Evento reunirá especialistas, pesquisadores e profissionais de saúde para discutir os principais desafios das doenças infecciosas no Brasil e no mundo São Paulo, março de 2026 – Entre os dias 4 e 6 de junho de 2026, a cidade de Natal (RN) sediará o X Congresso Norte-Nordeste de Infectologia, um dos principais encontros científicos da especialidade nas regiões Norte e Nordeste do país. O evento reunirá infectologistas, pesquisadores, profissionais da saúde e estudantes em uma programação dedicada à atualização científica, discussão de evidências e troca de experiências sobre os principais temas da infectologia contemporânea. Atualização científica e integração regional Com uma programação que inclui conferências, mesas-redondas, simpósios e sessões científicas, o congresso busca promover o debate sobre desafios atuais no diagnóstico, tratamento e prevenção das doenças infecciosas. A iniciativa também reforça a importância da integração entre serviços de saúde, universidades e centros de pesquisa das regiões Norte e Nordeste, ampliando o intercâmbio de conhecimento entre especialistas que atuam em diferentes realidades epidemiológicas do país. Entre os temas previstos na programação científica estão: Espaço para apresentação de pesquisas O congresso também contará com sessões dedicadas à apresentação de trabalhos científicos, estimulando a participação de pesquisadores e profissionais em formação. Os estudos submetidos serão avaliados pela comissão científica e poderão ser apresentados em formato de e-pôster ou apresentação oral, com premiação para os trabalhos de maior destaque. A iniciativa contribui para estimular a produção científica e a divulgação de pesquisas desenvolvidas na área de infectologia, especialmente nas regiões Norte e Nordeste. Regiões estratégicas para a vigilância de doenças infecciosas As regiões Norte e Nordeste ocupam um papel estratégico na vigilância epidemiológica brasileira. Características como diversidade climática, presença de áreas tropicais, intensa circulação de pessoas e desigualdades no acesso aos serviços de saúde tornam esses territórios fundamentais para a observação de padrões de transmissão e surgimento de doenças infecciosas. Historicamente, muitas enfermidades de relevância nacional, como arboviroses, leishmanioses, hepatites virais e doenças tropicais negligenciadas, apresentam forte impacto nessas regiões, o que reforça a importância de centros de pesquisa, serviços especializados e profissionais capacitados para o diagnóstico e manejo dessas condições. Nesse contexto, encontros científicos regionais desempenham um papel importante ao estimular a troca de experiências entre especialistas que atuam diretamente nesses cenários epidemiológicos, contribuindo para o fortalecimento da vigilância, da pesquisa e da resposta em saúde pública no país. Serviço X Congresso Norte-Nordeste de InfectologiaData: 4 a 6 de junho de 2026Local: Natal (RN)Informações e inscrições: https://www.infectonortenordeste.com.br/ Inscrições As inscrições já estão abertas pelo site oficial do evento. Os interessados podem aproveitar os valores do 1º lote até o dia 15 de abril de 2026, garantindo a tarifa promocional do congresso, com possibilidade de parcelamento em até três vezes sem juros. Confira os valores promocionais (até 15/04):
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Pela primeira vez, SBI elege por voto direto os integrantes de seus Comitês Científicos
por Júnior RosaProcesso inédito amplia a transparência, fortalece a governança e consolida modelo mais democrático na principal entidade da infectologia brasileira São Paulo, 3 de março de 2026 – A Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) concluiu um marco histórico em sua trajetória institucional: pela primeira vez, os integrantes de seus 22 Comitês Científicos foram escolhidos por meio de processo eleitoral direto entre os associados. Até então indicados pela diretoria, os comitês passam a ser definidos por voto, em uma iniciativa que amplia a participação dos infectologistas de todo o país, fortalece a transparência institucional e consolida um modelo mais democrático de governança científica. A medida reafirma o compromisso da SBI com a representatividade nacional e com a construção coletiva das estratégias que orientam a infectologia brasileira. Comitês Científicos: o núcleo técnico da SBI Os Comitês Científicos constituem o principal braço técnico da Sociedade. São responsáveis por: Ao todo, 22 comitês estruturam as diferentes áreas da especialidade, contemplando temas prioritários e desafios contemporâneos da infectologia. Um processo eleitoral inédito A eleição foi realizada de forma eletrônica entre os dias 23 e 27 de fevereiro de 2026, garantindo segurança, rastreabilidade e ampla participação dos associados adimplentes em todo o território nacional. Uma vez eleitos, os membros dos comitês científicos elegerão seus próprios presidentes, reforçando ainda mais o processo democrático. A iniciativa representa um avanço institucional relevante, ao ampliar a legitimidade das lideranças científicas, estimular o engajamento dos associados, promover renovação e diversidade regional e reforçar a cultura de transparência na gestão. Com isso, a SBI inaugura um novo ciclo, no qual as decisões técnicas passam a refletir de maneira ainda mais direta a vontade da comunidade de infectologistas. Fortalecimento da infectologia brasileira Ao tornar o processo eleitoral parte da escolha de seus Comitês Científicos, a Sociedade Brasileira de Infectologia reafirma seu papel como entidade científica moderna, participativa e alinhada às melhores práticas de governança. “A maior vocação da Sociedade Brasileira de Infectologia é a ciência. Com o intuito de trazer mais transparência, diversidade regional e respeito ao mérito reconhecido pelos pares, a diretoria da SBI decidiu inovar na constituição dos novos membros de seus comitês científicos, que são o coração técnico e científico da nossa instituição. s eleitos terão a autonomia de escolher sua própria liderança, fortalecendo nossa missão de transformar evidências em orientações práticas que impactem a saúde da população. Congratulamos a todos que alcançaram este objetivo e contribuem para uma sociedade cientificamente melhor”, ressalta Ricardo Sobhie Diaz, presidente da SBI. Mais do que uma mudança administrativa, trata-se de um movimento estratégico que fortalece a produção técnica nacional, amplia a legitimidade das recomendações científicas e consolida a SBI como referência na condução da infectologia no Brasil. A nova composição dos comitês assume agora o desafio de contribuir ativamente para as diretrizes, debates e respostas aos principais temas da saúde pública brasileira nos próximos dois anos. Conheça os Comitês Científicos eleitos para o biênio 2026–2027 Abaixo, apresentamos os comitês e seus respectivos membros eleitos: Arboviroses Cuidados Paliativos Hanseníase Hepatites Virais HIV/AIDS Imunizações Infecções Comunitárias (inclui Cardiovasculares) Infecções em Transplantados e Imunodeprimidos Infecções Osteoarticulares IRAS, Qualidade/Segurança e Resistência Antimicrobiana *21 membros, incluindo da região Norte, e duas vagas empatadas Infecções Respiratórias Virais IST (Exceto HIV/AIDS) Infectologia Materno Infantil *entrou uma pessoa a mais por empate Infectopediatria Medicina de Viagem Medicina Tropical Micologia Neuroinfecções Parasitologia Clínica Patologia Clínica – Medicina Laboratorial Tuberculose e Outras Micobacterioses Saúde Única – Para conhecer a metodologia de seleção dos membros dos Comitês Científicos, clique aqui.
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“Não basta listar grupos, é preciso colocar uma ordem na priorização para as vacinas da Covid-19”
por SBIPara a infectologista Raquel Stucchi, consultora da SBI, controle da pandemia depende de muitos fatores, incluindo áreas prioritárias e regiões com maior número de pessoas com comorbidades
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Durante este último ano, nós, infectologistas, adquirimos uma enorme experiência por conta da pandemia de COVID-19.
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Em tempos de pandemia, infectologistas de Santa Catarina se uniram para se capacitar por meio da Internet
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O atual momento da Associação Médica Brasileira (AMB) é direcionado a enfrentar os grandes desafios da classe médica em todo o país, principalmente, relacionados à pandemia da Covid-19
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“Manifestação clínica da COVID-19 entre pacientes pediátricos têm peculiaridades que merecem atenção”
por SBIO infectologista e pediatra Marcelo Otsuka fala da necessidade de diagnósticos diferenciados entre os pacientes pediátricos
