Essa pergunta é um desafio quando falamos de vacinação. Todas as vacinas em todos os estados estão com cobertura bem abaixo do recomendado pelos especialistas. O resultado disso é o retorno de doenças como o sarampo, o risco iminente de poliomielite entre tantas outras doenças. Nessa reportagem do Nexo Jornal, a infectologista Nanci Silva propõe alteração na forma como são conduzidas as campanhas para que o Brasil seja um exemplo efetivo de cobertura vacinal e não igual a realidade de hoje em dia.
Saiu na Imprensa
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O Brasil está na lista de países com alto risco de retorno da poliomielite, uma doença que afetou muita gente por décadas e que foi controlada. Porém, a vacinação contra essa grave doença caiu enormemente nos últimos anos e o alerta é emergente, conforme disse o médico Marcelo Otsuka (SP) em entrevista ao jornal O Tempo.
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A chegada de novas variantes da covid-19 faz com que a vigilância seja determinante no atual momento da pandemia. Em alguns países da Europa há aumento de internações e muito relacionados a baixa temperatura. Em entrevista à Rádio CNN Brasil, o infectologista Alexandre Naime Barbosa (SP) diz que há prevalência da variante BQ 1.1, mais transmissível que a ômicron, o que requer atenção de toda a comunidade não só para a vacinação como os tratamentos medicamentosos disponíveis.
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A baixa cobertura vacinal em todo o Brasil para a poliomielite e tantas outras doenças preveníveis por vacina acende um alerta vermelho para o retorno de doenças controladas. Um recente caso suspeito do Pará alarmou a comunidade médica, que já adverte há um bom tempo sobre o risco de doenças retornarem. Nessa reportagem do portal UOL, a infectologista Rosana Richtmann (SP) analisa a situação e faz importantes observações sobre esse cenário preocupante.
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Outra doença tem chamado a atenção da saúde pública nos últimos meses: a meningite meningocócica. O grande número de casos e mortes expressa uma preocupação ao lado de mais uma doença que pode ser prevenida e não tem índice de vacinação da população recomendado por especialistas. Nessa reportagem da Veja/Saúde, esse cenário é analisado e contou com o infectologista Alexandre Cunha (DF).
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Passadas mais de quatro décadas do conhecimento do HIV, que atinge milhões de pessoas no mundo, um novo cenário é traçado atualmente. Os tratamentos mudaram bastante, são muito mais efetivos e viabilizam um controle do HIV para a saúde das pessoas. Nessa reportagem do UOL, que contou com a participação do infectologista Valdez Madruga (SP), a outra realidade do HIV é abordada e com diversos depoimentos, que ilustram esse momento do HIV.
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A necessidade de uma política mais adequada para que a população tenha acesso a medicações para tratamento e prevenção da covid-19 foi o teor de uma nota técnica divulgada nessa semana pela Sociedade Brasileira de Infectologia e que teve repercussão na mídia. O conteúdo chama a atenção para vários medicamentos e que haja uma atenção especial da saúde pública, já que a covid-19 ainda é presente. Nota foi pauta no portal da TV Cultura.
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Recentemente, após a morte por conta da raiva no Brasil, um alerta importante também deve ser dado sobre essa doença. Depois de manifestada o risco de fatalidade é muito elevado. Nesse artigo da infectologista Jacy Andrade (BA) para o Correio Braziliense, ela enfatiza a necessidade de maior conhecimento, além da importância da vacinação pré e pós-exposição e esclarece uma série de aspectos relevantes sobre essa doença.
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Mesmo após o fim do inverno, doenças típicas ainda persistem na primavera no Brasil. A gripe, por exemplo, está em alta na atualidade e é preocupação, pois é pouco usual e ainda associada à pandemia. Nessa reportagem da TV Bandeirantes, que conta com a infectologista Rosana Richtmann (SP), temos algumas variáveis em questão para esse aumento agora, como a necessidade de maior imunização contra a gripe e o relaxamento de medidas preventivas.
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Por uma série de questões, muitas ligadas ao próprio processo de envelhecimento, baixa da imunidade e pela própria diminuição dos anticorpos protetores a partir dos 50 anos de idade, propiciam o surgimento de herpes-zóster, que pode acarretar numa série de complicações para a saúde das pessoas, conforme essa reportagem do jornal Gazeta do Povo. O infectologista Antonio Bandeira (BA) esclarece como esse vírus de manifesta e o que isso pode acarretar as pessoas.
