Essa é uma pergunta muito frequente, sobretudo agora com a queda no número de mortes e de contaminados. A vacinação em massa realmente trouxe resultados expressivos a ponto de se reduzir as restrições e a permanência do controle da covid-19. Até o momento, a Organização Mundial de Saúde não declarou o fim da pandemia, mas isso já é possível fazer? Para responder a essa questão, a CNN Brasil entrevistou a infectologista Sylvia Lemos (PE), que esclareceu essas dúvidas sobre a situação da pandemia.
Saiu na Imprensa
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As mudanças bruscas de temperatura não se restringem a oscilação no termômetro, mas refletem, e muito na nossa saúde e de forma altamente significativa. Além de problemas respiratórios, podemos também ter infecções e vários outros agravos decorrentes dessa alternância, que também se relaciona ao tempo seco. Nessa reportagem, do jornal O Estado de S.Paulo, o infectologista Alexandre Naime Barbosa (SP) explica os problemas e faz observações bem relevantes sobre essa questão.
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Quando relacionamos pacientes que tiveram covid-19 e influenza, popularmente conhecida como gripe, expomos uma relação que demanda uma atenção redobrada. Nessa reportagem do UOL, vários aspectos devem ser observados. De acordo com o infectologista Demetrius Montenegro (PE), a probabilidade de complicações graves e infecções bacterianas como as que causadoras de pneumonia são significativas e quem teve problemas com a covid-19 precisa ficar alerta quanto à influenza.
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Reportagem especial do Bom Dia Santa Catarina, da Rede Globo, destacou integralmente a realização do Infectosul em Florianópolis. Destacando o enfoque em monkeypox, covid-19 e imunização, o comentário abordou a importância da atualização médica por meio da Sociedade Brasileira de Infectologia, além da necessidade das pessoas de informarem para a devida proteção de doenças infecciosas, sobretudo com vacinação.
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Atualmente, o estado de Pernambuco tem 502 notificações de monkeypox e agora já confirmou a transmissão comunitária (sem necessidade de ter vindo de um outro local). Por conta dos casos aumentando, a Secretaria Estadual de Saúde adverte para que as pessoas procurem serviços de saúde diante dos sintomas típicos como lesões na pele, inchaços entre outros. De acordo com a infectologista Sylvia Lemos (PE), os casos demandam investigação e acompanhamento médico a fim do devido monitoramento, conforme ela disse em seu comentário na rádio CBN.
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De acordo com reportagem do Correio Braziliense e baseada em depoimento do infectologista José Davi Urbaez (DF), o fim da pandemia pode ser oficializado quando o número de diagnósticos cair bastante, o que ainda é significativo. Além disso, o número de mortes é um dos últimos fatores a serem analisados, o que mostra que a preocupação dos especialistas permanece e a circulação viral é relevante no Distrito Federal, por exemplo.
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A indicação de imunizante a crianças acima de seis meses já está encaminhada e com a consultoria de entidades científicas respeitadas, como a Sociedade Brasileira de Infectologia. Estão em análise pela Anvisa e em breve crianças menores devem ser contempladas pelo imunizante da Pfizer, por enquanto. Reportagem do O Globo dá detalhes dessa indicação em reportagem.
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O entendimento da monkeypox, sobretudo num período de surto em dezenas de países, expõe as pessoas a conviverem com uma doença altamente contagiosa e que demanda uma série de cuidados protetivos. Os diversos sintomas, a necessidade de recorrer a um serviço de saúde, o isolamento e demais necessidades estão nessa reportagem do Globo Esporte, que contou com a colaboração do infectologista Renato Grinbaum (SP).
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Para atender a uma demanda especial do Ministério da Saúde, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, no dia 25/8/2022, a dispensa de registro de importação e uso da vacina Jynneos/Imvanex, para imunização contra a monkeypox assim como a importação e uso do medicamento Tecovirimat. O aumento do número de casos no Brasil e a necessidade emergente são aspectos considerados nessa demanda da Anvisa. De acordo com o infectologista Rodrigo Molina (MG), que falou com a IstoÉ Dinheiro, esse medicamento, por exemplo, é bem importante e direcionado a pessoas com maior vulnerabilidade, o que deve beneficiar muitas pessoas.
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Esporte pode ter relação com a contaminação por monkeypox? Sim. Há necessidade de cuidados com práticas desportivas, as quais são de contato físico e que propiciam um risco bem maior de contaminação na atualidade, que tem maior circulação desse vírus em dezenas de países. Nessa reportagem do Globo Esporte Online, o infectologista Alexandre Naime Barbosa (SP) aponta importantes situações onde há possibilidade de se infectar por esse vírus que tem trazido preocupação para a comunidade médica.
