Em matéria sobre “Dengue pode aumentar em 17 vezes o risco de síndrome de Guillain-Barré, aponta estudo da Fiocruz”, o Dr Paulo Gewehr representou a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) falando sobre estudo conduzido por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Bahia e publicado na revista científica The New England Journal Medicine. Leia aqui: https://www.estadao.com.br/pulsa/medicina-e-estudos/dengue-pode-aumentar-em-17-vezes-o-risco-de-sindrome-de-guillain-barre-aponta-estudo-da-fiocruz-nprm/
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SAIU NA IMPRENSA: Doença rara começa a ganhar resposta estruturada pelo SUS na Amazônia
Em matéria sobre “Doença de Jorge Lobo”, o Dr Klinger Faíco representou a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), falando sobre as condições da doença, formas de transmissão e o padrão de distribuição da doença. Leia aqui; https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2026/04/doenca-rara-comeca-a-ganhar-resposta-estruturada-pelo-sus-na-amazonia.shtml
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SAIU NA IMPRENSA: SP registra morte por febre amarela; veja quem deve se vacinar
Em matéria sobre febre amarela, o Dr César Carranza Tamayo representou a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) explicando sobre a importância da vacinação contra a febre amarela, riscos para a população e imunização. Leia aqui: https://www.estadao.com.br/pulsa/medicina-e-estudos/sp-registra-morte-por-febre-amarela-veja-quem-deve-se-vacinar-nprm/
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SBI Atualiza: série sobre Tuberculose traz debates sobre diagnóstico e resistência
A Sociedade Brasileira de Infectologia disponibiliza em seu canal no YouTube um novo módulo do projeto SBI Atualiza, desta vez dedicado à Tuberculose. Lançadas em 14 de abril, as quatro aulas abordam aspectos centrais do diagnóstico e do manejo clínico da doença, com foco na prática médica. A tuberculose segue como um dos principais desafios da saúde pública e da infectologia, tanto pela sua carga epidemiológica quanto pelas complexidades relacionadas ao diagnóstico, tratamento e controle. Nesse contexto, a nova série foi estruturada para oferecer atualização objetiva, baseada nas evidências mais recentes e aplicável ao dia a dia dos profissionais de saúde. O módulo reúne especialistas que discutem temas relevantes e atuais: Na Aula 1, o Dr. Max Igor Banks Ferreira Lopes aborda a viabilidade e a necessidade de testagem para Infecção Latente por Tuberculose (ILTB), trazendo reflexões sobre indicação e estratégias diagnósticas. Na Aula 2, a Dra. Valéria Rolla discute o papel da baciloscopia na atualidade, além de analisar perspectivas relacionadas à redução do tempo de tratamento da tuberculose ativa. A Aula 3 conta com a Dra. Mariângela Ribeiro Resende, que apresenta atualizações no manejo da tuberculose droga-resistente (TB-DR), um dos pontos mais desafiadores no controle da doença. Já na Aula 4, o Dr. Olavo Henrique Munhoz Leite explora os desafios e a importância do tratamento da ILTB em pessoas que vivem com HIV, destacando a interface entre as duas condições. As aulas estão disponíveis gratuitamente e podem ser acessadas na playlist SBI Atualiza – Tuberculose, no canal oficial da entidade no YouTube. Para acompanhar novos conteúdos e atualizações, a recomendação é se inscrever no canal da Sociedade Brasileira de Infectologia e ativar as notificações. Como assistir: As aulas são abertas e podem ser acessadas na playlist do canal da SBI no YouTube: SBI ATUALIZA – TUBERCULOSE
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SAIU NA IMPRENSA: Cidades do Vale do Paraíba intensificam medidas de combate à dengue
Em matéria sobre “Cidades do Vale do Paraíba intensificam medidas de combate à dengue”, a Dra Rosana Ritchmann, representou a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), explicando sobre baixa adesão à vacinação contra a dengue, quais são as causas, qual é a meta, por que a vacina está restrita a um determinado público. Ouça aqui: https://www.youtube.com/live/h-k_XxWmRJ0?t=550s
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SAIU NA IMPRENSA: Covid-19: veja perguntas e respostas sobre a variante BA. 3.2, identificada em 23 países
Em matéria sobre a variante BA 3.2, a Dr Rita Medeiros representou a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), explicando sobre o risco que variante representa à população. Leia aqui: https://www.estadao.com.br/saude/covid-19-veja-perguntas-e-respostas-sobre-a-variante-ba32-identificada-em-23-paises-nprm/
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SAIU NA IMPRENSA: Campanha nacional de vacinação contra a gripe começa neste sábado (28)
Em matéria sobre a Campanha de Vacinação da gripe, a Dra Rita Medeiros, representou a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), explicando sobre a diferença no calendário entre as regiões do país. Leia aqui: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2026/03/campanha-nacional-de-vacinacao-contra-a-gripe-comeca-neste-sabado-28.shtml
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INFOCUS 2026: Curitiba será a capital latino-americana da Micologia Clínica em julho
O 23º INFOCUS e o 2º ISHAM LATAM reúnem os maiores especialistas mundiais para debater os avanços no diagnóstico e tratamento de infecções fúngicas.
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3ª edição do curso oficial de atualização em Infectologia reúne especialistas para discutir avanços da área
Promovido pela Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) em parceria com o Grupo GEN, o curso oferece conteúdo científico atualizado voltado à prática clínica
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Dia Mundial da Tuberculose: abandono do tratamento ainda é um dos principais desafios para o controle da doença no Brasil
No Dia Mundial da Tuberculose, infectologistas alertam que a interrupção precoce da medicação compromete a cura e favorece o surgimento de formas resistentes da doença. São Paulo, março de 2026 – Celebrado em 24 de março, o Dia Mundial da Tuberculose reforça a importância do diagnóstico precoce, da adesão ao tratamento e da ampliação das estratégias de controle da doença. Apesar de ter cura e tratamento gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a tuberculose ainda representa um importante desafio de saúde pública no Brasil. De acordo com dados do Ministério da Saúde, o país registrou 85.936 novos casos de tuberculose em 2024, mantendo-se entre os países com alta carga da doença no cenário global. A mortalidade também permanece relevante: 6.025 óbitos foram registrados em 2023, o que representa uma média de aproximadamente 16 mortes por dia. Embora a taxa de detecção tenha alcançado cerca de 89% dos casos, o sucesso do tratamento de pacientes novos ainda gira em torno de 70% a 75%, abaixo da meta de 90% estabelecida pela Organização Mundial da Saúde. Para especialistas da Sociedade Brasileira de Infectologia, a adesão ao tratamento continua sendo um dos principais desafios para reduzir a incidência e a mortalidade da doença no país. Segundo o infectologista Max Igor Banks Ferreira Lopes, interromper a medicação antes do tempo recomendado pode comprometer a eficácia do tratamento. “Muitos pacientes deixam de tomar os medicamentos quando os sintomas começam a desaparecer. No entanto, a bactéria ainda está presente no organismo. A interrupção precoce do tratamento aumenta o risco de recaída e favorece o surgimento de resistência aos medicamentos”, explica. Adesão ao tratamento é fundamental para o controle da doença O tratamento da tuberculose dura, em média, seis meses e envolve o uso contínuo de antibióticos específicos. Quando realizado corretamente, as chances de cura são elevadas. Entretanto, a interrupção do tratamento pode levar ao desenvolvimento da tuberculose multirresistente (TB-MDR), condição em que a bactéria se torna resistente aos principais medicamentos utilizados no esquema inicial. Nesses casos, o tratamento é mais longo e complexo, podendo durar até dois anos e exigir o uso de medicamentos mais potentes. De acordo com a infectologista Valeria Cavalcanti Rolla, garantir a adesão ao tratamento é uma das estratégias centrais para reduzir a transmissão da doença. “Quando o tratamento é seguido corretamente, o paciente tem altas chances de cura e deixa de transmitir a doença. O abandono terapêutico, por outro lado, contribui para a manutenção da cadeia de transmissão na comunidade”, afirma. Coinfecção TB-HIV exige atenção A tuberculose também representa um risco maior para pessoas vivendo com HIV, que apresentam maior probabilidade de desenvolver formas graves da doença. Nesse contexto, especialistas destacam a importância do diagnóstico precoce, da integração entre os programas de controle da tuberculose e do HIV e da ampliação do acesso ao tratamento da infecção latente da tuberculose, estratégia essencial para reduzir o risco de adoecimento. Metas globais e estratégias de controle O Brasil integra o compromisso global liderado pela Organização Mundial da Saúde para reduzir em 95% o número de mortes por tuberculose e em 90% a incidência da doença até 2030. Entre as estratégias adotadas pelo Ministério da Saúde está o Tratamento Diretamente Observado (TDO), modelo em que profissionais de saúde acompanham a ingestão dos medicamentos para garantir a adesão ao tratamento. Para a Sociedade Brasileira de Infectologia, fortalecer o diagnóstico precoce, ampliar o acesso ao tratamento e enfrentar as vulnerabilidades sociais associadas à doença são medidas fundamentais para avançar no controle da tuberculose no país.
