O mês de março de 2021 será marcado como o pior da história até o momento por conta da pandemia do novo coronavírus. Em todo o Brasil, os leitos de enfermarias e UTIs estão cheios ou lotados e a situação é preocupante e marcada pelo colapso. Em entrevista ao G1, o presidente da SBI, Clovis Arns da Cunha, analisa o quadro da COVID-19 e a gravidade de todos os sistemas de saúde por conta do volume excessivo de atendimento a pacientes com COVID-19.
Saiu na Imprensa
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Numa extensa entrevista à rádio CBN, o infectologista Carlos Starling (MG) analisou detidamente vários aspectos da pandemia no Brasil apontando os aprendizados e sobretudo as perspectivas para evitar os problemas enfrentados em outros momentos da pandemia em todo o Brasil.
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Matéria do jornal O Globo baseada no rastreamento anônimo de aparelhos feitos pelo Google atestam que a movimentação de pessoas em áreas públicas, principalmente em feriados como Natal e carnaval, é relacionada ao aumento do número de casos da COVID-19 nas regiões analisadas. O infectologista Alberto Chebabo, vice-presidente da SBI foi fonte para a reportagem.
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O passaporte para assistir a um jogo de futebol será a carteirinha vacinação contra COVID-19. De acordo com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), a presença do público nas competições nacionais só deve ocorrer depois que a população for imunizada contra a covid-19. Mesmo assim, uma cautela redobrada deve ocorre. Assim aponta a infectologista Sylvia Lemos (PE), fonte especial dessa matéria, alertando para o grande risco de aglomerações nas partidas e a necessidade de uso de máscaras.
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Escolher qual paciente deve ser internado de acordo com nível de gravidade é o que tem acontecido em muitos hospitais do Brasil por conta da falta de leitos. Se não bastasse o estresse físico e emocional, cabe aos médicos agora a difícil missão de selecionar qual paciente deverá ser internado ou vai para a UTI, por exemplo. Essa foi a pauta da CNN Brasil, que entrevistou Sergio Cimerman, diretor científico, que avaliou várias questões dessa realidade de aumento de casos e que tem gerado muitos problemas de toda ordem para quem depende de um serviço de saúde, seja público ou privado.
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Em entrevista especial para a Globonews, o infectologista Thor Dantas, avaliou a gravíssima situação que o estado do Acre está enfrentando com a COVID-19, dengue, leptospirose e a necessidade de investimento e recursos humanos para evitar o colapso iminente da rede de atendimento à saúde.
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Depois da publicação de um manifesto de médicos bem polêmico e pautado no tratamento precoce par COVID-19, o Jornal do Commercio, de Recife, fez uma matéria baseada no posicionamento científico da Sociedade Brasileira de Infectologia assim como nos riscos de utilizar os vários medicamentos do kit covid e o real repúdio de grande parte da classe médica ao movimento anticiência.
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A pandemia do novo coronavírus está gerando sérios problemas nas redes hospitalares do estado de Goiás. Com altos índices de contaminação da população do estado, os hospitais estão lotados e a chance de não ter vagas em UTIs é muito alta. Em entrevista ao Jornal Nacional, Christiane Kobal, diretora da Sociedade Brasileira de Infectologia, relata a situação em Goiás e aponta para a possibilidade real de não ter mais vagas em nenhum hospital atualmente.
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A descoberta das novas variantes relacionadas à COVID-19 trouxe uma nova questão: devemos usar mais máscaras ou adotar a N95, de uso direcionado a profissionais de saúde? Na Europa e nos Estados Unidos isso está sendo bastante discutido e aqui no Brasil muito tem se falado, mas ainda faltam consensos entre os pesquisadores a respeito do que realmente é indicado nas mais variadas situações. Nessa entrevista especial ao portal UOL, os infectologistas Antonio bandeira e Raquel Stucchi, fazem importantes críticas a novas propostas do uso de máscaras.
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Mais uma vez o Brasil vai ter a final de um campeonato com a presença de torcedores. Dessa vez será no Allianz Parque, em São Paulo, que terá a transmissão da final da Copa do Brasil. O jogo será em Porto Alegre, mas já expõe uma questão de saúde pública, mesmo com a adoção de medidas. De acordo com Marcelo Simão e Marcelo Otsuka, consultores da SBI, em entrevista ao Terra, há risco nesse tipo de evento, sobretudo com aglomerações e falta de controle rigoroso junto ao grande público presente.
