Em mais uma live da Veja Saúde, em parceria com a Sociedade Brasileira de Infectologia, o novo coronavírus esteve em questão, dessa vez abordando doenças do coração relacionadas com a pandemia. O infectologista Demetrius Montenegro, de Recife, esclareceu as dúvidas, juntamente com o cardiologista Marcelo Queiroga.
Notícias
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Em artigo especial no UOL, a infectologista Nancy Bellei, consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia, discute as principais destaques apontados na Conferência Anual da Sociedade Europeia de Virologia Clínica, incluindo as vias de contaminação, uso de máscaras e polêmicas a respeito do novo coronavírus.
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Publicação apresenta uma ampla atualização de aspectos clínicos e terapêuticos das leishmanioses nas Américas
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Numa reportagem especial do UOL, uma série de hábitos rotineiros nossos e que podem contribuem para a contenção da COVID-19 foram detalhados com a colaboração da infectologista Raquel Stucchi, consultora da SBI.
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Em tempo de pandemia do novo coronavírus, as pessoas também se preveniram contra o H1N1. Por conta da etiqueta social, uso de máscara e álcool em gel, o Brasil teve redução significativa na notificação de casos de H1N1 em 2020 de acordo com o Ministério da Saúde. Em matéria veiculada no Bom dia Brasil, da Rede Globo, a infectologista Lessandra Michelin, diretora da SBI, comenta essa questão.
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O Infectologista Antonio Bandeira, diretor da Sociedade Brasileira de Infectologia, concedeu uma entrevista especial para a Globonews e analisou os critérios que devem ser adotados para o retorno racional das aulas e quais medidas devem ser adotadas. A questão da alimentação, do risco de aglomerações e a necessidade de envolver todas as pessoas para uma maior conscientização foram questões discutidas pelo médico.
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Por conta da dificuldade da realização e testes em bebês e crianças de até 3 anos, caso seja aprovada uma nova vacina para COVID-19, muito provavelmente não terá indicação para esse perfil de público. Em entrevista ao portal R7, o infectopediatra Marcelo Otsuka, da Sociedade Brasileira de Infectologia explicou os motivos.
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Novamente circulam informações falsas a respeito da pandemia. No Brasil e na Europa, notícias falando sobre grupos de médicos contra medidas preventivas, problemas com uso de máscaras e até questionamento de testagens foram pauta averiguada pela Agência Lupa. Nessa reportagem, o infectologista Estêvão Urbano, diretor da SBI, foi um dos consultores
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O número elevado de turistas que frequenta as praias nas últimas semanas repercutiu também no aumento de casos registrados de COVID-19. Com excesso de aglomeração, menor uso de máscara e sem distanciamento social, o impacto da pandemia se refletiu e foi reportagem do G1 com entrevista de Leonardo Weissmann, consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia.
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Para este ano de pandemia, tema escolhido pela OMS é a segurança do trabalhador da saúde como prioridade para a segurança do paciente Neste ano, marcado pela pandemia de COVID-19, ficou ainda mais evidente a importância de todos os profissionais de saúde para o bem-estar da sociedade, e de como as condições de segurança física e mental destes profissionais são fundamentais para o sucesso dos tratamentos. Ciente disso, a Organização Mundial da Saúde (OMS), elegeu esta categoria como tema central do “Dia Mundial da Segurança do Paciente”, comemorado em 17 de setembro. Para esta data, a OMS está conclamando todos os seus estados-membros a aderirem à campanha “Segurança do trabalhador da Saúde: uma prioridade para a segurança do paciente”. Segundo reforça a instituição global, “a segurança do trabalhador da saúde está diretamente associada à segurança do paciente”. A Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) apoia esta campanha e assina, em conjunto com outras dezenas de sociedades técnico-científicas, redes de profissionais de saúde, conselhos profissionais, conselhos de secretarias de saúde, entre outros, declaração conjunta da Sociedade Brasileira para Qualidade do Cuidado e Segurança do Paciente (Sobrasp) em prol dos profissionais da área. Durante a pandemia de SARS-CoV-2, foi evidente o desgaste dos profissionais de saúde, tanto na atenção primária quanto na hospitalar. Foram registrados números altos de mortes, a maioria evitáveis se houvesse o simples fornecimento de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), de treinamentos e ambientes de cuidado, além de processos de trabalho adequados ao tratamento de pacientes de doenças infectocontagiosas. A declaração conjunta da Sobrasp enumera estes fatores, mas não deixa de lado a importância da solidariedade e do companheirismo, da proteção contra esgotamento físico e mental, o manejo da ansiedade e da depressão e o fortalecimento da resiliência. Gestores, lideranças e governos devem dar suporte às medidas listadas abaixo para promover a segurança dos trabalhadores da saúde, não apenas em meio à pandemia. Sobrecarga de trabalho, violência e estresse são desafios já enfrentados há tempos. Conciliar programas de segurança do trabalhador da saúde com os programas de segurança do paciente; implementar Programa Nacional de Saúde Ocupacional para os trabalhadores da saúde; proteger os trabalhadores da saúde da violência e da discriminação; melhorar o seu bem-estar mental e segurança psicológica; proteger os trabalhadores da saúde de riscos físicos e biológicos iminentes nos ambientes de trabalho. Essas medidas são elencadas pela OMS e ganham ainda mais eco no “Dia Mundial da Segurança do Paciente 2020 – Segurança do trabalhador da Saúde: uma prioridade para a segurança do paciente”.
