De acordo com reportagem do Correio Braziliense e baseada em depoimento do infectologista José Davi Urbaez (DF), o fim da pandemia pode ser oficializado quando o número de diagnósticos cair bastante, o que ainda é significativo. Além disso, o número de mortes é um dos últimos fatores a serem analisados, o que mostra que a preocupação dos especialistas permanece e a circulação viral é relevante no Distrito Federal, por exemplo.
Saiu na Imprensa
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A indicação de imunizante a crianças acima de seis meses já está encaminhada e com a consultoria de entidades científicas respeitadas, como a Sociedade Brasileira de Infectologia. Estão em análise pela Anvisa e em breve crianças menores devem ser contempladas pelo imunizante da Pfizer, por enquanto. Reportagem do O Globo dá detalhes dessa indicação em reportagem.
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O entendimento da monkeypox, sobretudo num período de surto em dezenas de países, expõe as pessoas a conviverem com uma doença altamente contagiosa e que demanda uma série de cuidados protetivos. Os diversos sintomas, a necessidade de recorrer a um serviço de saúde, o isolamento e demais necessidades estão nessa reportagem do Globo Esporte, que contou com a colaboração do infectologista Renato Grinbaum (SP).
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Para atender a uma demanda especial do Ministério da Saúde, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, no dia 25/8/2022, a dispensa de registro de importação e uso da vacina Jynneos/Imvanex, para imunização contra a monkeypox assim como a importação e uso do medicamento Tecovirimat. O aumento do número de casos no Brasil e a necessidade emergente são aspectos considerados nessa demanda da Anvisa. De acordo com o infectologista Rodrigo Molina (MG), que falou com a IstoÉ Dinheiro, esse medicamento, por exemplo, é bem importante e direcionado a pessoas com maior vulnerabilidade, o que deve beneficiar muitas pessoas.
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Esporte pode ter relação com a contaminação por monkeypox? Sim. Há necessidade de cuidados com práticas desportivas, as quais são de contato físico e que propiciam um risco bem maior de contaminação na atualidade, que tem maior circulação desse vírus em dezenas de países. Nessa reportagem do Globo Esporte Online, o infectologista Alexandre Naime Barbosa (SP) aponta importantes situações onde há possibilidade de se infectar por esse vírus que tem trazido preocupação para a comunidade médica.
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Mesmo com acesso gratuito a vacina de rotavírus na rede pública de todo o Brasil, é mais uma vacina que também está com baixa cobertura. Sem dúvida, e uma grande preocupação dos especialistas, pois a infecção por esse vírus por levar a quadros severos, sobretudo em crianças abaixo de cinco anos e até mesmo levar a óbito. Nessa entrevista para a revista Crescer, a infectologista Karen Morejon (SP) explica em detalhes os sintomas dessa doença e destaca a importância da vacinação.
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O surto de monkeypox, além de expor o mundo a uma doença infecciosa, traz um problema pela escassez de imunizante disponível para prevenir essa doença. Com os casos crescendo, há uma preocupação grande dos especialistas e, em paralelo, diversas empresas já atuam para desenvolver novas vacinas para atender as necessidades de todo o mundo. Nessa reportagem da revista Veja, o infectologista Alberto Chebabo (RJ) analisa essa situação e destaca a importância da vacina contra monkeypox.
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Na Agência Reuters, foi publicado uma reportagem sobre um estudo European Journal of Epidemiology sobre o uso de hidroxicloroquina para prevenir a Covid-19. Contudo, os resultados são altamente criticados por especialistas como o infectologista Alexandre Naime Barbosa (SP). Falhas metodológicas da pesquisa, análises questionadas e outros vários aspectos foram bem criticados como está nessa reportagem.
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No Jornal do Commercio, de Pernambuco, foi publicada uma reportagem especial com o infectologista Flavio Telles (PR) a respeito de Candida auris, fungo resistente a medicamentos e responsável por infecções hospitalares. A Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco informou que somente nesse ano fez 41 notificações e 36 pacientes tiveram diagnóstico confirmado, um foi descartado e quatro permanecem em investigação, todos na região de Recife (PE), o que tem preocupado muito os especialistas por conta das dificuldades de tratar esse tipo de infecção
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Um recente estudo inglês mostra que os sintomas do atual surto de monkeypox pelo mundo são diferentes de outros ocorridos anteriormente. Os quadros eram diferentes e as feridas pelo corpo são na região anal e na genitália que se assemelham a espinhas. Isso tem chamado a atenção de especialistas, inclusive no Brasil, e nessa entrevista da BBC Brasil com colaboração do infectologista Alexandre Naime Barbosa, relatos importantes foram descritos para abordar a atual monkeypox.
