Em entrevista à Rádio CNN Brasil, o infectologista José David Urbaez debateu sobre a importância da vacinação em crianças, a ampliação de outras marcas de vacinas e como isso pode beneficiar até a imunidade coletiva. Essa discussão está bastante evidente na atualidade, já que a vacinação infantil começou há poucos dias e a resposta para a saúde pública pode ser interessante a médio prazo.
Saiu na Imprensa
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Passados vários meses após longo estudo científico coordenado por respeitados especialistas, que não recomendam o Kit covid para o tratamento dessa doença, uma decisão do Ministério da Saúde desconsiderou o trabalho dos pesquisadores e apontou aspectos ideológicos em vez de um caráter técnico para fundamentar a questão. Reportagem da Folha de S.Paulo coloca em foco esse tema.
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No Brasil, o verão chega juntamente com muitas chuvas, enchentes e tudo o mais. Isso acende um segundo alerta em relação às doenças relacionadas às chuvas. Reportagem do UOL traz importantes esclarecimentos sobre o risco de leptospirose, hepatite A e diarreias que estão associadas à contaminação pelas águas. Todo o cuidado é pouco, alerta o infectologista Decio Diament, nessa reportagem.
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O panorama epidemiológico da COVID-19 se divide em dois: antes e depois d vacina. Dessa forma, a reportagem do G1 abordou com o infectologista Alberto Chebabo (RJ) a situação atual da pandemia. Entre momentos de baixa e alta circulação do novo coronavírus, a assistência é indispensável e o divisor de águas ´para uma real mudança da pandemia no Brasil e no mundo foi, sem dúvida, a imunização em massa, que já apresenta excelentes resultados ´para a saúde pública.
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O grande aumento de casos de H3N2 e COVID-19 pela variante ômicron nas últimas semanas tem chamado muito a atenção dos especialistas de todo o Brasil. O crescimento exponencial também preocupa por conta das internações e a alta demanda em pronto atendimento. Nessa reportagem da CNN Brasil com a colaboração do infectologista Rodrigo Molina (MG), a situação atual se aproxima de um colapso, contudo devemos ainda aguardar as próximas semanas.
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O período adequado que uma pessoa deve se isolar quando tem o diagnóstico positivo para COVID-19 está em debate nas últimas semanas com o número de dias sem alterado por diferentes entidades. Ainda não existe um consenso sobre isso, mas as perguntas e respostas não são simples nem fáceis, pois vários aspectos estão em jogo como vacinados e não vacinados, pacientes crônicos etc. Nessa reportagem do UOL com a colaboração do infectologista Demetrius Montenegro (PE), estão colocados vários esclarecimentos para explicar toda essa polêmica do tempo de isolamento.
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O aumento exponencial de casos de COVID-19 assim como de H3N2 em todo o país acendeu um alerta importante para o Brasil: a pandemia não acabou. Os casos cresceram enormemente nas últimas semanas e o cenário epidemiológico mudou com a chegada da variante Ômicron. Em entrevista ao UOL, o infectologista Helio Bacha (SP) fala sobre a atual situação e adverte sobre os grandes riscos e propõe mudanças de hábitos para evitar a contaminação.
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O atraso para liberação e aplicação de doses da vacina contra COVID-19 em crianças preocupa os especialistas, sobretudo nesse período de retorno às aulas e no meio do surto da Ômicron. De acordo com Marcelo Otsuka (SP), em entrevista à CNN Brasil, voltar com apenas uma dose leva a um maior risco de contágio e a necessidade de medidas protetivas mais do que prioritário.
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Em pleno período de férias, as viagens de ônibus se tornam mais viáveis financeiramente, porém no atual momento da pandemia, os riscos desse tipo de viagem terrestre é bem elevado. Para o portal R7, a infectologista Sylvia Lemos (PE) faz ressalvas sobre o tempo de viagens e ao controle bem menos rigoroso quanto às medidas preventivas e sanitárias.
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Reportagem da CNN Brasil a partir de um levantamento feito pela Our World In Data mostrou um novo recorde de casos de COVID-19 no mundo. Os números do dia 3 de janeiro apontam 2,4 milhões de infecções por coronavírus em 24 horas. O último era de 30 de dezembro de 2021. De acordo com Marcelo Otsuka, a alta transmissibilidade da ômicron é a responsável por isso.
