Com a população idosa já vacinada, inclusive com a segunda dose e os adultos em pleno andamento, o desafio é aplicar vacinar em adultos jovens e adolescentes. Fora e dentro do Brasil, esse público é altamente vulnerável a se contaminar e há uma grande preocupação por conta de internações, óbitos e da dificuldade deles manterem as medidas em tempos de pandemia. Nessa reportagem do jornal Zero Hora, a infectologista Raquel Stucchi (SP) foi ouvida para avaliar essa questão relevante.
Saiu na Imprensa
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A situação da vacinação em todo o Brasil obteve uma melhora e o número de pessoas imunizadas, principalmente com uma dose, por enquanto, tem aumentado em todos os estados. Mesmo sendo um aspecto importante e que visa um controle da pandemia, não devemos ainda flexibilizar as medidas de proteção como isolamento, uso de máscaras e álcool gel. Nessa reportagem do R7, o infectologista Marcos Cyrillo (SP) adverte para termos rigor com essas medidas, já que ainda temos uma significativa circulação viral em todo o Brasil.
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O retorno de campeonatos de futebol e de torneios tem chamado a atenção de especialistas nas últimas semanas, sobretudo fora dos gramados. O número de pessoas aglomeradas nos estádios, sem as devidas medidas protetivas e num momento epidemiológico preocupante pode levar ao aumento no numero de casos. A realização da Copa América, no Brasil, por exemplo, representou um perigo em plena pandemia e nessa reportagem do jornal Lance! O infectologista Alberto Chebabo (RJ)analisa essa situação.
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Mesmo com a pandemia do novo coronavírus, outras questões de saúde também precisam ser reforçadas, entre essas a vacinação contra a gripe. Nessa reportagem Jornal Nacional, da TV Globo, a infectologista Christiane Kobal, diretora da Sociedade Brasileira de Infectologia, alertou sobre a importância dessa outra vacina assim como os critérios para se tomar juntamente com a da COVID-19.
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O podcast do Jornal da Record entrevistou o infectologista Marcelo Daher (GO), que discutiu outra questão polêmica com as vacinas contra a COVID-19. É possível espaçar mais o tempo de aplicação das doses? Devemos ampliar os intervalos a fim de promover uma melhor proteção? A resposta não é simples nem imediata e nesse bate-papo muitas dúvidas puderam ser esclarecidas, sempre com embasamento científico de especialista da Sociedade Brasileira de Infectologia.
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O Brasil está num momento de redução de mortes, sobretudo de pessoas vacinadas e questão do controle da pandemia no país ainda desafia os especialistas. O número de mortes ainda significativo, pacientes contaminados, internados e com sequelas é outra preocupação dos especialistas. Nessa reportagem do portal G1, os médicos Helena Brígido (PA) e Marcelo Otsuka (SP), analisaram a situação atual do Brasil, enfatizando ainda os reais riscos da variante delta que é presente na realidade brasileira.
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A intercambialidade entre diferentes vacinas tem gerado bastante controvérsia entre os especialistas. De maneira informal ou até seguindo protocolos médicos, a alternância de doses de vacinas expõe uma nora realidade no combate á pandemia. Isso é indicado? Pode dar certo? Vão ocorrer reações? Perguntas essas indagam os pesquisadores, mas também apontam novos caminhos terapêuticos. Em entrevista para a CNN Brasil, o médico Marcelo Otsuka (SP) fez importantes ponderações sempre se baseando em estudos robustos para que ocorra uma combinação apropriada.
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A terapia ECMO (Oxigenação por Membrana Extracorpórea, na tradução do inglês) não será incorporada pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Isso foi decidido pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias do Sistema Único de Saúde (Conitec) e ficou conhecida junto ao ator Paulo Gustavo. A ECMO não tem consenso entre os especialistas e nessa matéria da CNN, o infectologista José David Urbaez (DF)analisa essa terapia, sobretudo para o abordar pacientes com a COVID-19.
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Após a vacinação completa, muitas pessoas têm dúvidas a respeito do que fazer ou não, inclusive viajar ao exterior. É possível? Os riscos existem, sobretudo por conta de outras cepas e da circulação viral que ocorre ainda em muitos países, como é o caso do Brasil. Nessa reportagem do jornal O Tempo, a infectologista Tânia Chaves (PA) adverte que as medidas de proteção são fundamentais em caso de viagem, porém o risco de adoecimento no exterior existe e é preocupante.
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A falta de uma política devidamente centralizada para a devida imunização da população brasileira tem feito com que pessoas façam viagens a outras cidades e estados para tomarem a vacina contra a COVID-19. Nessa reportagem do Correio Braziliense, os médicos Wladimir Queiroz (SP) e Marcelo Otsuka (SP) alertam para o risco de espalhar outras cepas e também um possível desabastecimento de cidades, já que isso tem uma distribuição proporcional pelo número de habitantes.
