Reportagem especial da Veja Saúde contou com o infectologista Carlos Starling (MG) para abordar dez práticas essenciais para combater a pandemia. Além das medidas preventivas indicadas desde o início da pandemia como uso de máscaras, evitar aglomerações, uso de medicamentos sem comprovação científicas são algumas orientações em relação ao enfrentamento da COVID-19. Essas e outras dicas detalhadas estão nessa matéria baseada em quase dois anos de pandemia.
Saiu na Imprensa
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Um número significativo de pessoas já tomou, sem qualquer respaldo científico, três doses de vacina contra COVID-19 no Brasil. Isso burla regras claras adotadas para todas as pessoas que podem se vacinar no país. O infectologista José David Urbaez (DF) adverte por conta de um absurdo social frisando que muitas pessoas nem se imunizaram e outras fazem práticas que podem ser punidas legalmente. Reportagem foi publicada pela Agência Brasil.
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A baixa adesão das pessoas que podem se vacinar contra a COVID-19 é motivada pelas informações falsas veiculadas por diversos meios. Em entrevista à rádio CNN Brasil, o infectologista Marcelo Daher (GO) apontou esse fato como preocupante para as pessoas não se vacinarem, sobretudo num período de pandemia quando a imunização do maior número de pessoas é uma das medidas de saúde pública mais recomendadas em todo o mundo.
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De tempos em tempos os números de mortos pela COVID-19 ainda são expressivos. Mesmo com o início da vacinação contra a COVID-19, ainda temos casos diagnosticados, alta circulação viral e relaxamento de medidas protetivas. O início lento da imunização pelo país e o negacionismo da pandemia são alguns motivos que levam a termos hoje mais de 550 mil casos, de acordo com o consórcio de veículos de comunicação. Nessa reportagem do jornal Extra, a infectologista Tânia Vergara (RJ) analisa essa situação ainda preocupante até mesmo porque ainda não estamos num momento de controle da pandemia, por enquanto.
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A chegada da vacinação em quase todo o mundo trouxe um certo ‘alívio’ para as pessoas poderem voltar a fazer as atividades diárias como antes da pandemia. Porém, essa comemoração imunológica tem limitações e a adaptação desse novo coronavírus aos mais diversificados ambientes assim como o surgimento de variantes com alta transmissibilidade fizeram com que devemos ter muita cautela antes de afrouxar as medidas protetivas totalmente. Nessa reportagem da IstoÉ, o infectologista Renato Grinbaum (SP) aponta desafios e sugere dicas daqui a diante com o cenário de convivência com uma outra realidade.
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Um outro desafio, bem importante e de saúde pública, é o atual abastecimento de antibióticos, em especial os indicados para bactérias multirresistentes. A falta de antibióticos específicos é preocupantes, inclusive para pacientes pós-covid, já que necessitam de um tratamento emergencial e a falta disso tem acarretado um problema bem grande em hospitais brasileiros. Desde maio a SBI enviou documentos para o governo federal alertando sobre essa questão, o que foi abordado nessa reportagem do Jornal Hoje, da Rede Globo.
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Uma pergunta frequente e que nos deparamos nos últimos dois anos é: podemos viajar no meio da pandemia? Se formos para tal lugar, o que devemos fazer? As respostas não simples nem imediatas até porque o quadro epidemiológico e as medidas em cada localidade podem ser diferentes, inclusive com muitas restrições. Outro ponto que chama a atenção é a necessidade de comprovação de vacinas, além de restrição dos viajantes por conta da vacina ser aprovada ou não em cada país. Uma discussão ampla e que nessa reportagem do UOL, a infectologista Sylvia lemos (PE) aborda vários aspectos da vacinação contra a COVID-19 e muita coisa ainda deve mudar em breve.
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Nas últimas semanas, a proxalutamina passou a se droga da vez para um possível tratamento para a COVID-19. Veiculado pelo presidente da República, isso tomou notoriedade, porém sem o devido respaldo. Nessa reportagem do G1, especialistas ponderaram que não há nenhuma publicação científica que comprove resultados efetivos dessa droga até o momento assim como não tem aprovação para essa indicação em nenhuma agência reguladora de medicamentos. O médico Marcelo Otsuka (SP) aponta algumas questões, sobretudo num momento de autorização de estudos no Brasil com essa finalidade.
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Com o grande foco na pandemia, as o controle das arboviroses ficou em segundo plano, mas os números de doenças como dengue, zika e chikungunya não deixaram de ser expressivos em tempos de COVID-19. Nessa entrevista para o podcast da CNN, a infectologista Melissa Falcão (BA) fez uma importante advertência, já que essas outras doenças ainda são presentes em quase todo Brasil e representam sérios problemas de saúde pública.
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Mesmo com o avanço significativo da vacinação no Brasil, incluindo o público mais jovem atualmente, a flexibilização das medidas de proteção ainda representa um sério risco para o controle da pandemia no país. Em entrevista para a Rede Globo, o infectologista Leonardo Weissmann (SP) reforça a importância de manter a higiene das mãos, isolamento social e uso das máscaras até porque ainda temos uma circulação viral intensa.
