O estado do Pará atualmente tem os mais altos índices de sarampo do Brasil. Mesmo durante a pandemia do novo coronavírus, os dados são expressivos dessa doença, que pode ser fatal . Em entrevista para a BBC Brasil, a infectologista Tânia Chaves analisou a situação e apontou a doença como um problema de saúde pública que também demanda atenção.
Saiu na Imprensa
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Os resultados preliminares da vacina de Oxford têm se mostrado promissores nos estudos realizados até o momento, incluindo a população idosa. Nessa reportagem do R7, o infectologista Munir Ayub, mostra a importância do desenvolvimento dessa vacina assim como as devidas ressalvas e os critérios que devem ser adotados.
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Uma live da VEJA SAÚDE focada no comportamento jovem foi realizada com os infectologistas Fabiana Bahia (BA) e Fábio Gaudenzi (SC). Durante uma hora, ambos puderam discutir vários aspectos, incluindo relaxamento das medidas recomendadas, participação em diversos eventos com grande numero de pessoas e sobretudo o real risco que essa população também tem de ser acometida pela COVID-19.
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O crescimento de casos de COVID-19 no Estado de São Paulo foi analisado pelo infectologista Leonardo Weissmann, da Sociedade Brasileira de Infectologia. A possibilidade de uma segunda onda da pandemia, número de casos e disponibilidade dos hospitais foram debatidos no Bom dia São Paulo, da Rede Globo.
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O Diretor científico da SBI, Sergio Cimerman, analisou no jornal das 10h, da Globonews a situação que estamos vivendo no Brasil com a pandemia do novo coronavírus. A adoção de medidas de distanciamento social, uso de máscaras e de álcool em gel devem ser cada mais reforçadas a fim de evitar um eventual colapso nos próximos meses.
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Em entrevista especial ao Bom dia São Paulo, da Rede Globo, o infectologista Leonardo Weissmann, consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia, abordou a questão do crescimento de casos e a importância das medidas para evitarmos situações como a que vivemos meses atrás.
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As medidas adotadas para as eleições municipais brasileiras durante a pandemia de COVID-19 devem surtir bons efeitos evitando contágio. Em reportagem do Correio Braziliense, a infectologista Eliana Bicudo (DF) informa que as precauções colocadas em prática devem evitar problemas em relação à contaminação.
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Reportagem da Folha de S.Paulo trouxe um debate bem relevante acerca das mutações do novo coronavírus, que tanto preocupa leigos e especialistas, sobretudo pelo potencial disso se tornar uma doença com novas características. Contudo, o que se sabe é que é normal a mutação, porém, de acordo com a infectologista Raquel Stucchi, muito precisa ser estudado ainda, desde o tempo da imunidade até uma evolução clínica distinta.
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Essa foi uma interessante discussão que os infectologistas Eduardo Medeiros e Carlos Fortaleza, da Sociedade Brasileira de Infectologia, numa live da Veja Saúde. Devemos nos preparar? Quando isso vai ocorrer por aqui? O verão facilita ou dificulta essa possível segunda onda? Temos respostas para isso e muito mais? Nessa live muitos aspectos puderam ser debatidos e trouxeram importantes informações.
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O uso de máscaras para proteção contra o novo coronavírus não acarreta em riscos para a saúde. Em reportagem especial da rádio CBN, o infectologista Leonardo Weissmann esclareceu que devemos manter a recomendação de usar máscaras, o que não causa malefícios nem em indivíduos com comprometimento pulmonar grave. Informações falsas divulgadas por um suposto médico de Belo Horizonte nas redes sociais associam o uso ao aumento da concentração de gás carbônico no cérebro, risco de trombose e problemas intestinais, o que não tem qualquer evidência científica e a informação sem qualquer embasamento com os quadros relatados.
