Tão importante quanto a recuperação da COVID-19 são os cuidados e o manejo das potenciais sequelas dessa doença. Um número muito grande de pacientes em todo o mundo têm apresentado diversos problemas de saúde decorrentes da doença, incluindo dificuldades respiratórias, dor muscular, distúrbios neurológicos e muito mais. Nesse podcast do Jornal da Record, o infectologista Marcelo Daher (GO) explica esses efeitos frequentes e o que pode ser feito nesses pacientes sequelados.
Saiu na Imprensa
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No mês de fevereiro, dos pacientes hospitalizados por causa da COVID-19, 40% foram a óbito mostrando assim um aumento significativo da taxa de letalidade entre os pacientes internados com COVID-19 nos hospitais públicos e privados do Brasil. Isso ocorreu em onde estados brasileiros a partir de levantamento e reportagem da Folha de S.Paulo, que também contou com a colaboração do infectologista Renato Grinbaum (SP).
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Quando o lockdown não é realizado e a vacinação ainda é insuficiente para, o principal resultado é aumento dos casos e consequentemente o número de leitos em enfermarias e UTIs nessa pandemia de COVID-19. No Rio de Janeiro, a situação está bem crítica e, de acordo com o infectologista Alberto Chebabo (RJ), em reportagem da CNN Brasil, há necessidade de medidas mais rígidas, já que o aumento do número de leitos não consegue atender a crescente demanda, sobretudo no auge de uma pandemia como essa.
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A assistência médica da pandemia está levando médicos a um processo de exaustão física e emocional. Em reportagem da Gazeta do Povo, o infectologista Jaime Rocha (PR) revela o desgaste desse longo período da pandemia, a relação muitas vezes difícil com familiares e o próprio cotidiano tenso que tem levado médicos a ter sérios problemas, sobretudo de saúde mental, incluindo afastamento de atividades.
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Em Porto Alegre, os casos de graves danos para a saúde já expõem uma realidade que preocupa especialistas. Reportagem do jornal Zero Hora traz que pacientes atrasam a ida a serviços de saúde e problemas seríssimos no fígado já são relatados em muitos hospitais. O infectologista Ronaldo Hallal (RS) destaca os quadros de muitos pacientes que fazem uso e suas consequências.
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A Rádio CBN fez uma reportagem especial abordando as controvérsias que estão colocando em xeque o tratamento precoce da COVID-19. Mais que isso, os problemas decorrentes do uso do chamado kit COVID tem trazido graves problemas para a saúde de muitas pessoas e estão em evidência na atualidade. O infectologista Marcelo Simão observou que muitos pacientes pioram com o uso desses medicamentos sem comprovação e na matéria temos esclarecimentos sobre essa polêmica.
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O afrouxamento das medidas preventivas e as festas de fim de ano com o carnaval fizeram com que houvesse maior transmissão do novo coronavírus em todo o Brasil. Em Minas, isso não foi diferente e em cidades grandes ou pequenas de todas as regiões a pandemia está presente e com índices muito significativos. O infectologista Rodrigo Molina (MG) analisou a situação e alertou para essa grave situação em reportagem no jornal Estado de Minas.
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Em Porto Alegre, os casos de graves danos para a saúde já expõem uma realidade que preocupa especialistas. Reportagem do jornal Zero Hora traz que pacientes atrasam a ida a serviços de saúde e problemas seríssimos no fígado já são relatados em muitos hospitais. O infectologista Ronaldo Hallal (RS) destaca os quadros de muitos pacientes que fazem uso e suas consequências.
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Num vídeo especial para o Yahoo, o médico Marcelo Otsuka (SP) explica as diferenças das manifestações da COVID-19 no público infantil. Os sintomas característicos e a distinção com adultos foi realçado pelo médico apontando que, mesmo pouco frequente, a doença pode atingir crianças.
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Uma das questões mais importantes dessa pandemia é a necessidade da testagem em massa do maior número de pessoas para termos um número preciso de pessoas detectadas. No Brasil isso está bem comprometido e em decréscimo nos últimos meses. Reportagem da CNN Brasil, que contou com o infectologista Leonardo Weissmann (SP), mostrou os dados da testagem e como isso compromete a política de saúde pública, especialmente no meio dessa pandemia.
