Em março de 2021 atingimos altas médias de novas contaminações do novo coronavírus e até mesmo superando as médias dos Estados Unidos. Esses dados são altamente preocupantes num período que o epicentro da pandemia é o Brasil. Em todo o país, a COVID-19 tem chamado a atenção de especialistas e o número diário de mortes já supera 2 mil. Nessa reportagem do jornal Estado de Minas, o infectologista Marcelo Daher analisa bastante a situação do Brasil comparando com outros países e sobretudo com dados bem detalhados.
Saiu na Imprensa
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Novo documento da SBI em conjunto com a Associação Médica Brasileira (AMB) faz um importante alerta para a necessidade urgente de medidas mais rigorosas para contenção da pandemia por meio de restrições sociais e até mesmo o lockdown. Isso foi destaque no portal UOL, que pontou todos os aspectos que envolvem a pandemia no Brasil, sobretudo nesse momento tão complicado que estamos vivendo com o descontrole acelerado da pandemia em todo o Brasil.
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O mês de março de 2021 será marcado como o pior da história até o momento por conta da pandemia do novo coronavírus. Em todo o Brasil, os leitos de enfermarias e UTIs estão cheios ou lotados e a situação é preocupante e marcada pelo colapso. Em entrevista ao G1, o presidente da SBI, Clovis Arns da Cunha, analisa o quadro da COVID-19 e a gravidade de todos os sistemas de saúde por conta do volume excessivo de atendimento a pacientes com COVID-19.
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Numa extensa entrevista à rádio CBN, o infectologista Carlos Starling (MG) analisou detidamente vários aspectos da pandemia no Brasil apontando os aprendizados e sobretudo as perspectivas para evitar os problemas enfrentados em outros momentos da pandemia em todo o Brasil.
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Matéria do jornal O Globo baseada no rastreamento anônimo de aparelhos feitos pelo Google atestam que a movimentação de pessoas em áreas públicas, principalmente em feriados como Natal e carnaval, é relacionada ao aumento do número de casos da COVID-19 nas regiões analisadas. O infectologista Alberto Chebabo, vice-presidente da SBI foi fonte para a reportagem.
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O passaporte para assistir a um jogo de futebol será a carteirinha vacinação contra COVID-19. De acordo com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), a presença do público nas competições nacionais só deve ocorrer depois que a população for imunizada contra a covid-19. Mesmo assim, uma cautela redobrada deve ocorre. Assim aponta a infectologista Sylvia Lemos (PE), fonte especial dessa matéria, alertando para o grande risco de aglomerações nas partidas e a necessidade de uso de máscaras.
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Escolher qual paciente deve ser internado de acordo com nível de gravidade é o que tem acontecido em muitos hospitais do Brasil por conta da falta de leitos. Se não bastasse o estresse físico e emocional, cabe aos médicos agora a difícil missão de selecionar qual paciente deverá ser internado ou vai para a UTI, por exemplo. Essa foi a pauta da CNN Brasil, que entrevistou Sergio Cimerman, diretor científico, que avaliou várias questões dessa realidade de aumento de casos e que tem gerado muitos problemas de toda ordem para quem depende de um serviço de saúde, seja público ou privado.
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Em entrevista especial para a Globonews, o infectologista Thor Dantas, avaliou a gravíssima situação que o estado do Acre está enfrentando com a COVID-19, dengue, leptospirose e a necessidade de investimento e recursos humanos para evitar o colapso iminente da rede de atendimento à saúde.
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Depois da publicação de um manifesto de médicos bem polêmico e pautado no tratamento precoce par COVID-19, o Jornal do Commercio, de Recife, fez uma matéria baseada no posicionamento científico da Sociedade Brasileira de Infectologia assim como nos riscos de utilizar os vários medicamentos do kit covid e o real repúdio de grande parte da classe médica ao movimento anticiência.
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A pandemia do novo coronavírus está gerando sérios problemas nas redes hospitalares do estado de Goiás. Com altos índices de contaminação da população do estado, os hospitais estão lotados e a chance de não ter vagas em UTIs é muito alta. Em entrevista ao Jornal Nacional, Christiane Kobal, diretora da Sociedade Brasileira de Infectologia, relata a situação em Goiás e aponta para a possibilidade real de não ter mais vagas em nenhum hospital atualmente.
