A dose de reforço da vacina contra a COVID-19, mesmo considerada bem importante no quadro epidemiológico da pandemia ainda passa por alguns questionamentos, sobretudo por conta do prazo e até mesmo da disponibilidade das doses e de qual fabricante. Em entrevista ao Jornal nacional, o infectologista Sergio Cimerman (SP) avalia a relevância dessa dose para o melhor controle da pandemia.
Saiu na Imprensa
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De acordo com o portal Our World in Data, vinculado à Universidade de Oxford, na Inglaterra, o Brasil ultrapassou os Estados Unidos no percentual de pessoas vacinadas vacinados contra a COVID-19. Reportagem da Folha de S.Paulo entrevistou a infectologista Raquel Stucchi (SP) que apontou vantagens, mas criticou o atraso no início da vacinação no Brasil também.
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A Europa está vivendo um novo momento e que tem chamado a atenção dos especialistas. Mesmo com boa parcela da população não imunizada, as medidas preventivas foram flexibilizadas, o que acarretou em problemas atuais com aumento crescente de novos casos. Em entrevista ao jornal Zero Hora, o infectologista Julival Ribeiro (DF) alerta para os riscos e a importância de manter o controle, pois é um vírus com características diferentes.
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A Sociedade Brasileira de Infectologia, em parceria com a Associação Médica Brasileira, elaborou um documento bem robusto e importante para subsidiar tecnicamente e com respaldo científico em relação à contraindicação atual de medicamentos sem embasamento de estudos. Reportagem da Agência Brasil aborda essa consulta pública que envolve o kit-covid no Brasil e que tem gerado controvérsias na comunidade médica.
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A flexibilização é uma realidade depois de grande parcela da população devidamente protegida contra a COVID-19. Eventos, volta às aulas, viagens já são retomadas, mas o retorno de atividades em locais fechados não tem unanimidade entre os especialistas. O risco de transmissão ainda existe assim como de medidas preventivas. Reportagem do jornal O Dia teve colaboração do infectologista Alberto Chebabo (RJ).
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A retomada das aulas presenciais é uma questão para educadores, pais, responsáveis e os próprios alunos. Há dois anos, uma mudança importante ocorreu no ensino passando a ser remoto e que trouxe uma série de implicações, sobretudo quanto ao aproveitamento. Nesse artigo publicado pelo infectologista Sergio Cimerman (SP) na Jovem Pan, várias ponderações são abordadas, incluindo a importância das medidas protetivas até aspectos psicológicos envolvidos no período de isolamento social.
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Um recente estudo francês apontou os reais benefícios da vacinação diante da COVID-19 longa. Esse aspecto da doença é um grande temor de especialistas assim como de pacientes que podem conviver com a COVID-19 por muito tempo. A imunização conferida pela vacina protegeu os pacientes da COVID-19 longa e reportagem do UOL com entrevista do infectologista Alberto Chebabo (RJ) explicou em detalhes a pesquisa, já publicada.
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Entrevista especial concedida pela infectologista Rosana Richtmann (SP) para a CNN Brasil trouxe um alerta: “ainda não é momento de baixar a guarda”. Essa mensagem é bem reforçada pelos especialistas mesmo para as pessoas imunizadas com dose completa. Lavagem das mãos, uso de máscaras e distanciamento social ainda são medidas bem importantes, afinal a pandemia está com menos número de casos, de hospitalizações e de mortes, porém ainda não acabou.
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A necessidade do uso de máscaras como uma das principais medidas de proteção contra a COVID-19 tem um amplo consenso entre os especialistas, contudo a desobrigação desse acessório tão recomendado nessa pandemia não ecoa bem junto dos médicos. Reportagem do jornal A Tribuna, de Santos, ouviu o infectologista Leonardo Weissmann (SP) sobre essa questão bem controversa na atualidade.
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O número significativo de pessoas vacinadas em todo o Brasil mudou bastante o quadro epidemiológico da pandemia. Menos casos graves, hospitalizações e mortes. Porém, a pandemia não terminou. Em reportagem do portal R7, o infectologista Munir Ayub (SP) fez importantes recomendações, incluindo medidas protetivas fundamentais em tempos de flexibilização. Uso de máscaras, álcool em gel e o distanciamento permanecem como fundamentais mesmo na atualidade.
