A adoção de posicionamentos sem base científica em relação a tratamento precoce para a COVID-19 colocou o Conselho Federal de Medicina (CFM) em debate. Muito questionado por dezenas de entidades médicas que se opõem à falta de respaldo científico, isso tem gerado uma grande polêmica entre os profissionais de saúde. Reportagem do portal Terra/O Estado de S.Paulo traz entrevistas com os infectologistas José David Urbaez (DF) e Estêvão Urbano Filho (MG), que se posicionam em nome da ciência em detrimento do CFM.
Saiu na Imprensa
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A infectologista Rosana Richtmann (SP) publicou um artigo na Veja Saúde abordando o Movimento Vacinação, uma iniciativa inédita da SBI. No texto, ela discorre sobre uma questão preocupante da saúde pública: a queda da cobertura vacinal no Brasil e a necessidade de mudar esse panorama por conta da possibilidade de retorno de doenças já erradicadas.
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A Cidade de Duque de Caxias (RJ) passou a desobrigar a população toda quanto ao uso de máscaras. Sem base científica e com a pandemia descontrolada, essa medida gerou controvérsias entre os especialistas. Em entrevista á CNN Brasil, o infectologista Alberto Chebabo (RJ) reiterou os riscos que essa atitude pode acarretar, sobretudo num momento em que a variante delta ainda está circulando.
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A realização do carnaval em 2022 no Brasil está em debate muito por conta do anúncio da festividade e do número muito grande de pessoas aglomeradas e das dúvidas em relação à situação epidemiológica durante o carnaval. O risco com a variante delta e de aumento de transmissão nesses grandes eventos, além do contato com pessoas de várias regiões e países acendem um alerta entre os médicos. A infectologista Tânia Chaves (PA) participou dessa reportagem e fez ponderações sobre tudo isso.
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Com a chegada da pandemia, a necessidade de vagas em unidades de terapia intensiva (UTI) se expandiu bastante por conta dos casos graves que precisam de atendimento especializado, ventilação mecânica e demais recursos hospitalares. Reportagem do jornal Metrópoles apontou uma realidade contraditória sobre UTIs, principalmente em relação à destinação de recursos. Reportagem ouviu o infectologista Estêvão Urbano (MG) e questiona o controle e investimento de verbas para UTIs em todo o Brasil.
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A volta do público em estádios de futebol tem chamado a atenção de especialistas por conta do quadro epidemiológico no Brasil. Mesmo com o protocolo elaborado pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol), que adota regras como o uso de máscaras, o distanciamento social e a apresentação de teste negativo para COVID-19 ou vacinação completa, o risco de contaminação existe. Reportagem do Yahoo ouviu o infectologista Julival Ribeiro (DF) advertiu ainda a respeito da presença da variante delta entre outros aspectos sobre essa retomada do futebol de campo.
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O cenário epidemiológico da pandemia em 2021 é bem diferente por conta da vacinação em massa contra a COVID-19, mas a COVID-19 longa é um aspecto bem importante dessa nova doença que ainda depende de estudos e também par um conhecimento maior disso. Em entrevista para a CNN Brasil, a infectologista Rosana Richtmann aponta a necessidade de mais pesquisas para entender os mecanismos da COVID-19 longa.
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A ampla vacinação da população brasileira já expressa em melhores resultados para um possível controle da epidemia no país. Por conta disso, as medidas de flexibilizar mais em várias cidades já estão em andamento e eventos, restaurantes e tantas outras atividades já estão com menos restrições. O que isso representa na atual situação epidemiológica do Brasil? Reportagem da BBC Brasil com os infectologistas Sylvia Lemos (PE) e Renato Grinbaum (SP) analisa esse relaxamento e a repercussão disso para a saúde pública.
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O Ministério da Saúde suspendeu a vacinação de COVID-19 para adolescentes no Brasil, mas sem um respaldo científico. Isso gerou muitas controvérsias entre especialistas e dúvidas entre pais e tantas pessoas que já se vacinaram, pelo menos uma dose. Diante de tantas manifestações, incluindo de entidades médicas como a SBI, o governo federal recuou e manteve a indicação de vacinação para os adolescentes. Reportagem da Veja Saúde analisa essa polêmica e também ouviu a infectologista karen Morejon (SP).
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O Brasil ainda lidera o ranking da toxoplasmose em todo o mundo, algo que é bastante preocupante, já que pode causar verdadeiros surtos e ainda levar a consequências para o bebê e inclusive comprometer a gestação levando ao aborto. Diante de qualquer suspeita, é fundamental o acompanhamento médico e, de acordo com a infectologista Clea Bichara (PA), em entrevista ao jornal Metrópoles, devem ser avaliados vários aspectos, inclusive outras comorbidades associadas à toxoplasmose e que podem gerar problemas para a mãe e para o bebê.
