Ministério da Saúde divulga alerta para extensão do uso até julho de 2021
Notícias
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A população idosa é bastante afetada pela COVID-19 e mais do que o contágio pelo novo coronavírus são os que mais sofrem também, os que têm significativas sequelas e o perfil etário que mais vai a óbito. Mesmo no início da campanha nacional de vacinação, esse alerta é importante e nessa reportagem do jornal Hoje em Dia, os médicos Estêvão Urbano e Carlos Starling, ambos da SBI, comentaram sobre a situação em Minas Gerais, os maiores riscos dos idosos e expuseram uma tendência da realidade do Brasil.
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Quando falamos em COVID-19 no Brasil, ainda é muito frequente abordar o tratamento precoce dos pacientes com medicamentos sem qualquer comprovação científica para tal uso. Nessa reportagem do Jornal Nacional, o presidente da SBI, Clovis Arns da Cunha, participa e faz importantes questionamentos sobre os riscos do uso desses medicamentos no País.
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A doença de Haff, conhecida como a “doença da urina preta”, aumentou 206% na Bahia no último mês. Os dados são da Secretaria de Saúde do estado e, de acordo com o infectologista Antonio Bandeira, diretor da SBI, isso é relacionado ao consumo mais frequente de um tipo peixe no verão. Em reportagem do G1, esse fenômeno é explicado e expõe uma doença que demanda muita pesquisa ainda.
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Num podcast do G1/Bem estar, o médico Marcelo Otsuka pode esclarecer uma série de questões sobre a volta das aulas, que está ocorrendo em quase todo o Brasil nessas semanas. Junto da expectativa dos alunos, que ficaram um ano sem aulas presenciais, também existe a preocupação dos pais e o comprometimento da saúde mental, outro aspecto bem frequente nesse período de quarentena estendida.
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As aulas presenciais vão recomeçar no País. E com a pandemia o retorno dos alunos às escolas se tornou um desafio importante. Além dos protocolos necessários, uma ampla conscientização que envolve pais e alunos também se tornou indispensável. Nessa reportagem do jornal O Globo, o médico Marcelo Otsuka, da SBI, aborda o que deve ser prioridade para a retomada com segurança.
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Em todo o país, há desabastecimento de poliquimioterapia, esquema terapêutico utilizado nos últimos trinta anos
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A Food and Drug Administration (FDA) acabou de aprovar o primeiro medicamento injetável para HIV. Denominado Cabenuva, é aplicado uma vez ao mês e é composto de cabotegravir e a rilpivirina e tem como objetivo substituir as terapias diárias. Nessa reportagem da Veja Saúde, o infectologista José Valdez Madruga, aponta avanços e desafios da nova droga.
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O desenvolvimento de novas terapias contra COVID-19 assim como o uso de uso de medicamentos sem eficácia comprovada e o próprio negacionismo científico foram pauta desse podcast da CNN Brasil. Nesse episódio, o infectologista Alberto Chebabo, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia comentou sobre os aspectos dos novos tratamentos, dos avanços atuais e outras questões da pandemia.
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Em dose única, vacina teve 98% de produção de anticorpos e proteção contra hospitalizações e mortes
