Um grande debate no Brasil e na Europa, principalmente, tem colocado a trombose como possível efeito relacionado à vacina Oxford/AstraZeneca. A discussão tem chamado a atenção de especialistas e muitas pessoas têm restrição por tomar essa vacina, que está aprovada e disponível no Brasil. O médico Marcelo Otsuka (SP) abordou esse tema para a CNN Brasil e afirma, inclusive, que quadro grave pode provocar mais trombose do que vacinas.
Saiu na Imprensa
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Na cidade do Rio de Janeiro, apenas uma em cada 500 pessoas que tomou a vacina contra a COVID-19 teve reação adversa. Além disso, os sintomas foram todos brandos e sem complicações notificadas. O infectologista Alberto Chebabo (RJ), em entrevista para a CNN Brasil, aponta que os benefícios dessa vacinação superam os riscos e os efeitos mais graves são realmente raros.
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No estado de São Paulo, as novas medidas de flexibilização vem junto com uma preocupação dos especialistas, ou seja, a possibilidade da população relaxar muito e ter, inclusive, um aumento no número de casos de COVID-19. Em reportagem ao UOL, os infectologistas Alexandre Naime (SP) e Raquel Stucchi (SP) fazem esse alerta, já que o momento epidemiológico da pandemia ainda depende de manutenção das medidas e bastante colaboração das pessoas.
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A proximidade de comemorações e festas no Brasil sempre se reflete em aglomerações. Familiares ou de amigos e corporativas, todas significam riscos de contaminação para todas as pessoas. Como ainda não temos população devidamente imunizada e o dia das mães é uma data bem importante, o infectologista Valdez Madruga (SP) contraindicou nesse momento a realização disso a não ser as que moram e estão juntas nessa quarentena. Reportagem do jornal Agora deu dicas importantes, reforçando as todas as medidas preventivas.
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Na CPI da COVID-19, os senadores estão todos usando máscaras como orientam as regras na pandemia assim como um relativo distanciamento dos membros. Contudo, como se trata de um ambiente fechado, várias observações devem ser tomadas, inclusive quanto ao tempo de uso e tipo de máscara utilizada. Nessa reportagem da BBC Brasil, a infectologista Raquel Stucchi fala sobre as medidas com máscaras e como protegem nesses ambientes.
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Em entrevista ao jornal O Liberal, a infectologista Tânia Chaves (PA) explicou detalhadamente todas as características das vacinas disponíveis no Brasil para a COVID-19. Muitas pessoas ainda têm dúvidas rotineiras sobre as vacinas, indo desde tempo de proteção até mesmo possíveis efeitos adversos e o próprio risco de ter a doença mesmo sendo imunizado.
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Mesmo com a chegada de um montante significativo de doses de vacinas contra a COVID-19, a logística de distribuição assim como a falta de uma política definida e consistente fazem parte da realidade brasileira. Em entrevista ao jornal Extra, o infectologista Alberto Chebabo (RJ) analisa essa situação e aponta a necessidade de maior imunização populacional.
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A falta de gestão da pandemia por parte do governo federal repercute hoje na saúde pública. Enquanto o mundo prioriza a vacinação, o Brasil optou oficialmente em outra direção, agora altamente questionável. Em reportagem da revista IstoÉ, a infectologista Raquel Stucchi (SP) aponta os equívocos que ocorreram e a necessidade de uma outra postura diante desse grave problema de saúde pública.
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A grave situação da pandemia na Índia atualmente, que está num verdadeiro colapso sanitário e com problemas que vão desde a fala de leitos e de oxigênio até mesmo a falta da adoção de medidas restritivas. O epicentro agora está lá, existem novas variantes e o comportamento social dos indianos favorece muito a transmissão do novo coronavírus. No Podcast da CNN Brasil, o infectologista Estêvão Urbano (MG) analisou o cenário e as perspectivas dessa pandemia.
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Reportagem da Veja/Saúde traz um amplo cenário atual da malária no Brasil e no mundo. O impacto para a saúde pública, o número elevado de pessoas infectadas e de mortes, necessidade de investimento em pesquisas e uma política consistentes para combater essa doença expõem a realidade desafiadora dessa doença. A infectologista Tânia Chaves (PA) apontou questões e preocupação dos especialistas diante da malária, que ocorre prioritariamente na Amazônia e até 2030 deve ter redução de acordo com metas da Organização Mundial de Saúde.
