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Em entrevista ao jornal O Globo, o infectologista Leonardo Weissmann (SP) apontou dois aspectos bem importantes do vírus Nipah: não temos tratamento até o momento e 75% é o risco de letalidade. Outro aspecto abordado é que quando o indivíduo é infectado, o Nipah se manifesta de diferentes formas, indo desde doenças respiratórias até encefalites (inflamação no cérebro) fatais, o que o torna preocupante e é prioritário, inclusive para a Organização Mundial da Saúde (OMS).
