Na Grande ABC, região metropolitana de São Paulo, uma questão importante de saúde pública preocupa os especialistas: a baixa adesão das doses de reforço da covid-19. A necessidade de se imunizar com a devida efetividade é com as doses completas, caso contrário, a proteção torna-se menor. Nessa reportagem do Diário do Grande ABC com a participação da infectologista Rosana Richtmann, um balanço da situação nessa região foi feito e apontaram diversas questões.
Saiu na Imprensa
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Até hoje muitas pessoas perguntam até quantos dias podemos transmitir o vírus da covid-19. Isso não é tão simples nem fácil determinar, pois pode variar entre as pessoas. Contudo, vários aspectos precisam ser analisados quando falamos em transmissibilidade desse vírus e está explicado nessa reportagem do UOL com colaboração do infectologista Alexandre Schwarzbold (RS). Além disso, temos que saber como está o quadro imunológico, status vacinal etc.
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Novas ondas de covid-19 pelo mundo, em especial na China acendem alerta para um crescimento no número de casos. Assim a organização Mundial de Saúde prevê em relação a subvariante Ômicron XBB.1.5. Com alta transmissibilidade, preocupa especialistas como o infectologista Julival Ribeiro (DF) em reportagem da revista Veja. As características dessa subvariante assim como o comportamento das pessoas vão expressar a realidade epidemiológica da covid-19 nos próximos meses.
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Da China vem um alerta importante em relação à covid-19: novas variantes e medidas contundentes mostram que a pandemia ainda desafia o mundo, em especial o país asiático com a maior população do mundo. O temor é que essa quinta chegue e se realmente estamos protegidos com as vacinas. Em reportagem do jornal O Povo, de Fortaleza (CE), o infectologista Igor Queiroz (RN) fala sobre essa questão da China, incluindo a falta de transparência das informações e o risco de que isso chegue até o Brasil.
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Hoje a transmissão vertical (de mãe para filho em processo gestacional) de HIV está em processo de queda no Brasil. Isso porque existem regras bem estabelecidas para evitar a contaminação de pacientes. Contudo, a gravidez de uma paciente com HIV demanda uma atenção especial e nessa reportagem do UOL o médico Marcelo Otsuka (SP) fez importantes considerações sobre isso.
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O Brasil vive um problema de saúde pública grave com a senguem, que está atingindo números muito elevados de casos e atualmente o recorde de mortes por essa arbovirose. Por falta de medidas sanitárias adequadas e permanentes, o mosquito transmissor se prolifera de forma exponencial e todo o país vive uma epidemia sem precedentes. Em entrevista ao Jornal Nacional, da Rede Globo, o infectologista Alexandre Naime Barbosa (SP) aponta algumas questões e alerta para o recorde de mortes em 2022.
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Atualmente, outra doença que está sendo bastante discutida é a herpes-zóster. Acomete mais pessoas acima dos 50 anos e causa uma série de problemas, por meses, incluindo dores muito intensas pelo corpo e é facilmente transmitida por contato de pele (físico) e por secreções respiratórias. Hoje, existe uma vacina aprovada com alta eficácia e indicada para pessoas a partir dos 50 anos. Nessa entrevista para a Rádio CNN Brasil, o infectologista Clóvis Arns da Cunha esclareceu várias dúvidas sobre essa doença, que muitas pessoas temem se contaminar.
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No Programa Encontro, da Rede Globo, o infectologista Antonio Bandeira (BA) abordou a questão preocupante a respeito da dengue no Brasil, principalmente pelos números exponenciais de casos e com quase mil mortes por ano, o que está bem próximo de ocorrer. O cenário dessa arbovirose é alarmante e o recorde de mortes um problema de saúde pública muito sério em todo o Brasil.
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Em entrevista para a Record News, o infectologista Marcelo Daher (GO) abordou a dengue enfatizando a necessidades de medidas de saúde pública para evitar a disseminação dessa doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. O Brasil está com descontrole da transmissão dessa doença e os índices de casos e mortes altamente significativos.
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Causador da doença do beijo, ou tecnicamente mononucleose infecciosa, o vírus é altamente frequente na população em geral, mas uma pequena parcela desenvolve a doença. Vale ressaltar que saliva, fluidos corporais e até dividir copos e talheres são situações de vulnerabilidade para se contaminar por esse vírus. Nessa reportagem do Globo Esporte, que contou com a infectologista Tania Vergara (RJ), está detalhada a descrição da doença, que acometeu a cantora Anitta e chama a atenção nesse momento, inclusive para os especialistas.
