Uma grande discussão entre especialistas vem a ser o uso de máscaras nos mais diversos ambientes. Com a queda de casos em todo o Brasil e aumento da vacinação, a flexibilização se tornou realidade, mas em ambientes fechados grande parte dos médicos ainda recomenda, pois o risco de contaminação existe e é significativo. Nessa reportagem da Veja Saúde, foi citado documento da SBI, o qual teve grande repercussão a todos os interessados.
Saiu na Imprensa
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Onde e como usar? Essa é uma das perguntas mais frequentes no atual cenário da pandemia no Brasil. Com a flexibilização das medidas e diminuição de casos graves, o uso de máscaras virou uma questão importante e que ainda não tem consenso entre os especialistas. Nessa reportagem especial do portal R7, o infectologista Alexandre Naime (SP) faz importantes considerações pontuando de que forma devemos usar esse importante acessório.
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Outro público ainda não contemplado com a vacina contra a COVID-19 são as crianças de 3 a 5 anos. Mesmo apresentando quadros mais benignos, as crianças podem se contaminar e desenvolver a COVID-19. Contudo, a possibilidade da indicação da vacina para essas crianças existe entidades como a Sociedade Brasileira de Infectologia foi chamada e está em análise, como está nessa reportagem do Diário de Pernambuco.
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Nessa reportagem bem analisada do portal UOL, os infectologistas Alberto Chebabo (RJ) e Carlos Starling (MG) trouxeram informações bem relevantes a respeito do uso de máscaras atualmente. No atual momento epidemiológico, a flexibilização desse importante acessório é realidade, mas ainda existem perguntas e respostas sobre isso e nas mais diversas situações para seu uso apropriado.
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Muitos foram os avanços desde o início dessa pandemia histórica que já matou mais de 6 milhões de pessoas em todo o mundo. Das medidas preventivas não farmacológicas até a vacinação, foi construída uma história e um percurso que já caminha para o terceiro ano. Contudo o fim ainda anão é real e somente a OMS pode confirmar essa informação. Em reportagem da CNN Brasil, com colaboração do infectologista Alberto Chebabo (RJ), as dúvidas foram esclarecidas assim como o papel global para se oficializar o fim dessa pandemia.
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A vacina da gripe nem está disponível na rede privada nem na pública no mercado brasileiro e especialistas temem pela falta de vacinas no período mais recomendado para aplicar esse imunizante. Em entrevista para a rádio CBN, o infectologista Carlos Starling (MG) comenta essa situação, que já preocupa muitos médicos, sobretudo nesse cenário de pandemia.
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Para a devida proteção contra a COVID-19, sobretudo com a variante ômicron, é fundamental todas as pessoas terem tomado as três doses de vacinas contra o novo coronavírus. A infectologista Rosana Richtmann (SP) alerta para a real necessidade da vacinação completa em entrevista para a TV Cultura.
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Com a flexibilização do uso de máscaras assim como do distanciamento social numa série de cidades brasileiras, a necessidade de vacinação se torna cada vez mais prioritário a partir de agora. Com a entrega de milhões de doses, como está na reportagem da Agência Brasil, a população se beneficia bastante e deve manter sua carteira de vacinação em dia, como ressaltou a infectologista Sylvia Lemos (PE).
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Muitos vírus que acometem o ser humano e causam doenças adotam estratégias muito específicas fazendo com que temos mais dificuldades de enfrentá-los evitando a replicação e até mesmo o desenvolvimento de doenças. Vírus como o HIV, HTLV, herpes simples, zika entre vários outros que desafiam médicos e cientistas há muitas décadas. Nessa reportagem da BBC Brasil, o infectologista Decio Diament (SP) explica as várias formas com que alguns vírus se manifestam e como estabelecem dificuldades para a devida terapêutica.
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Passamos dos dois anos de pandemia no Brasil e no mundo. Os mortos ultrapassam seis milhões em todos o mundo e os contaminados e pacientes com sequelas se multiplicam de forma exponencial com variantes altamente transmissível e um desafio ainda a ser superado. Mesmo com o maior conhecimento sobre o novo coronavírus e a imunização em massa, o vírus prevalece, porém com menos efeitos e um outro cenário. Nessa reportagem da CNN Brasil, o infectologista Rodrigo Molina (MG) analisa a situação da pandemia e coloca indagações sobre esse novo coronavírus.
