Na cidade do Rio de Janeiro já começaram a ser aplicadas as quarta doses da vacina contra COVID-19 em pacientes imunossuprimidos. De acordo com o infectologista Alberto Chebabo (RJ), em entrevista para a Agência Brasil, não há indicação para a população em geral para essa quarta dose, mas sim para pacientes com câncer, lúpus, HIV, transplantados entre outras doenças.
Saiu na Imprensa
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Novos casos de dupla contaminação já são relatados no Brasil. Trata-se da influenza (gripe) com COVID-19. Os sintomas são muitos, mas semelhantes e dependem de uma avaliação médica para a sua confirmação. Em entrevista para a Band, o infectologista explica sobre os riscos, que podem levar até para UTI.
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A vacinação em crianças para a Covid-19 se tornou um dos temas mais discutidos nos últimos dias, desde que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso da vacina da Pfizer em crianças de 5 a 11 anos no País. Neste reportagem do canal Viver Bem do UOL, a doutora Rosana Richtmann, coordenadora do Comitê de Imunização da SBI, comenta o tema e lembra da importância da vacinação para essa faixa etária no País.
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A infectologista Tânia Chaves, membro da SBI, dá luz a uma das discussões desse fim de ano entre os brasileiros. Afinal, é seguro encontrar parentes e amigos com a nova variante Ômicron presente no País? E as festas, como devemos proceder nesses casos? Leia mais na reportagem do Portal UOL sobre esse importante tema em mais uma discussão sobre as medidas preventivas na Pandemia da Covid-19.
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Essa reportagem de O Globo discutiu o surto de influenza no Rio de Janeiro e a prioridade em relação à vacinação: melhor vacinar quem não se vacinou? E a dose de reforço? O infectologista pediátrico Márcio Nehab, membro da SBI, discutiu o assunto, reforçando a importância de se priorizar o grupo dos não vacinados. Leia mais sobre o tema.
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Com a descoberta da nova variante do Sars-CoV-2, muitas perguntas surgem para especialistas e também para a população em geral. O que se sabe e o que representa isso no meio dessa pandemia? Ainda é tudo novo, mas de acordo com Raquel Stucchi (SP), a necessidade de proteção com as vacinas disponíveis é fundamental para mantermos anticorpos no nosso organismo, incluindo as novas variantes.
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Com as festas de fim de ano, possibilidade de viagens, encontros e festas de amigos e familiares, resta uma discussão muito importante junto dos especialistas: a flexibilização das medidas protetivas. Polêmicas e sem um amplo consenso, ainda são colocadas em questão, sobretudo agora com o surgimento da variante ômicron. Num debate na CNN Brasil, o infectologista Alberto Chebabo (RJ) faz ponderações e analisa a situação atual do Brasil com a pandemia.
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Com a chegada do Natal e do ano novo, as reuniões familiares se tornam rotina e a possibilidade de aglomeração e menos cautela em relação ao uso de máscaras, distanciamento social e aplicação de álcool gel podem ser minimizadas, o que se torna um risco a todos. Reportagem do jornal Agora São Paulo ouviu o infectologista Wladimir Queiroz (SP), que deu importantes dicas para quem for fazer confraternização nesse período.
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Um grande debate no Brasil ainda recai sobre a liberação do uso de máscaras em espaços abertos e arejados. A medida parece simples, mas o risco de contaminação é significativo mesmo nessas situações, pois a partir da proximidade entre as pessoas a necessidade do uso é indispensável. O assunto é polêmico e nessa reportagem do UOL, a infectologista Raquel Stucchi (SP) avalia a medida e o que isso pode acarretar para a saúde pública.
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O estado de São Paulo está na iminência de flexibilizar o uso de máscaras em ambientes abertos. A vacinação estadual bem-sucedida, mesmo ainda em plena execução, é um dos motivos desse relaxamento junto com menor número de óbitos e de casos diagnosticados. Contudo, essa medida não tem consenso entre os especialistas. Em reportagem da Folha de S.Paulo, o infectologista Leonardo Weissmann (SP) aborda os riscos dessa liberação antecipada.
