia do Socorro Souza Chaves, membros do Comitê de Medicina de Viagem da SBI. Revisão e aprovação: Karen Mirna Loro Morejón, diretora de Comunicação; André Bon Fernandes da Costa, coordenador dos Comitês de Medicina de Viagem, Medicina Tropical e Arboviroses; Tânia do Socorro Souza Chaves, presidente do Comitê de Medicina de Viagem; e Karis Marinho de Pinha Rodrigues, vice-presidente do Comitê de Medicina de Viagem. Confira o material completo da SBI e viaje com segurança:
