O número de pessoas infectadas pela varíola símia no Brasil é expressivo e faz com que os especialistas continuem com uma rigorosa vigilância em todo o país em torno dessa doença. Os casos se encontram em várias regiões do Brasil e o alerta se faz presente. Nessa entrevista para a Rede Record, o infectologista Alexandre Naime Barbosa (SP) esclarece uma série de dúvidas e faz ponderações acerca dessa doença.
Saiu na Imprensa
-
-
Depois do aumento muito significativo de casos de covid-19 no mês de maio, atualmente a tendência é de estabilização ou queda no número de pessoas contaminadas. Mesmo sem terminar, a pandemia ainda demanda atenção, maior adesão as doses de reforço da vacina assim como das medidas preventivas. Nessa reportagem da CCN Brasil, o infectologista fala sobre o atual momento da pandemia e sugere a manutenção dos cuidados mesmo com a estabilização de casos de covid-19.
-
No jornal da Band, da Rede Bandeirantes, a infectologista Monica Gomes (PR) participou da reportagem e enfatiza sobre os riscos do uso inadequado de antibióticos. Mesmo com maior controle das vendas, muitas pessoas não fazem a ingestão apropriada, o que pode acarretar em outros problemas sérios por causa desse comportamento de muitas pessoas. O alerta foi bem enfático e se baseou num estudo brasileiro sobre antibióticos.
-
No Jornal Hoje da Rede Globo, os infectologistas Alberto Chebabo (RJ), Alexandre Naime Barbosa (SP) e Rosana Richtmann (SP) concederam entrevistas abordando os problemas que a baixa cobertura da segunda dose para a covid-19 acarreta para a saúde pública. Segundo os especialistas, essa segunda dose é fundamental para proteger a si mesmo e a população em geral e quanto menos pessoas se vacinarem mais vulnerável ficam todos os grupos que facilitam a circulação desse novo coronavírus.
-
A prevenção contra a contaminação do HIV passa por um novo momento na atualidade. Cerca de 40% dos pacientes que faziam uso da Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) acabaram deixando esse tratamento e possivelmente por uma questão comportamental, no entanto ainda restam dúvidas sobre esse abandono por tantas pessoas. Nessa entrevista para a CNN Brasil, o infectologista José Valdez Urbaez (SP) alerta para os riscos da descontinuidade e os outros aspectos que envolvem essa questão da PrEP.
-
Atualmente o Brasil já registra 80 casos da varíola dos macacos, segundo o Ministério da Saúde. Mesmo com o conhecimento clínico que se sabe e o manejo, há necessidade de se alertar com essa doença, além da própria vigilância epidemiológica, conforme apontou o infectologista José Davi Urbaez (DF) ao jornal O Tempo. As características do vírus não demonstram uma grande preocupação, mas atenção especial é recomendada.
-
Imunizantes para bebês de seis meses a crianças de 5 anos devem estar aprovados daqui adiante no Brasil. Apenas algumas marcas pedirão autorização, mas especialistas reforçam a importância de vacinar essa população, que é altamente vulnerável à covid-19, incluindo hospitalização e sequelas. Nessa reportagem do jornal O Globo, o infectologista Leonardo Weissmann (SP) reforça a importância dessas vacinas para esse público após a aprovação pela Anvisa.
-
Depois da pandemia de covid-19, as ondas de maior transmissão dessa doença se tornaram rotina a toda a população, ou seja, vivemos períodos de altos e baixos em relação a essa doença, que já acometeu milhões de pessoas em todo o mundo. Contudo, muitas dúvidas ainda permanecem entre as pessoas. Em entrevista especial ao G1, o infectologista Alberto Chebabo (RJ) analisa a situação atual e dá recomendações bem importantes sobre o novo coronavírus.
-
No Brasil, crianças abaixo de cinco anos ainda não têm vacina aprovada pela ANVISA para se aplicada para proteção contra a covid-19. Já nos Estados Unidos, a aprovação e a vacinação de bebês e crianças abaixo de cinco anos já foi iniciada e marca uma nova fase da imunização de uma população vulnerável e eu demanda uma atenção, conforme esclareceu o médico Marcelo Otsuka (SP) em reportagem do jornal Zero Hora.
-
No Brasil, a quarta dose da vacina contra covid-19 já está disponibilizada a pessoas de 40 anos ou mais. Isso contempla a melhor proteção juntamente com as medidas preventivas. Contudo, o desafio de melhor cobertura vacinal ainda é uma realidade no Brasil como pontuou o infectologista Alberto Chebabo (SP) no Jornal nacional, da Rede Globo. A necessidade das pessoas se vacinarem e manter a carteira de vacinação atualizada é fundamental para o controle de doenças transmissíveis.
