Depois da vacinação contra a COVID-19 em todo o Brasil, o retorno ao trabalho presencial já é realidade. Porém, essa volta depende de uma série de medidas preventivas bem rigorosas com o objetivo de evitar a contaminação com o novo coronavírus, que ainda circula e pode transmitir essa doença. O portal R7 fez uma reportagem especial sobre a volta ao trabalho com a participação do infectologista Rodrigo Mollina (MG), que esclareceu vários pontos dessa retomada.
Saiu na Imprensa
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A volta às aulas presenciais está trazendo questionamentos sobre que tipo de máscaras os professores devem usar, já que com a N95 e PFF2 existem muitas reclamações. De acordo com o médico Márcio Nehab (RJ), em entrevista ao portal R7, essas máscaras não foram projetadas para essa finalidade e o uso de uma máscara cirúrgica por baixo de uma de pano já vai promover uma significativa proteção.
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Doses de reforço, vacinação em alta em boa parte do mundo e resistência de grupos contra vacinação expõem a realidade da pandemia atualmente. Ao lado disso tem o aparecimento de novas cepas, principalmente a variante Delta. Nessa fase de transição, os dados podem ser animadores com diminuição de casos e de mortes, mas o controle ainda não está tão perto. No podcast E Tem mais, da CNN Brasil, a infectologista Raquel Stucchi analisa essa situação epidemiológica, a qual ainda depende de muitos aspectos para ser controlada.
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Um levantamento feito pelo jornal O Dia com dados abertos do sistema federal Sivep-Gripe do SUS mostra que as vacinas contra a COVID-19 protegem a população contra complicações dessa doença. Nesse levantamento, 66% de todos os pacientes internados nos hospitais fluminenses não confirmaram se receberam a vacina e podem não ter se imunizado, o que pode acarretar em problemas para a saúde. Em entrevista ao jornal, o infectologista Alberto Chebabo (RJ) afirma que o papel da imunização e sobretudo da prevenção diante de quadros clínicos pode ser grave e até levar a óbito.
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A vacinação, completa ou não, trouxe um alento importante para a população poder conviver melhor em tempos de pandemia. Porém, mesmo imunizadas, as pessoas não estão isentas de se contaminar uma ou mais vezes. Diante disso, uma série de dúvidas ainda persiste em grande parte das pessoas e o relaxamento pode significar riscos. Para esclarecer isso, o portal R7 entrevistou o infectologista Renato Grinbaum (SP), que fez importantes advertências em tempos de retomada.
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O quadro epidemiológico na cidade do Rio de Janeiro continua preocupante. O número de casos e de pessoas internadas têm aumentado muito nas últimas semanas, mesmo com a vacinação crescendo e os dados mostram que a cidade está na contramão do Brasil. Contudo um fator tem interferido nisso: epicentro da variante delta. Reportagem da BBC Brasil, com o infectologista Alberto Chebabo (RJ), analisa essa situação e aponta um importante alerta nesse momento da pandemia.
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Indefinições e divergências a respeito da política durante a crise sanitária no Brasil. Esse é o resumo da última semana de pandemia no Brasil. Redução de mortes e de casos, mas a sombra da delta acende o alerta. A dose de reforço para a terceira idade, necessidade de passaporte de vacinação e uma série de questionamentos esboçam o cenário do país que ainda não controlou a pandemia. Reportagem do UOL com a infectologista Rosana Richtmann (SP) traz importantes informações sobre a realidade atual e com ponderações relevantes para os próximos meses.
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Com a cidade do Rio de janeiro com epicentro da variante delta, as estratégias de vacinação também passaram a ser revistas e não somente relacionada ao aumento do número de pessoas, mas com dose adicional de alguns imunizantes. Isso já está em prática nos Estados Unidos e Israel, por exemplo, e a adoção dessa prática começa a ser realidade no Brasil, a começar pelos cariocas. Em entrevista para a Rede Globo, o infectologista Alberto Chebabo (RJ) endossa a necessidade dessa dose adicional diante do atual cenário epidemiológico.
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Hoje, de acordo com o consórcio de veículos de comunicação, o Brasil já tem 26,42% da população com vacinação completa, o que significa quase 56 milhões de pessoas imunizadas. Mesmo com dificuldades iniciais, esse avanço é um marco significativo no combate à pandemia de COVID-19. Reportagem do UOL com a infectologista Rosana Richtmann (SP) aponta para um novo cenário de população mais protegida, mas com outra pergunta: teremos mais vacinas se precisarmos de doses adicionais?
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Desde o começo da pandemia, o uso de máscaras se tornou obrigatório nos mais diversos ambientes a fim de evitar o contágio do novo coronavírus. Com a chegada das novas variantes, a máscara se tornou ainda mais indispensável. Além disso, os tipos de máscaras mostram eficácia comprovada cientificamente e é uma recomendação endossada pelos especialistas. Nessa reportagem do portal R7, o infectologista Antonio Bandeira (BA) dá dicas importantes e reforça a real necessidade do uso de máscaras como medida preventiva prioritária.
