Um aspecto bem importante e que está em estudos no Brasil e em vários outros países é sobre pessoas que já têm uma imunidade nata que inibe o desenvolvimento da COVID-19. Em SC, foi reconhecido um bebê que deve ser o primeiro com essa característica e a infectologista Rosana Richtmann (SP) comentou sobre esse caso brasileiro.
Saiu na Imprensa
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No Estado do Rio de Janeiro, um projeto polêmico tem chamado a atenção dos médicos por conta da possível liberação do uso de máscaras em pessoas vacinadas. Ao lado de aglomerações, ritmo lento de vacinação, desrespeito a medidas preventivas não farmacológicas, o não uso das máscaras de quem já tomou a vacina contra COVID-19 gera controvérsias junto aos profissionais de saúde. No jornal O Dia, a infectologista Tania Vergara (RJ) critica esse projeto, sobretudo num período de alta taxa de transmissão e da pandemia sem controle.
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Uma discussão atual entre os especialistas recai sobre a visitação de pacientes com a COVID-19. O que está em questão é sobre a possibilidade de visita apenas de pessoas vacinadas. Isso está distante de um consenso médico e muito ainda pode estar em debate a esse respeito. O infectologista Renato Grinbaum (SP) falou sobre esse assunto numa entrevista para a Rádio CBN Brasil.
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Um número muito significativo de pessoas ainda se resguarda da COVID-19 em ambiente domiciliar e, por conta da fácil contaminação, uma série de cuidados torna-se indispensável até mesmo para proteger eventuais pessoas que moram na mesma casa. Nessa reportagem da Veja Saúde, a infectologista Raquel Stucchi (SP) dá importantes dicas de como lidar com essa nova doença adequadamente.
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Os problemas relacionados à falta de vacinas no Brasil e o ritmo lento de imunização têm levado muitas pessoas a optarem por viajarem ao exterior para tomarem a vacina contra a COVID-19. Além de promoções de agência de turismo, muitas pessoas estão com receio de se contaminarem e sem saber quando vão receber as doses dos imunizantes disponíveis. Em entrevista ao jornal O tempo, a infectologista Sylvia Lemos (PE) comentou essa situação envolvendo vacina contra COVID-19.
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Numa entrevista ao programa É de Casa, o infectologista Alexandre Naime (SP) esclareceu muitas dúvidas sobre a limpeza adequada de ambientes em tempos de pandemia. Muitas pessoas ainda têm dúvidas de como proceder, que tipo de produto usar, de que forma manipular e se tomando essas medidas podemos ter efetividade quanto á proteção contra o novo coronavírus.
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Mesmo com o quadro epidemiológico se alterando em relação à diminuição de mortes por COVID-19, a situação ainda preocupa os médicos. A variável mortes ou número de leitos de UTI não podem ser considerados os únicos parâmetros, mas sim uma série de outros fatores que correlacionados podem interferir no controle, incluindo as medidas preventivas, vacinação entre outras. O infectologista analisou isso em reportagem no jornal Extra.
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A infectologista Eliana Bicudo (DF) concedeu uma entrevista especial para a Rádio Nacional para esclarecer as principais dúvidas sobre resultados de exames relacionados à COVID-19. Imunogenicidade, soroprevalência entre outros aspectos foram debatidos com o objetivo de conscientizar as pessoas sobre muitas questões que envolvem a pandemia do novo coronavírus.
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Um grande debate no Brasil e na Europa, principalmente, tem colocado a trombose como possível efeito relacionado à vacina Oxford/AstraZeneca. A discussão tem chamado a atenção de especialistas e muitas pessoas têm restrição por tomar essa vacina, que está aprovada e disponível no Brasil. O médico Marcelo Otsuka (SP) abordou esse tema para a CNN Brasil e afirma, inclusive, que quadro grave pode provocar mais trombose do que vacinas.
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Na cidade do Rio de Janeiro, apenas uma em cada 500 pessoas que tomou a vacina contra a COVID-19 teve reação adversa. Além disso, os sintomas foram todos brandos e sem complicações notificadas. O infectologista Alberto Chebabo (RJ), em entrevista para a CNN Brasil, aponta que os benefícios dessa vacinação superam os riscos e os efeitos mais graves são realmente raros.
