A Sociedade Brasileira de Infectologia divulgou um informativo a respeito da importância de adotarmos as doses completas para a vacina anti-COVID-19, incluindo dose de reforço. A quarta dose pode ter indicação em casos especiais, mas ainda demanda estudos e consenso em âmbito científico. Nessa reportagem do portal UOL, o foco foi exclusivo desse documento da SBI.
Notícias
-
-
O infectologista Alberto Chebabo (RJ) sugeriu, em entrevista à CNN Brasil que devemos vacinar a população com a terceira dose do imunizante contra a COVID-19 e reforçar para um maior empenho dessa dose de reforço. Já a quarta dose, o médico diz que é importante aguardar a para quando tivermos vacinas mais adaptadas para protegermos contra outras variantes.
-
Os quadros mais leves e moderados relacionados à variante Ômicron representam a realidade dos pacientes que se contaminaram na onda atual e que foram devidamente imunizados. A alta transmissibilidade representa um desafio, mas a COVID-19 longa, especialmente para quem não tomou nenhuma vacina também expõe uma preocupação dos especialistas. Reportagem do jornal O Globo, com participação do infectologista Alberto Chebabo (RJ) analisa essa situação e acende um novo alerta.
-
Em tempos de pandemia, outras questões envolvem os profissionais de saúde, sobretudo para fazerem a diferenciação entre doenças como gripe, resfriado e dengue. Nessa reportagem especial da BBC Brasil, a infectologista Melissa Falcão (BA) esclarece essa questão, já que é uma dúvida rotineira entre médicos e pacientes e precisa de um diagnóstico adequado para se propor uma abordagem terapêutica apropriada.
-
A confiabilidade dos testes para detecção do novo coronavírus ainda desafia médicos e pacientes, pois os resultados positivos e negativos envolvem uma série de aspectos que vão desde o dia até a forma como é feita a coleta. Nessa entrevista para a Band, a infectologista Raquel Stucchi esclarece essas dúvidas, cada vez mais frequentes no nosso dia a dia.
-
Na Globonews, o infectologista Alexandre Naime (SP) concedeu uma entrevista ressaltando que a vacinação mudou o panorama da pandemia no Brasil e no mundo e que os efeitos das vacinas são raros e não há relatos de óbitos, inclusive nas crianças. As doses completas aliadas às medidas preventivas ainda são as melhores formas de se proteger dessa doença.
-
O carnaval, em quase todas as cidades brasileiras, ou foi cancelado ou adiado para os próximos meses. Cidades que a folia tem grande tradição também entram nessa lista de suspensão da festa, mesmo com todas as questões da economia e do que representa na cultura popular. Reportagem do Valor Econômico falou com o infectologista Alberto Chebabo (RJ) a respeito do carnaval em tempo de ômicron.
-
Em entrevista à rádio CNN Brasil, o infectologista Antônio Bandeira (BA) falou sobre os desafios da COVID-19 longa. Muitos pacientes ainda padecem de sintomas bem importantes e que comprometem o dia a dia de quem teve a doença e ainda se recupera mesmo depois do período recomendado de isolamento. O que é recomendado? Tem tratamento para isso? Respostas estão nessa entrevista.
-
A vacinação mudou consideravelmente o quadro dos pacientes que se contaminam pela ômicron. Sendo altamente transmissível, essa cepa aumentou o contágio e mesmo com quadros leves e moderados, as sequelas expõem uma realidade importante. Esse é o debate que o UOL trouxe nessa reportagem com o Max Igor Lopes (SP).
-
O quadro epidemiológico da ômicron no Brasil desafia os especialistas não pelos casos graves, mas pela alta transmissibilidade, o que também acarreta os serviços de saúde pelo volume de atendimentos. Essa mudança ocorreu a partir de janeiro e, de acordo com pesquisadores como o infectologista Julival Ribeiro (DF), a tendência é para estabilização a partir dos próximos meses. Reportagem do Correio Braziliense traz os aspectos que levam os médicos a essas projeções.
