A realização de jogos e grandes ainda representa um risco significativo de contaminação pelo novo coronavírus. Diante do atual cenário da pandemia no Brasil, o jogo da final da Copa Libertadores no Rio de Janeiro representa um risco, sobretudo pela participação de milhares de pessoas, que previamente estão autorizadas a assistir o jogo no dia 30/1. Reportagem do jornal O Estado de S.Paulo entrevistou o infectologista Jaime Rocha, consultor da SBI, que destacou os grandes problemas que um evento como esse pode trazer aos participantes, mesmo com a adoção de medidas.
Saiu na Imprensa
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O presidente da SBI, Clovis Arns da Cunha e o Leonardo Weissmann, consultor da SBI participaram de um projeto especial da revista Veja, que trouxe importantes reflexões sobre imunização no Brasil. Na publicação, importantes pesquisadores abordaram a realidade da pandemia no Brasil e analisaram as mais relevantes questões acerca do plano de vacinação contra COVID-19 na atualidade.
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A aplicação da vacina contra COVID-19 no Brasil passa por desafios num país de contrastes e de dimensões continentais. A quantidade ainda não suficiente para atender a demanda assim como a distribuição de doses e os critérios de grupos de prioridades foram pauta dessa live do Jornal da Record, que contou com a participação de Raquel Stucchi, consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia.
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Após a aprovação de duas vacinas no Brasil, o plano de imunização foi colocado em prática, mas uma série de problemas já surgiram na primeira semana. Além de burlarem as regras em vários locais, a quantidade ainda é bem insuficiente para se conseguir algum efeito para a saúde pública. A chegada de mais vacinas trouxe uma outra questão: quais critérios devem ser adotados para a escolha dos pacientes? Matéria do Jornal Nacional discutiu isso com a participação do infectologista Clovis Arns da Cunha, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).
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Diante do novo momento da pandemia, com a segunda onda, novas cepas, a relevância do uso constante de máscaras por toda a população torna-se uma medida indispensável até mesmo para evitar contaminação entre as pessoas, já que as gotículas são focos de proliferação do novo coronavírus. Em reportagem do Estadão/Terra, os infectologistas Raquel Stucchi e Leonardo Weissmann, consultores da Sociedade Brasileira de Infectologia reforçam essa recomendação sobre uso de máscaras.
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Até o momento não há comprovação científica a respeito de tratamento precoce para COVID-19. Baseado nisso, a Associação Médica Brasileira e a Sociedade Brasileira de Infectologia publicaram um informativo não recomendando esse tipo de tratamento, já que existem iniciativas que ainda orientam isso e não há resultados clínicos bem-sucedidos em quem se submete a esses tratamentos. Reportagem da revista Epoca destaca esse posicionamento conjunto.
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Numa reportagem especial do portal G1, a infectologista Eliana Bicudo, consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia, participou abordando questões acerca da vacina contra COVID-19.
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Os diferentes tipos de vacina para COVID-19 que estão disponíveis e aprovadas no Brasil foram pauta dessa reportagem da Rede Record. Nessa matéria os especialistas, entre eles Estêvão Urbano, diretor da Sociedade Brasileira de infectologia, puderam detalhar bem as diferenças entre as vacinas e a importância de se tomar e manter as medidas adotadas desde o início da pandemia.
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Qual o impacto da aprovação de duas vacinas para COVID-19 para a saúde pública? Em entrevista para a Band News, o diretor científico da Sociedade brasileira de infectologia, Sergio Cimerman, respondeu sobre a importância disso para a realidade brasileira.
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O infectologista Renato Grinbaum, consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia, abordou a questão da falta de leitos em São Paulo e como isso pode, de fato, comprometer a saúde pública e o atendimento de pacientes com COVID-19 para o Hora1, da Rede Globo.
