Na última semana o Ministério da Saúde suspendeu os exames de genotipagem no Sistema Único de Saúde (SUS) para pessoas que vivem com HIV, Aids (a doença causada pelo vírus) e hepatites virais. Pode ser uma questão contratual, porém, a desassistência de pacientes pode ser um fato prejudicial. Em entrevista para a IstoE/Estadão, os infectologistas Marcelo Simão e Paulo Abrão, ambos da SBI, avaliaram o comprometimento que isso pode trazer para a saúde desses pacientes.
Saiu na Imprensa
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Numa reportagem especial do UOL, foi traçado um amplo perfil da situação atual da Aids no Brasil. Com os números atuais e os comportamentos de risco ainda presentes, mesmo em tempos de pandemia, a Aids depende de atenção, já que muitos pacientes convivem com HIV no Brasil e precisam de acompanhamento médico. O infectologista Valdez Madruga avaliou vários aspectos desse problema no Brasil.
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O retorno das aulas e a chegada da vacina contra o novo coronavírus nos próximos meses colocam em questão a importância de manter o comportamento de distanciamento social, uso de máscaras e de álcool em gel. Nessa reportagem da Gazeta do Povo, que tem a participação do presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia, Clovis Arns da Cunha, vários aspectos foram debatidos para orientar pais sobre a volta às aulas.
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Numa entrevista especial para a Rádio CBN, o infectologista Antônio Bandeira, diretor da Sociedade Brasileira de Infectologia, pode traçar um panorama atual da pandemia no Brasil e sobretudo dos riscos de aumentarmos os números de casos e sobrecarga dos serviços de saúde, públicos e privados
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O infectologista Igor Queiroz (RN) teve uma participação especial na live da Veja Saúde e o tema em questão foram as aglomerações, uma grande preocupação de especialistas, principalmente agora com a chegada das festas de fim de ano. Vários aspectos foram discutidos, indo desde transporte público, festas, eventos religiosos entre outros.
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Os gastos atuais com campanhas de conscientização sobre a pandemia de COVID-19 estão no em questão mais pelo posicionamento do governo brasileiro do que pela sua real importância. Medidas reconhecidas pelos especialistas não estão em foco e foram abordadas em reportagem da Folha de S.Paulo com entrevista do infectologista José David Urbaéz (DF).
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Em entrevista especial ao G1, o presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia, Clovis Arns da Cunha, enfatizou a importância de mantermos as medidas preventivas por mais alguns meses como uma das formas de nos protegermos do novo coronavírus, sobretudo antes da aprovação de vacina contra COVID-19.
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Dúvidas e questionamentos a respeito do uso frequente de máscaras foram esclarecidas pelas infectologistas Melissa Medeiros e Raquel Stucchi em reportagem do Estado de Minas. A comprovação de que o uso protege contra o novo coronavírus foi apontado com benefício comprovado e recomendado por especialistas de todo o mundo.
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Em entrevista para a revista Epoca, Marcelo Otsuka, consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia, discutiu os critérios de inclusão de grupos prioritários após a aprovação da vacina para COVID-19. Além de direcionar a idosos, profissionais de saúde e pessoas em situação de risco, outras questões como a distribuição e a logística também devem ser avaliadas para essa vacina.
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Mais uma live sobre COVID-19 e dessa vez o tema foi futebol na Veja Saúde. O esporte mais praticado no país também está no centro das atenções, já que amadores e profissionais podem se contaminar e os riscos são significativos se não forem tomadas as devidas providências dentro e fora do campo. Os debatedores foram Carlos Starling, consultor da SBI (MG), e o ortopedista Ivan Pacheco (RS).
