Com a vacinação em andamento, mesmo em ritmo lento, muitas cidades estão flexibilizando as medidas protetivas como em Goiânia (GO). Com o descontrole ainda vigente, o funcionamento de bares e restaurantes ainda representa risco por conta das aglomerações e do fácil contágio. Nessa reportagem da Rede Globo, a infectologista Sylvia Lemos (PE) afirma que é fundamental a adoção dessas medidas de proteção em busca de um controle da pandemia do novo coronavírus.
Saiu na Imprensa
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Com a pandemia, um dos aspectos mais em destaque, sobretudo pela mídia, é a divulgação de estudos científicos. Trabalhos no mundo todo em torno da COVID-19 despertam a atenção de especialistas e do público leigo, mas analisar estudos, observar a relevância e diversos outros pontos que precisam ser bem interpretados até mesmo para saber se tem pertinência ou não, se o método é bom etc. Nessa reportagem do UOL, o infectologista José David Urbaez explica a importância de criticarmos os estudos, com base num estudo com ivermectina publicado nessa semana e que deu bastante repercussão.
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Juntamente com a aplicação ou não de vacina contra a COVID-19, os óbitos de mulheres grávidas por conta do novo coronavírus expõem uma realidade que preocupa bastantes os especialistas. Reportagem do jornal O Globo, com a colaboração da infectologista Tânia Vergara (RJ), apontou a situação grave das gestantes nessa pandemia e sobretudo com dados do Observatório Obstétrico Brasileiro COVID-19 que atestam, por exemplo, uma elevada taxa de letalidade das grávidas contaminadas.
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A proximidade dos jogos olímpicos, em Tóquio, tem gerado muitas controvérsias entre os especialistas por conta dos altos riscos de contaminação mesmo com a adoção de rigorosas medidas restritivas pelo Comitê Olímpico Internacional e o governo japonês. Contudo, os problemas podem não ocorrer somente lá e sim se disseminar para outros países. No podcast da CNN Brasil, o infectologista Carlos Starling aborda como isso pode impactar a saúde pública.
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No podcast E Tem Mais, da CNN Brasil, o infectologista Alberto Chebabo (RJ) analisou toda a situação atual da pandemia de COVID-19 no Brasil, especialmente num momento com 500 mil mortos por essa doença. Até agora, a doença não está controlada no Brasil e a imunização também não repercutiu nos números, já que outros aspectos mais ligados ao comportamento social têm interferido muito para a não contenção adequada dessa pandemia.
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A política estatal pautada no negacionismo da pandemia tem comprometido, e muito, o devido, combate da pandemia do novo coronavírus. Misturado com divulgação de tratamentos ineficazes e informações falsas, isso redunda no colapso coletivo e no real descontrole da pandemia. Nessa reportagem do Estado de Minas, uma análise bem atual com a participação do infectologista Estêvão Urbano (MG) expõe um problema que se arrasta e que só traz malefícios para toda a sociedade.
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A imunização contra a COVID-19 no Brasil não reflete uma igualdade em todo o território nacional. Em tese, a política deveria ser centralizada, mas isso não está acontecendo e os governos estaduais estão partindo para avanços e retrocessos, já que há dependência de doses a um grande número de pessoas e nem sempre existe a oferta suficiente. Na reportagem do UOL, a infectologista Raquel Stucchi (SP) aponta como uma medida interessante que haja agilização, mas também alerta para um possível jogo político.
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Um possível avanço das doses da vacina para toda a população de diferentes estados do Brasil está em curso e a tendência é que aumentem nos próximos meses, incluindo outros grupos etários. Em reportagem do jornal Metrópoles, o infectologista Julival Ribeiro (DF) apontou a importância de vacinar o quanto antes assim como obedecer os intervalos das doses e como isso pode ajudar no controle dos casos de COVID-19.
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O problema da contabilização de vacinas contra a COVID-19 NO Brasil se dá por conta de falhas de preenchimento do sistema nacional de controle de vacinas do Ministério da Saúde e falta de recursos humanos e infraestrutura. Reportagem do UOL ouviu o infectologista Alberto Chebabo (RJ) apontou a defasagem de informações dificulta um planejamento apropriado e pode comprometer a programação de vacinar grande parte da população nos próximos meses.
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Atualmente, com aumento de pessoas que já se vacinaram contra a COVID-19, restam questões. Como a possibilidade de contrair novamente a doença? A resposta é sim para a pergunta. Nessa reportagem da TV Jornal/ NE 10, a infectologista Rosana Richtmann (SP), esclareceu sobre a importância de uma boa cobertura com duas doses assim como a necessidade de manter as medidas preventivas mesmo com a vacinação completa.
