A chegada da monkeypox expôs a população a uma outra doença infecciosa que tem fácil transmissão e com número de casos aumentando dia a dia no Brasil e no mundo. Nesse novo alerta da saúde pública, a vacinação seria o ideal, mas a produção é limitada. Contudo, há medicamento, com uso em situações específicas e que foi pauta na Record News com participação do infectologista Rodrigo Molina (MG).
Saiu na Imprensa
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Uma das alternativas viáveis que o governo brasileiro está tentando é a aquisição do antiviral tecovirimat, indicado para monkeypox. Em entrevista para a Exame, o infectologista Rodrigo Molina (MG) aborda as reais indicações, as quais têm uma especificidade. Além disso, a oferta do medicamento é restrita e a aprovação deve ser em caráter emergencial, pois ainda não pode ser comercializado no Brasil, por enquanto.
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Numa entrevista para o G1, o infectologista Alexandre Naime Barbosa relata que a situação da monkeypox no Brasil e no mundo depende de uma atenção maior, já que se alastrou rapidamente e a falta de medicamentos suficientes para evitar ou tratar é uma realidade difícil. Outros aspectos são abordados nessa reportagem e o cenário é bem desafiador
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O alerta mundial e a falta de imunizantes para atender a população brasileira assim como de antivirais específicos expõem a monkeypox para um patamar preocupante para a saúde pública. Nessa entrevista para a Globonews, o infectologista Alberto Chebabo (RJ) aborda a situação do Brasil em relação a esse surto assim como a possível subnotificação de casos de pacientes com essa doença.
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Depois da declaração de emergência global da monkeypox pela Organização Mundial de Saúde, a atenção a respeito dessa doença passou a ser redobrada até mesmo porque o Brasil já tem mais de mil casos confirmados até o momento. Nessa reportagem do jornal Metrópoles, o infectologista Alberto Chebabo (RJ) esclarece uma série de dúvidas e faz importantes alertas sobre essa doença.
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Pesquisa alemã analisou o genoma de 47 amostras do vírus de monkeypox de casos recentes e aponta evidências de que mutações estão favorecendo a disseminação dessa doença. O trabalho apresenta dados importantes, mas na realidade clínica precisa de mais comprovações. Em entrevista ao jornal O Globo, o infectologista Júlio Croda (MS) pondera para que entendamos mais cada mutação, já que é necessário informações consistentes para determinar essa relação das mutações com o atual quadro epidemiológico.
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No 24º Congresso Mundial de Aids, realizado em Montreal, no Canadá, foi anunciado o quarto paciente curado dessa síndrome e que ainda afeta milhões de pessoas em todo o mundo e mesmo com os tratamentos disponíveis é responsável pela morte de muitas pessoas, inclusive no Brasil. Nessa entrevista para a Rádio Nacional, o infectologista Rodrigo Molina (MG) falou sobre esse quarto paciente assim como da situação da Aids no Brasil.
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A situação da monkeypox já preocupa as autoridades sanitárias e os especialistas em saúde pública do Brasil. Já com mais de 800 casos confirmados no país e ainda no enfrentamento da pandemia de covid-19, essa doença acende o alerta em todo o país. Nessa reportagem do Terra, o infectologista Antonio Bandeira (BA) fala sobre o cenário atual assim como a viabilidade de vacinação no Brasil.
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Um outro desafio que vivemos no Brasil na atualidade é a baixa procura por vacinas, incluindo a covid-19, para o público infantil. Com índices preocupantes de todos os imunizantes, o da covid-19 está nesse mesmo perfil e muitos país e responsáveis ainda não levam seus filhos a tomarem essa vacina. Nessa reportagem, o médico Marcelo Otsuka (SP) esclarece que a covid-19 matou mais crianças que a meningite nos últimos dois anos, o que reforça a necessidade de todos se vacinarem o quanto antes.
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No mês de julho, há anos, é realizado um alerta importante a respeito das hepatites virais. O julho Amarelo tem ações pontuais em serviços de saúde e para a população em geral em busca de maior conscientização a respeito desse problema. No entanto, o desafio permanece e um percurso ainda precisa ser percorrido. Nesse artigo do infectologista Sergio Cimerman (SP), no portal da Jovem Pan, uma análise dessa situação e a necessidade de mais ações são colocadas, além da atual cura da hepatite C e maior conhecimento sobre tudo isso.
