Uma declaração do presidente Jair Bolsonaro a respeito do não uso de máscara a quem teve COVID-19 ou foi vacinado teve uma reação bastante negativa para a classe médica, já que é uma das medidas mais importantes para a disseminação do novo coronavírus em todo o mundo. No Brasil, a vacinação contra a COVID-19 ainda está com índices baixos de cobertura e o número de hospitalizações bastante elevado. Em reportagem do Jornal Nacional, da TV Globo, os infectologistas Sergio Cimerman (SP) e Alberto Chebabo (RJ) foram entrevistados para esclarecer sobre essa declaração.
Saiu na Imprensa
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Após mais de um ano de pandemia, restam muitas dúvidas das pessoas diante de questões rotineiras. A real adoção de medidas preventivas e práticas protetivas foram abordadas nessa reportagem do site da CNN Brasil. O infectologista Rodrigo Molina (MG) pontuou diversos aspectos que demandam atenção especial, mesmo com vacinação ou períodos de melhor controle da transmissão do novo coronavírus.
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Em reportagem no G1, a infectologista Raquel Stucchi (SP) analisou o aumento da média móvel de internações por COVID-19 na região de Campinas (SP) desde 9 de abril desse ano. Em números absolutos, a média móvel foi de 254 novas hospitalizações, o que têm preocupado muito os especialistas.
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Em Brasília, novos perfis de público começarão a ser imunizados a partir dessa semana ampliando assim o número de pessoas imunizadas no Distrito Federal. Nessa entrevista ao Correio Brasiliense, a infectologista Sylvia Lemos (PE) reforça a importância de todas as pessoas se imunizarem assim como manterem as medidas preventivas e todos tomarem a segunda dose.
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A relação do fungo negro com a COVID-19 tem despertado atenção de muitas pessoas, já que casos já foram notificados aqui no Brasil em relação a esse fungo. Para esclarecer dúvidas recorrentes sobre isso, o infectologista Flávio Telles (PR) concedeu uma entrevista especial para o jornal Estado de Minas e muitos detalhes estão colocados para sanar vários aspectos desse fungo.
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A polêmica em torno da realização da Copa América no Brasil tem chamado muito a atenção de especialistas sobretudo pelo quadro epidemiológico da pandemia, que ainda acomete muitas pessoas e leva tantas outras para leitos de hospitais necessitando de cuidados especiais. Eventos como esse são contraindicados como bem frisou a médica Raquel Stucchi (SP) nessa reportagem do UOL.
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A polêmica em torno da realização da Copa América no Brasil tem chamado muito a atenção de especialistas sobretudo pelo quadro epidemiológico da pandemia, que ainda acomete muitas pessoas e leva tantas outras para leitos de hospitais necessitando de cuidados especiais. Eventos como esse são contraindicados como bem frisou a médica Raquel Stucchi (SP) nessa reportagem do UOL.
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No Bom dia Brasil, da Rede Globo, o infectologista Alberto Chebabo (RJ) foi entrevistado e fez um importante alerta: com o Brasil sendo sede desse grande evento esportivo e a vinda de equipes de várias localidades faz com que tenhamos a alta probabilidade de termos novas cepas aqui já que os jogadores procedem de diferentes continentes e podem trazer de outros países cepas ainda não presentes no Brasil.
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Com a desistência da Colômbia e Argentina da Copa América, o Brasil assumiu como sede no meio de uma pandemia do novo coronavírus descontrolada e, em muitas cidades, com dados crescentes de casos, internações e óbitos. Em reportagem da Folha de S.Paulo, o infectologista Leonardo Weissmann (SP) adverte para o despreparo do Brasil fazer esse tipo de evento na atualidade e os perigos para a população no meio de um grave problema de saúde pública.
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O surgimento de casos de mucormicose em pacientes com a COVID-19 tem chamado a atenção da comunidade cientifica, já que os quadros relatados têm sido graves, em especial na índia e com alta taxa de letalidade. De difícil diagnóstico e tratamento, essa doença depende de atenção redobrada e de terapia específica e conhecida como doença do fundo preto. Para o G1, o infectologista Flávio Telles (PR) concedeu uma entrevista especial e abordou vários aspectos dessa doença, que pode ser oportunista em tempos de pandemia.
