Em entrevista especial para a BBC Brasil, o infectologista Alberto Chebabo (RJ) faz importantes observações a respeito da subvariante da ômicron, a BQ.1, já encontrada no Brasil e que está circulando na Europa e com aumento no número de casos. Na reportagem, várias particularidades são descritas, inclusive de escape da proteção vacinal, e formas específicas do contágio e demais sintomas, bem semelhantes a outras variantes.
Saiu na Imprensa
-
-
O aumento de casos e internações por covid-19 é uma realidade no Brasil e na Europa e a confusão com outros problemas respiratórios como a influenza pode causar confusão e somente um diagnóstico adequado pode realmente distinguir os quadros. Especialistas sugerem um alerta nas próximas semanas, mas não esperam um surto como do início de 2022 com a Ômicron. Nessa reportagem do Zero Hora, que contou com os médicos Nancy Bellei (SP) e Marcelo Otsuka (SP), importantes informações estão contidas para esse novo cenário.
-
Em tempos de covid-19, gripes e resfriados, muitas pessoas ainda misturam doenças, fazem tratamentos inadequados e isso gera um desgaste para a saúde de quem convive com essas doenças. Nessa reportagem do UOL, especialistas como o infectologista Alexandre Barbosa (SP), advertem que a atenção aos sinais e sintomas são essenciais para se saber sobre esses problemas respiratórios, contudo até mesmo para se propor um tratamento é fundamental que se faça testes para ter o diagnóstico preciso da doença até mesmo para saber a devida conduta.
-
Bebês, crianças, adolescentes e adultos jovens ainda são acometidos pela meningite meningocócica em todo o Brasil. Motivo? Baixa cobertura vacinal, a qual vem caindo ano e ano e os casos desse tipo de meningite afetando um número cada vez maior de pessoas por conta de não se vacinarem. A infectologista Karen Morejon (SP) analisa essa situação preocupante em relação a essa doença no portal Hospitais Brasil.
-
A Região do Grande ABC, na área metropolitana da grande São Paulo, vacinou 61% das crianças contra a poliomielite. A doença, que pode ser bem grave, já é um alerta da comunidade médica, pois a vacinação é a única forma de protegeras pessoas. Mesmo com campanhas, as metas não são alcançadas e nessa reportagem do Diário do Grande ABC o infectologista Munir Ayub (SP) sugere mudar a estratégia dos postos de vacinação, sobretudo com mudança de horários, para aumentar os índices de cobertura vacinal.
-
Essa pergunta é um desafio quando falamos de vacinação. Todas as vacinas em todos os estados estão com cobertura bem abaixo do recomendado pelos especialistas. O resultado disso é o retorno de doenças como o sarampo, o risco iminente de poliomielite entre tantas outras doenças. Nessa reportagem do Nexo Jornal, a infectologista Nanci Silva propõe alteração na forma como são conduzidas as campanhas para que o Brasil seja um exemplo efetivo de cobertura vacinal e não igual a realidade de hoje em dia.
-
O Brasil está na lista de países com alto risco de retorno da poliomielite, uma doença que afetou muita gente por décadas e que foi controlada. Porém, a vacinação contra essa grave doença caiu enormemente nos últimos anos e o alerta é emergente, conforme disse o médico Marcelo Otsuka (SP) em entrevista ao jornal O Tempo.
-
A chegada de novas variantes da covid-19 faz com que a vigilância seja determinante no atual momento da pandemia. Em alguns países da Europa há aumento de internações e muito relacionados a baixa temperatura. Em entrevista à Rádio CNN Brasil, o infectologista Alexandre Naime Barbosa (SP) diz que há prevalência da variante BQ 1.1, mais transmissível que a ômicron, o que requer atenção de toda a comunidade não só para a vacinação como os tratamentos medicamentosos disponíveis.
-
A baixa cobertura vacinal em todo o Brasil para a poliomielite e tantas outras doenças preveníveis por vacina acende um alerta vermelho para o retorno de doenças controladas. Um recente caso suspeito do Pará alarmou a comunidade médica, que já adverte há um bom tempo sobre o risco de doenças retornarem. Nessa reportagem do portal UOL, a infectologista Rosana Richtmann (SP) analisa a situação e faz importantes observações sobre esse cenário preocupante.
-
Outra doença tem chamado a atenção da saúde pública nos últimos meses: a meningite meningocócica. O grande número de casos e mortes expressa uma preocupação ao lado de mais uma doença que pode ser prevenida e não tem índice de vacinação da população recomendado por especialistas. Nessa reportagem da Veja/Saúde, esse cenário é analisado e contou com o infectologista Alexandre Cunha (DF).
