A descoberta das novas variantes relacionadas à COVID-19 trouxe uma nova questão: devemos usar mais máscaras ou adotar a N95, de uso direcionado a profissionais de saúde? Na Europa e nos Estados Unidos isso está sendo bastante discutido e aqui no Brasil muito tem se falado, mas ainda faltam consensos entre os pesquisadores a respeito do que realmente é indicado nas mais variadas situações. Nessa entrevista especial ao portal UOL, os infectologistas Antonio bandeira e Raquel Stucchi, fazem importantes críticas a novas propostas do uso de máscaras.
Saiu na Imprensa
-
-
Mais uma vez o Brasil vai ter a final de um campeonato com a presença de torcedores. Dessa vez será no Allianz Parque, em São Paulo, que terá a transmissão da final da Copa do Brasil. O jogo será em Porto Alegre, mas já expõe uma questão de saúde pública, mesmo com a adoção de medidas. De acordo com Marcelo Simão e Marcelo Otsuka, consultores da SBI, em entrevista ao Terra, há risco nesse tipo de evento, sobretudo com aglomerações e falta de controle rigoroso junto ao grande público presente.
-
Num vídeo especial para o Medscape, o coordenador científico da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), Sergio Cimerman esclarece dúvidas as principais “variantes de atenção” do SARS-CoV-2; No Brasil, estão comprometendo ainda mais a saúde pública assim como o controle da pandemia.
-
A polêmica da falta de vacinas em diversas cidades brasileiras é mais um aspecto agregado a uma pandemia descontrolada. Nessa reportagem da revista IstoÉ, o infectologista Antonio Bandeira, diretor da Sociedade Brasileira de Infectologia, questiona os motivos da falta e o que isso pode acarretar para a saúde pública a médio prazo
-
Desde o início da vacinação contra a COVID-19, o Brasil tem enfrentado problemas em todo o país para aplicar as vacinas na população. A indefinição de uma política centralizada, a comunicação comprometida e agora a falta de doses expõem uma realidade que tem preocupado muito os especialistas em saúde pública. Em reportagem para o Jornal da Globo, o coordenador científico da SBI, Sergio Cimerman, analisa essa situação que tem colocado o Brasil como um contraexemplo no combate à pandemia.
-
O risco de se contaminar em feiras livres com o novo coronavírus é uma questão bem frequente entre as pessoas que vão regularmente comprar frutas, verduras e demais produtos. Numa reportagem da TV Cultura, o infectologista Marcos Cyrillo, diretor da Sociedade Brasileira de Infectologia, deu importantes dicas no Jornal da Cultura (TV Cultura) para que as pessoas não tenham problemas ao fazer compras ou consumir bebida e alimentos em feiras livres.
-
Em reportagem do jornal Extra, a infectologista Tânia Vergara (RJ) alerta para que todos fiquem atentos durante todo o processo de aplicação da vacina. Observar o conteúdo da seringa antes e depois da aplicação para se certificar que o procedimento foi realmente efetivado e com a devida segurança. Foram relatados casos de ‘vacina de vento’(sem conteúdo) e inclusive denúncias em algumas cidades brasileiras.
-
Os vários medicamentos indicados pelo governo brasileiro para o tratamento da COVID-19 têm gerado muitas controvérsias na comunidade científica. Além da falta de comprovação científica, muitos desses medicamentos provocam reações adversas e não há indicação em bula para a finalidade de tratamento de COVID-19. O infectologista Julival Ribeiro (DF) aponta vários problemas para o uso dos medicamentos do Kit COVID e ainda aponta as sequelas em reportagem especial do jornal Estado de Minas.
-
No Ceará, em 2020, houve um aumento exponencial de aquisição de medicamentos sem comprovação científica para COVID-19 pela população em geral. Isso é motivo de grande preocupação entre os especialistas e baseados em informações do governo brasileiro que respaldam um tratamento sem comprovação até o momento. Reportagem do Diário do Nordeste mostra os reais problemas desse consumo exagerado com ênfase em informativo oficial da Sociedade Brasileira de Infectologia.
-
A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) avaliou 79 medicamentos que estão em pesquisa e compilou em um novo banco de dados a fim de obter informações criteriosas para os pacientes com COVID-19. O objetivo é que tudo tenha as melhores evidências científicas. Em entrevista ao Medscape, o infectologista Julival Ribeiro (DF) apontou a relevância dessa iniciativa.
