Passadas mais de quatro décadas do conhecimento do HIV, que atinge milhões de pessoas no mundo, um novo cenário é traçado atualmente. Os tratamentos mudaram bastante, são muito mais efetivos e viabilizam um controle do HIV para a saúde das pessoas. Nessa reportagem do UOL, que contou com a participação do infectologista Valdez Madruga (SP), a outra realidade do HIV é abordada e com diversos depoimentos, que ilustram esse momento do HIV.
Saiu na Imprensa
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A necessidade de uma política mais adequada para que a população tenha acesso a medicações para tratamento e prevenção da covid-19 foi o teor de uma nota técnica divulgada nessa semana pela Sociedade Brasileira de Infectologia e que teve repercussão na mídia. O conteúdo chama a atenção para vários medicamentos e que haja uma atenção especial da saúde pública, já que a covid-19 ainda é presente. Nota foi pauta no portal da TV Cultura.
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Recentemente, após a morte por conta da raiva no Brasil, um alerta importante também deve ser dado sobre essa doença. Depois de manifestada o risco de fatalidade é muito elevado. Nesse artigo da infectologista Jacy Andrade (BA) para o Correio Braziliense, ela enfatiza a necessidade de maior conhecimento, além da importância da vacinação pré e pós-exposição e esclarece uma série de aspectos relevantes sobre essa doença.
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Mesmo após o fim do inverno, doenças típicas ainda persistem na primavera no Brasil. A gripe, por exemplo, está em alta na atualidade e é preocupação, pois é pouco usual e ainda associada à pandemia. Nessa reportagem da TV Bandeirantes, que conta com a infectologista Rosana Richtmann (SP), temos algumas variáveis em questão para esse aumento agora, como a necessidade de maior imunização contra a gripe e o relaxamento de medidas preventivas.
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Por uma série de questões, muitas ligadas ao próprio processo de envelhecimento, baixa da imunidade e pela própria diminuição dos anticorpos protetores a partir dos 50 anos de idade, propiciam o surgimento de herpes-zóster, que pode acarretar numa série de complicações para a saúde das pessoas, conforme essa reportagem do jornal Gazeta do Povo. O infectologista Antonio Bandeira (BA) esclarece como esse vírus de manifesta e o que isso pode acarretar as pessoas.
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Essa é uma pergunta muito frequente, sobretudo agora com a queda no número de mortes e de contaminados. A vacinação em massa realmente trouxe resultados expressivos a ponto de se reduzir as restrições e a permanência do controle da covid-19. Até o momento, a Organização Mundial de Saúde não declarou o fim da pandemia, mas isso já é possível fazer? Para responder a essa questão, a CNN Brasil entrevistou a infectologista Sylvia Lemos (PE), que esclareceu essas dúvidas sobre a situação da pandemia.
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As mudanças bruscas de temperatura não se restringem a oscilação no termômetro, mas refletem, e muito na nossa saúde e de forma altamente significativa. Além de problemas respiratórios, podemos também ter infecções e vários outros agravos decorrentes dessa alternância, que também se relaciona ao tempo seco. Nessa reportagem, do jornal O Estado de S.Paulo, o infectologista Alexandre Naime Barbosa (SP) explica os problemas e faz observações bem relevantes sobre essa questão.
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Quando relacionamos pacientes que tiveram covid-19 e influenza, popularmente conhecida como gripe, expomos uma relação que demanda uma atenção redobrada. Nessa reportagem do UOL, vários aspectos devem ser observados. De acordo com o infectologista Demetrius Montenegro (PE), a probabilidade de complicações graves e infecções bacterianas como as que causadoras de pneumonia são significativas e quem teve problemas com a covid-19 precisa ficar alerta quanto à influenza.
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Reportagem especial do Bom Dia Santa Catarina, da Rede Globo, destacou integralmente a realização do Infectosul em Florianópolis. Destacando o enfoque em monkeypox, covid-19 e imunização, o comentário abordou a importância da atualização médica por meio da Sociedade Brasileira de Infectologia, além da necessidade das pessoas de informarem para a devida proteção de doenças infecciosas, sobretudo com vacinação.
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Atualmente, o estado de Pernambuco tem 502 notificações de monkeypox e agora já confirmou a transmissão comunitária (sem necessidade de ter vindo de um outro local). Por conta dos casos aumentando, a Secretaria Estadual de Saúde adverte para que as pessoas procurem serviços de saúde diante dos sintomas típicos como lesões na pele, inchaços entre outros. De acordo com a infectologista Sylvia Lemos (PE), os casos demandam investigação e acompanhamento médico a fim do devido monitoramento, conforme ela disse em seu comentário na rádio CBN.
