Em matéria sobre “Cidades do Vale do Paraíba intensificam medidas de combate à dengue”, a Dra Rosana Ritchmann, representou a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), explicando sobre baixa adesão à vacinação contra a dengue, quais são as causas, qual é a meta, por que a vacina está restrita a um determinado público. Ouça aqui: https://www.youtube.com/live/h-k_XxWmRJ0?t=550s
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SAIU NA IMPRENSA: Covid-19: veja perguntas e respostas sobre a variante BA. 3.2, identificada em 23 países
Em matéria sobre a variante BA 3.2, a Dr Rita Medeiros representou a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), explicando sobre o risco que variante representa à população. Leia aqui: https://www.estadao.com.br/saude/covid-19-veja-perguntas-e-respostas-sobre-a-variante-ba32-identificada-em-23-paises-nprm/
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SAIU NA IMPRENSA: Campanha nacional de vacinação contra a gripe começa neste sábado (28)
Em matéria sobre a Campanha de Vacinação da gripe, a Dra Rita Medeiros, representou a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), explicando sobre a diferença no calendário entre as regiões do país. Leia aqui: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2026/03/campanha-nacional-de-vacinacao-contra-a-gripe-comeca-neste-sabado-28.shtml
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INFOCUS 2026: Curitiba será a capital latino-americana da Micologia Clínica em julho
O 23º INFOCUS e o 2º ISHAM LATAM reúnem os maiores especialistas mundiais para debater os avanços no diagnóstico e tratamento de infecções fúngicas.
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Solenidade marca posse de novos membros na Academia de Medicina de São Paulo
Cerimônia reconhece trajetórias de excelência e destaca a eleição do infectologista Sérgio Cimerman como membro titular São Paulo, março de 2026 – A Academia de Medicina de São Paulo realizou, na última quarta-feira (25), a Sessão Solene de Posse de novos membros titulares e honorários. Entre os empossados como membros titulares está o Dr. Sérgio Cimerman, médico infectologista e ex-presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI). Sua eleição reflete o reconhecimento de sua trajetória científica e contribuição à medicina brasileira. Novos acadêmicos Membros titulares: Membros honorários:
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3ª edição do curso oficial de atualização em Infectologia reúne especialistas para discutir avanços da área
Promovido pela Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) em parceria com o Grupo GEN, o curso oferece conteúdo científico atualizado voltado à prática clínica
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SAIU NA IMPRENSA: OMS recomenda testes rápidos e portáteis para ampliar diagnóstico de tuberculose:
Em matéria sobre o Dia Mundial da Tuberculose, a Dra Valeria Rolla representou a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) explicando sobre a nova medida da OMS e sobre o controle da tuberculose. Leia aqui: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2026/03/oms-recomenda-testes-rapidos-e-portateis-para-ampliar-diagnostico-de-tuberculose.shtml
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SAIU NA IMPRENSA: Casos de HIV avançam entre mulheres acima dos 50 anos no Brasil e expõem diagnóstico tardio
Em matéria sobre HIV em mulheres 50+, a Dra Raquel Guimares representou a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) explicando sobre os problemas no diagnóstico tardio e sintomas que passam despercebidos por mulheres. Leia aqui: https://revistamarieclaire.globo.com/saude/noticia/2026/03/casos-de-hiv-avancam-entre-mulheres-acima-dos-50-anos-no-brasil-e-expoem-diagnostico-tardio.ghtml
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Dia Mundial da Tuberculose: abandono do tratamento ainda é um dos principais desafios para o controle da doença no Brasil
No Dia Mundial da Tuberculose, infectologistas alertam que a interrupção precoce da medicação compromete a cura e favorece o surgimento de formas resistentes da doença. São Paulo, março de 2026 – Celebrado em 24 de março, o Dia Mundial da Tuberculose reforça a importância do diagnóstico precoce, da adesão ao tratamento e da ampliação das estratégias de controle da doença. Apesar de ter cura e tratamento gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a tuberculose ainda representa um importante desafio de saúde pública no Brasil. De acordo com dados do Ministério da Saúde, o país registrou 85.936 novos casos de tuberculose em 2024, mantendo-se entre os países com alta carga da doença no cenário global. A mortalidade também permanece relevante: 6.025 óbitos foram registrados em 2023, o que representa uma média de aproximadamente 16 mortes por dia. Embora a taxa de detecção tenha alcançado cerca de 89% dos casos, o sucesso do tratamento de pacientes novos ainda gira em torno de 70% a 75%, abaixo da meta de 90% estabelecida pela Organização Mundial da Saúde. Para especialistas da Sociedade Brasileira de Infectologia, a adesão ao tratamento continua sendo um dos principais desafios para reduzir a incidência e a mortalidade da doença no país. Segundo o infectologista Max Igor Banks Ferreira Lopes, interromper a medicação antes do tempo recomendado pode comprometer a eficácia do tratamento. “Muitos pacientes deixam de tomar os medicamentos quando os sintomas começam a desaparecer. No entanto, a bactéria ainda está presente no organismo. A interrupção precoce do tratamento aumenta o risco de recaída e favorece o surgimento de resistência aos medicamentos”, explica. Adesão ao tratamento é fundamental para o controle da doença O tratamento da tuberculose dura, em média, seis meses e envolve o uso contínuo de antibióticos específicos. Quando realizado corretamente, as chances de cura são elevadas. Entretanto, a interrupção do tratamento pode levar ao desenvolvimento da tuberculose multirresistente (TB-MDR), condição em que a bactéria se torna resistente aos principais medicamentos utilizados no esquema inicial. Nesses casos, o tratamento é mais longo e complexo, podendo durar até dois anos e exigir o uso de medicamentos mais potentes. De acordo com a infectologista Valeria Cavalcanti Rolla, garantir a adesão ao tratamento é uma das estratégias centrais para reduzir a transmissão da doença. “Quando o tratamento é seguido corretamente, o paciente tem altas chances de cura e deixa de transmitir a doença. O abandono terapêutico, por outro lado, contribui para a manutenção da cadeia de transmissão na comunidade”, afirma. Coinfecção TB-HIV exige atenção A tuberculose também representa um risco maior para pessoas vivendo com HIV, que apresentam maior probabilidade de desenvolver formas graves da doença. Nesse contexto, especialistas destacam a importância do diagnóstico precoce, da integração entre os programas de controle da tuberculose e do HIV e da ampliação do acesso ao tratamento da infecção latente da tuberculose, estratégia essencial para reduzir o risco de adoecimento. Metas globais e estratégias de controle O Brasil integra o compromisso global liderado pela Organização Mundial da Saúde para reduzir em 95% o número de mortes por tuberculose e em 90% a incidência da doença até 2030. Entre as estratégias adotadas pelo Ministério da Saúde está o Tratamento Diretamente Observado (TDO), modelo em que profissionais de saúde acompanham a ingestão dos medicamentos para garantir a adesão ao tratamento. Para a Sociedade Brasileira de Infectologia, fortalecer o diagnóstico precoce, ampliar o acesso ao tratamento e enfrentar as vulnerabilidades sociais associadas à doença são medidas fundamentais para avançar no controle da tuberculose no país.
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HTLV: O vírus silencioso que afeta mais de 1 milhão de brasileiros exige diagnóstico precoce
Com prevalência alarmante no Brasil, infecção pode levar décadas para manifestar sintomas graves SÃO PAULO – O Vírus Linfotrópico de Células T Humanas (HTLV) permanece como um dos maiores desafios de saúde pública no Brasil. Estima-se que 1,1 milhão de pessoas vivam com o vírus no país, mas a grande maioria desconhece o diagnóstico. O alerta ganha força no Dia Mundial do HTLV, reforçando a necessidade de exames preventivos e do uso de métodos de prevenção. Diferente de outras infecções, o HTLV ataca os linfócitos T e pode permanecer silencioso por décadas. No entanto, entre 5% e 10% dos infectados desenvolvem doenças graves, como a Leucemia/Linfoma de células T do Adulto (ATLL) e a Mielopatia Associada ao HTLV (HAM/TSP) — uma condição neurológica que afeta a mobilidade e o controle urinário. Avanços no diagnóstico e políticas públicas O cenário de combate ao vírus mudou drasticamente nos últimos dois anos. Desde a publicação da Portaria GM/MS nº 3.148/2024, a infecção tornou-se um agravo de notificação compulsória, que permite ao Ministério da Saúde mapear a dimensão da epidemia em solo brasileiro. Outro avanço é a inclusão do teste de HTLV no pré-natal da Rede Alyne (SUS). O objetivo é interromper a transmissão vertical, transmitida de mãe para filho, que ocorre majoritariamente pela amamentação. A recomendação médica orienta que mães soropositivas devem ser orientadas a inibir a lactação, substituindo o leite materno por fórmulas infantis fornecidas gratuitamente pelo governo. Formas de transmissão e prevenção O contágio do HTLV é semelhante ao de outras Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). As principais vias são: Relações sexuais desprotegidas: Amamentação, que é a principal via de transmissão vertical. Compartilhamento de agulhas, que há riscos ligados ao uso de drogas injetáveis. Transfusões e transplantes, controlados por triagem obrigatória em bancos de sangue. O perigo da falta de informação De acordo com o infectologista Carlos Brites, a falta de informação é o maior obstáculo. “O paciente pode carregar o vírus por 30 anos sem saber, até que surjam dificuldades para caminhar que são frequentemente confundidas com o envelhecimento natural ou problemas de coluna”, explica o especialista. O doutor destaca que o diagnóstico precoce e a fisioterapia especializada são fundamentais para manter a autonomia do paciente. Além do cuidado físico, ele reforça a necessidade de suporte psicossocial para combater o estigma que ainda envolve a doença.
