O anúncio do fim do estado de emergência sanitária feito pelo Ministro da Saúde teve significativa repercussão entre os especialistas, sobretudo pela falta de critérios técnicos para se fazer isso. Vários aspectos foram questionados por especialistas, desde a maior flexibilização até a política emergencial de medicamentos, ainda sem uma definição clara e objetiva. Nessa reportagem do Jornal Nacional, da Rede Globo, os infectologistas Sergio Cimerman (SP) e Alberto Chebabo (RJ) falam sobre os efeitos e riscos desse anúncio.
Saiu na Imprensa
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No dia 18 de abril de 2022 foi decretado o fim do estado de emergência da pandemia de covid-19 no Brasil. O menor número de mortes por essa doença e a diminuição do número de casos são argumentos utilizados pelo Ministério da Saúde para tomar essa decisão. Contudo, a atenção para a pandemia foi bem questionável em vários aspectos. Nessa reportagem da revista Veja, o infectologista Alexandre Naime (SP) faz importantes ponderações, incluindo a falta de atenção do governo diante desse grave problema de saúde pública.
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Em tempos de covid-19, todas as outras doenças tiveram um comprometimento da assistência, vigilância e demais políticas de combate. A dengue foi uma dessas que mesmo com grande número de casos também foi ofuscada pelo novo coronavírus. Contudo, a dengue permaneceu nesse período e agora um novo surto dessa doença já é realidade e especialistas como a infectologista Melissa Falcão (BA) analisam a situação e fazem um alerta importante descrito nessa reportagem da BBC Brasil.
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) está na fase final de análise técnica para definir se terá no Brasil a aprovação da CoronaVac para crianças a partir dos 3 anos de idade. Nas últimas semanas algumas sociedades médicas, incluindo a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), elaboraram documentos para avaliação da Anvisa. Nessa reportagem do O Globo, estão descritos os detalhes e o cenário dessa possível aprovação.
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Reportagem do jornal Zero Hora abordou questão da nova subvariante XE no Brasil. De acordo com o infectologista Alberto Chebabo (RJ), os casos podem aumentar, mas não na forma grave. A proteção das vacinas também ajuda bastante para que não haja outra onda semelhante as anteriores que acometeram tantas pessoas e levaram outras a óbito.
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Um grande número de cidades brasileiras já liberou o uso de máscaras em ambientes abertos e fechados, com exceção de ambientes de saúde e transporte público. Hoje, é possível já dizer que não estão na ordem de prioridade das pessoas, contudo a proteção oferecida ajuda, e muito, as pessoas. Nessa reportagem do jornal O Tempo, com informações da Sociedade Brasileira de Infectologia, vários aspectos são colocados para esclarecer essa situação.
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Diversas indagações ainda existem em relação ao número de doses para a COVID-19 e muito por conta do caráter emergencial que essa nova doença trouxe e do tempo de proteção que ainda está em observação pelos especialistas. Reportagem do portal UOL com o infectologista Alexandre Naime Barbosa (SP) traz uma análise da quarta dose no cenário brasileiro.
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Que a dengue é uma doença endêmica em grande parte do Brasil, isso é uma realidade que há décadas desponta dentro da realidade epidemiológica de todo o país. Contudo, as medidas não-farmacológicas, mesmo que efetivas, não são feitas pela população e periodicamente o número de casos de dengue aumenta e assusta a população. Hoje, os imunizantes estão em fase de desenvolvimento e em breve devemos ter uma vacina contra a dengue. Nessa reportagem do G1, o infectologista Alberto Chebabo (RJ) fala dessa realidade e das vacinas que são promissoras para combater a dengue.
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Mesmo com um controle do número de casos de COVID-19 no Brasil nos últimos meses assim como a baixa transmissibilidade, Brasil deve estar no rol da pandemia. Em entrevista para a CNN Brasil, o infectologista Alberto Chebabo (RJ) faz importantes ponderações, pois as medidas sanitárias tendem a não ser uma exigência, contudo há necessidade de vigilância epidemiológica.
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O momento para HIV/Aids, após 40 anos da descoberta desse vírus é bem diferente. Tanto em relação ao conhecimento do vírus e da doença assim como dos tantos tratamentos que existem e estiveram disponíveis e hoje oferecem uma qualidade de vida excelente desde que haja a adesão e acompanhamento médico apropriado. Nessa reportagem veiculada pela Folha de Pernambuco, o infectologista Valdez Madruga (SP) analisa tudo isso mediante novidades já disponíveis aos pacientes com HIV/Aids.
