Em matéria sobre Mpox publicada no G1, Dr. Álvaro Costa representou a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) explicando sintomas, formas de contágio, risco de morte e quem deve se vacinar. Leia aqui: https://g1.globo.com/saude/noticia/2026/03/06/saiba-se-mpox-mata-pega-pelo-ar-beijo-transmite-principais-duvidas.ghtml
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O Ministério da Saúde confirmou 140 casos de mpox em 2026, além de 539 suspeitos e 9 prováveis. Até o momento, não houve óbitos. Em entrevista ao Estadão, Dr. Álvaro Costa representou a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) e reforçou a importância da vigilância contínua e da comunicação responsável para conter a disseminação da doença. Leia aqui: Brasil chega a 140 casos confirmados de mpox em 2026 – Estadão
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Natal recebe o X Congresso Norte-Nordeste de Infectologia em junho de 2026
Evento reunirá especialistas, pesquisadores e profissionais de saúde para discutir os principais desafios das doenças infecciosas no Brasil e no mundo São Paulo, março de 2026 – Entre os dias 4 e 6 de junho de 2026, a cidade de Natal (RN) sediará o X Congresso Norte-Nordeste de Infectologia, um dos principais encontros científicos da especialidade nas regiões Norte e Nordeste do país. O evento reunirá infectologistas, pesquisadores, profissionais da saúde e estudantes em uma programação dedicada à atualização científica, discussão de evidências e troca de experiências sobre os principais temas da infectologia contemporânea. Atualização científica e integração regional Com uma programação que inclui conferências, mesas-redondas, simpósios e sessões científicas, o congresso busca promover o debate sobre desafios atuais no diagnóstico, tratamento e prevenção das doenças infecciosas. A iniciativa também reforça a importância da integração entre serviços de saúde, universidades e centros de pesquisa das regiões Norte e Nordeste, ampliando o intercâmbio de conhecimento entre especialistas que atuam em diferentes realidades epidemiológicas do país. Entre os temas previstos na programação científica estão: Espaço para apresentação de pesquisas O congresso também contará com sessões dedicadas à apresentação de trabalhos científicos, estimulando a participação de pesquisadores e profissionais em formação. Os estudos submetidos serão avaliados pela comissão científica e poderão ser apresentados em formato de e-pôster ou apresentação oral, com premiação para os trabalhos de maior destaque. A iniciativa contribui para estimular a produção científica e a divulgação de pesquisas desenvolvidas na área de infectologia, especialmente nas regiões Norte e Nordeste. Regiões estratégicas para a vigilância de doenças infecciosas As regiões Norte e Nordeste ocupam um papel estratégico na vigilância epidemiológica brasileira. Características como diversidade climática, presença de áreas tropicais, intensa circulação de pessoas e desigualdades no acesso aos serviços de saúde tornam esses territórios fundamentais para a observação de padrões de transmissão e surgimento de doenças infecciosas. Historicamente, muitas enfermidades de relevância nacional, como arboviroses, leishmanioses, hepatites virais e doenças tropicais negligenciadas, apresentam forte impacto nessas regiões, o que reforça a importância de centros de pesquisa, serviços especializados e profissionais capacitados para o diagnóstico e manejo dessas condições. Nesse contexto, encontros científicos regionais desempenham um papel importante ao estimular a troca de experiências entre especialistas que atuam diretamente nesses cenários epidemiológicos, contribuindo para o fortalecimento da vigilância, da pesquisa e da resposta em saúde pública no país. Serviço X Congresso Norte-Nordeste de InfectologiaData: 4 a 6 de junho de 2026Local: Natal (RN)Informações e inscrições: https://www.infectonortenordeste.com.br/ Inscrições As inscrições já estão abertas pelo site oficial do evento. Os interessados podem aproveitar os valores do 1º lote até o dia 15 de abril de 2026, garantindo a tarifa promocional do congresso, com possibilidade de parcelamento em até três vezes sem juros. Confira os valores promocionais (até 15/04):
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Pela primeira vez, SBI elege por voto direto os integrantes de seus Comitês Científicos
por Júnior RosaProcesso inédito amplia a transparência, fortalece a governança e consolida modelo mais democrático na principal entidade da infectologia brasileira São Paulo, 3 de março de 2026 – A Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) concluiu um marco histórico em sua trajetória institucional: pela primeira vez, os integrantes de seus 22 Comitês Científicos foram escolhidos por meio de processo eleitoral direto entre os associados. Até então indicados pela diretoria, os comitês passam a ser definidos por voto, em uma iniciativa que amplia a participação dos infectologistas de todo o país, fortalece a transparência institucional e consolida um modelo mais democrático de governança científica. A medida reafirma o compromisso da SBI com a representatividade nacional e com a construção coletiva das estratégias que orientam a infectologia brasileira. Comitês Científicos: o núcleo técnico da SBI Os Comitês Científicos constituem o principal braço técnico da Sociedade. São responsáveis por: Ao todo, 22 comitês estruturam as diferentes áreas da especialidade, contemplando temas prioritários e desafios contemporâneos da infectologia. Um processo eleitoral inédito A eleição foi realizada de forma eletrônica entre os dias 23 e 27 de fevereiro de 2026, garantindo segurança, rastreabilidade e ampla participação dos associados adimplentes em todo o território nacional. Uma vez eleitos, os membros dos comitês científicos elegerão seus próprios presidentes, reforçando ainda mais o processo democrático. A iniciativa representa um avanço institucional relevante, ao ampliar a legitimidade das lideranças científicas, estimular o engajamento dos associados, promover renovação e diversidade regional e reforçar a cultura de transparência na gestão. Com isso, a SBI inaugura um novo ciclo, no qual as decisões técnicas passam a refletir de maneira ainda mais direta a vontade da comunidade de infectologistas. Fortalecimento da infectologia brasileira Ao tornar o processo eleitoral parte da escolha de seus Comitês Científicos, a Sociedade Brasileira de Infectologia reafirma seu papel como entidade científica moderna, participativa e alinhada às melhores práticas de governança. “A maior vocação da Sociedade Brasileira de Infectologia é a ciência. Com o intuito de trazer mais transparência, diversidade regional e respeito ao mérito reconhecido pelos pares, a diretoria da SBI decidiu inovar na constituição dos novos membros de seus comitês científicos, que são o coração técnico e científico da nossa instituição. s eleitos terão a autonomia de escolher sua própria liderança, fortalecendo nossa missão de transformar evidências em orientações práticas que impactem a saúde da população. Congratulamos a todos que alcançaram este objetivo e contribuem para uma sociedade cientificamente melhor”, ressalta Ricardo Sobhie Diaz, presidente da SBI. Mais do que uma mudança administrativa, trata-se de um movimento estratégico que fortalece a produção técnica nacional, amplia a legitimidade das recomendações científicas e consolida a SBI como referência na condução da infectologia no Brasil. A nova composição dos comitês assume agora o desafio de contribuir ativamente para as diretrizes, debates e respostas aos principais temas da saúde pública brasileira nos próximos dois anos. Conheça os Comitês Científicos eleitos para o biênio 2026–2027 Abaixo, apresentamos os comitês e seus respectivos membros eleitos: Arboviroses Cuidados Paliativos Hanseníase Hepatites Virais HIV/AIDS Imunizações Infecções Comunitárias (inclui Cardiovasculares) Infecções em Transplantados e Imunodeprimidos Infecções Osteoarticulares IRAS, Qualidade/Segurança e Resistência Antimicrobiana Infecções Respiratórias Virais IST (Exceto HIV/AIDS) Infectologia Materno Infantil Infectopediatria Medicina de Viagem Medicina Tropical Micologia Neuroinfecções Tuberculose e Outras Micobacterioses Saúde Única – Para conhecer a metodologia de seleção dos membros dos Comitês Científicos, clique aqui.
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Em entrevista ao jornal O Globo, o infectologista Leonardo Weissmann (SP) apontou dois aspectos bem importantes do vírus Nipah: não temos tratamento até o momento e 75% é o risco de letalidade. Outro aspecto abordado é que quando o indivíduo é infectado, o Nipah se manifesta de diferentes formas, indo desde doenças respiratórias até encefalites (inflamação no cérebro) fatais, o que o torna preocupante e é prioritário, inclusive para a Organização Mundial da Saúde (OMS). https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/01/30/75percent-de-letalidade-sem-tratamentos-por-que-o-virus-nipah-assusta-a-comunidade-cientifica.ghtml
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Hoje, de acordo com especialistas, o risco de uma pandemia do vírus Nipah é bem baixo, tanto para se expandir para outras regiões indianas ou mesmo outros países. Diferente do SARS-CoV-2 (causador da Covid-19), que se propaga com facilidade por meio de partículas suspensas no ar, o vírus Nipah depende de contato íntimo e prolongado, relacionado aos fluidos corporais e frutas contaminadas por um morcego regional dos locais onde há casos. Nessa reportagem da Veja Saúde, com a colaboração do infectologista Benedito Fonseca (SP), várias dúvidas puderam ser esclarecidas. https://saude.abril.com.br/medicina/quais-sao-as-diferencas-entre-o-virus-nipah-e-a-covid-veja-nova-nota-da-oms-sobre-surto-na-india
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Um surto do vírus Nipah na Índia e outros países asiáticos preocupa autoridades sanitárias. Mesmo com número restrito, até o momento, muitas pessoas estão em quarentena e um monitoramento da saúde pública já é realidade nesse início de 2026. Em entrevista para a Agência Brasil, o infectologista Benedito Fonseca (SP) não vê possibilidades de uma pandemia como a de covid-19, mas o acompanhamento dos casos e o controle do vírus está em execução. https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-01/autoridades-da-india-monitoram-reaparecimento-do-virus-nipah
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Reportagem da Folha de S.Paulo com a infectologista Rosana Richtmann analisa o impacto da redução de várias vacinas para crianças nos Estados Unidos. Diversos imunizantes, incluindo hepatite A e rotavírus entre outros, foram retirados do calendário, mas sem um embasamento técnico-científico, o que preocupa bastante os profissionais de saúde, já que muitas pessoas devem ficar desprotegidas e vários casos de doenças preveníveis reaparecem. https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2026/01/como-a-reducao-na-recomendacao-de-vacinas-para-criancas-nos-eua-impacta-o-brasil.shtml
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O uso de antibióticos, infecção hospitalar e a necessidade de mais critérios para prescrição adequada de medicamentos expõem um grande problema de saúde pública no Brasil e no mundo: a resistência antimicrobiana. Nessa entrevista especial para o jornal O Globo, a infectologista Ana Cristina Gales (SP) analisa vários aspectos dessa questão e aponta alternativas viáveis para isso. https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/01/11/bacterias-resistentes-sao-um-importante-problema-de-saude-publica-no-brasil-diz-infectologista.ghtml
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Epilepsia, déficit de atenção social, alterações oftalmológicas e calcificações cerebrais. Essas sequelas em pacientes com microcefalia relacionada ao vírus zika estão num novo estudo robusto conduzido por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e já publicado. Em reportagem da Folha de S.Paulo, com a participação do infectologista Kléber Luz (RN), analisa essas informações e aponta sobre a importância desses dados. https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2026/01/maioria-das-criancas-com-microcefalia-por-zika-tem-epilepsia-diz-estudo.shtml
