Num vídeo especial para o Yahoo, o médico Marcelo Otsuka (SP) explica as diferenças das manifestações da COVID-19 no público infantil. Os sintomas característicos e a distinção com adultos foi realçado pelo médico apontando que, mesmo pouco frequente, a doença pode atingir crianças.
Saiu na Imprensa
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Uma das questões mais importantes dessa pandemia é a necessidade da testagem em massa do maior número de pessoas para termos um número preciso de pessoas detectadas. No Brasil isso está bem comprometido e em decréscimo nos últimos meses. Reportagem da CNN Brasil, que contou com o infectologista Leonardo Weissmann (SP), mostrou os dados da testagem e como isso compromete a política de saúde pública, especialmente no meio dessa pandemia.
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Numa entrevista especial ao Jornal da CBN, o infectologista Clovis Arns da Cunha, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia, falou que a situação da pandemia no Brasil é muito grave, principalmente nas capitais e grandes cidades. A falta de leitos, de equipamentos, de medicamentos, de profissionais de saúde para atender a alta demanda ocasionaram o colapso da saúde pública e privada de todo o país. Entrevista abordou vários aspectos e apontou a vacinação como uma estratégia bem importante na atualidade
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Num momento de crescimento acelerado de casos e mortes por COVID-19 no Brasil, ostentamos agora a marca do epicentro mundial da pandemia. Junto disso temos a chegada variantes mais contagiosas, mas sobretudo a falta de uma política transparentes e a cultura negacionista que é presente junto de um comportamento social pautado em aglomerações e festas, focos de proliferação desse novo coronavírus. Reportagem do jornal O Globo analisa isso tudo com a colaboração dos infectologistas Alberto Chebabo, vice-presidente da SBI e Leonardo Weissmann (SP).
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As mudanças ministeriais frequentes no Ministério da Saúde expõem um problema muito grave na condução da pandemia. Os números expressam um cenário nada animador e o descontrole em âmbito nacional é a realidade em março de 2021. Nesse podcast especial da CNN, a infectologista Eliana Bicudo (DF) pontua a necessidade de uma nova política para a saúde assim como a de mais informações epidemiológicas para mudanças para o Brasil.
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A chegada do novo Ministro da Saúde, num momento bem delicado da pandemia, com crescimento exponencial de casos no Brasil, houve troca de comando na Saúde. Depois de uma gestão polêmica do general Eduardo Pazuello, agora quem inicia é o cardiologista Marcelo Queiroga e a repercussão da sua nomeação teve reportagem no Bom dia Brasil, da Rede Globo, com participação do infectologista Leonardo Weissmann (SP).
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Reportagem especial da CNN Brasil abordou médicos que tiveram COVID-19 e relatam a experiência, inclusive de internação e contágio de familiares. A relação médico-paciente adquiriu outro perfil com eles agora no lugar de doentes, que correram riscos de morte e até ficaram internados. Foram entrevistados Márcio Gaggini e Helena Brígido, que deram depoimentos apontando o medo e a importância da linha de frente nessa pandemia.
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Juntamente com a AMB, a SBI lançou uma carta para a nação abordando a vacinação, maior testagem e iniciativas para aprimorar a assistência à pandemia de COVID-19. Foi cobrado do governo ações efetivas e a necessidade urgente de mais vacinas para o devido controle dessa grave pandemia que é responsável por cerca de 300 mil pessoas só no Brasil e está num momento bem delicado e com questões políticas bem sérias.
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Desde o início da pandemia do novo coronavírus, um aspecto que era muito discutido era que as crianças não se contaminavam e poderiam ser somente vetores da COVID-19. Porém, após mais de um ano desse problema de saúde histórico, a realidade mudou bastante, seja com as novas variantes e até mesmo com os casos dessa doença em crianças e sobretudo com mortes. Nessa reportagem da CNN Brasil, que tem como entrevistado o infectologista Leonardo Weissmann, são mostrados os números de óbitos de crianças no Brasil e os possíveis fatores que levaram à contaminação infantil.
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Mesmo com vários campeonatos estaduais suspensos por causa do grande aumento de casos de COVID-19 no Brasil, entidades e clubes ainda hesitam e querem manter jogos e campeonatos por conta dados protocolos e restrições. Em reportagem do jornal O Estado de S.Paulo, o infectologista Renato Grinbaum recomenda a paralização imediata por conta da situação da pandemia no Brasil, além dos riscos em viagens e aglomerações e muitas incoerências a respeito da manutenção de partidas pelo país.
