No Brasil e no mundo, mesmo com o aumento da vacinação contra a COVID-19, existe um temor na atualidade denominado variante delta. A alta transmissibilidade é o desafio para os especialistas e com o relaxamento das medidas preventivas, o combate fica mais difícil, sobretudo na fase com a nova variante. Há motivos para continuarmos a nos proteger ou a delta veio para sustentar a pandemia por mais tempo? Nessa entrevista para o podcast da CNN Brasil, o infectologista Marcelo Simão (MG) aborda essa situação e pontua uma série de aspectos importantes nesse momento da pandemia no Brasil.
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A onda de fake news já rende consequências em pleno processo de vacinação, ou seja, há recusa significativa de pessoas que não querem tomar a segunda dose. Além de menos protegidas, podem se contaminar mais facilmente e não cumprem o que os especialistas recomendam. Nessa reportagem do Correio Braziliense, o infectologista Julival Ribeiro (DF) aponta a motivação e os riscos desse fato.
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O anúncio do retorno de eventos e atividades que geram aglomerações no Estado de São Paulo tem chamado a atenção dos especialistas por conta da possibilidade de aumento de casos com o relaxamento das restrições. Isso faz parte da estratégia do governador João Dória a partir da segunda quinzena de agosto, mas com a manutenção do uso de máscaras e de uso de álcool em gel, por exemplo. Reportagem do Yahoo com participação do infectologista Renato Grinbaum (SP) alerta para o risco da variante delta e de aumento de casos e internações com essa flexibilização.
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No dia mundial das hepatites virais, a Sociedade Brasileira de Infectologia tem como foco abordar essas doenças que atingem mais de 300 milhões de pessoas anualmente e lança vídeos para esclarecimento de dúvidas Segundo a Organização Panamericana de Saúde (OPAS), o número de casos e mortes relacionadas às hepatites virais vem crescendo nas Américas. Os dados estão em novo relatório que apontam dez mil novas infecções por hepatite B e 23 mil mortes a cada ano. No caso da hepatite C, são 67 mil novas infecções e 84 mil mortes pela doença anualmente. Além dos números alarmantes, o foram baixo índice de diagnósticos também é uma preocupação: apena 18% das pessoas convivendo com a hepatite B foram diagnosticadas e dessas apenas 3% estão recebendo tratamento; na hepatite C foram apenas 22% dos diagnósticos de doentes crônicos e 18% que estão sob tratamento. Por conta desses números, a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) vem chamar atenção no Julho Amarelo para a importância do diagnóstico precoce e tratamento das hepatites virais no País. Hoje, as hepatites virais são responsáveis por milhares de mortes todos os anos e muitas poderiam ser evitadas (com vacinação) ou tratadas com alto potencial de cura. “É fundamental que todos nós, especialistas, tenhamos uma atenção maior para as hepatites virais e sobretudo que façamos um rastreamento, pois é uma questão de saúde muito séria”, diz Clovis Arns da Cunha, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia. Diagnóstico Além do alerta para todas as hepatites virais, o Brasil também tem um acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) para eliminação da hepatite C, fazendo com que haja um empenho por meio de tratamentos efetivos a todos os pacientes com essa doença. “Tivemos grandes avanços com as hepatites e precisamos diagnosticar mais para evitarmos complicações, além da vacinação como é o caso da hepatite A e B. É um trabalho conjunto e esse alerta é indispensável mesmo em tempos de pandemia, pois as hepatites continuam a nos preocupar”, diz Marcelo Simão, coordenador do Comitê de Hepatites Virais da Sociedade Brasileira de Infectologia. Para marcar a data, especialistas da SBI gravaram vídeos com informações sobre cada uma das hepatites virais, falando sobre sintomas, diagnóstico e tratamentos. Assista os links abaixo e fique bem informado!
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Reportagem especial da Veja Saúde contou com o infectologista Carlos Starling (MG) para abordar dez práticas essenciais para combater a pandemia. Além das medidas preventivas indicadas desde o início da pandemia como uso de máscaras, evitar aglomerações, uso de medicamentos sem comprovação científicas são algumas orientações em relação ao enfrentamento da COVID-19. Essas e outras dicas detalhadas estão nessa matéria baseada em quase dois anos de pandemia.
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Um número significativo de pessoas já tomou, sem qualquer respaldo científico, três doses de vacina contra COVID-19 no Brasil. Isso burla regras claras adotadas para todas as pessoas que podem se vacinar no país. O infectologista José David Urbaez (DF) adverte por conta de um absurdo social frisando que muitas pessoas nem se imunizaram e outras fazem práticas que podem ser punidas legalmente. Reportagem foi publicada pela Agência Brasil.
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A baixa adesão das pessoas que podem se vacinar contra a COVID-19 é motivada pelas informações falsas veiculadas por diversos meios. Em entrevista à rádio CNN Brasil, o infectologista Marcelo Daher (GO) apontou esse fato como preocupante para as pessoas não se vacinarem, sobretudo num período de pandemia quando a imunização do maior número de pessoas é uma das medidas de saúde pública mais recomendadas em todo o mundo.
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De tempos em tempos os números de mortos pela COVID-19 ainda são expressivos. Mesmo com o início da vacinação contra a COVID-19, ainda temos casos diagnosticados, alta circulação viral e relaxamento de medidas protetivas. O início lento da imunização pelo país e o negacionismo da pandemia são alguns motivos que levam a termos hoje mais de 550 mil casos, de acordo com o consórcio de veículos de comunicação. Nessa reportagem do jornal Extra, a infectologista Tânia Vergara (RJ) analisa essa situação ainda preocupante até mesmo porque ainda não estamos num momento de controle da pandemia, por enquanto.
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A chegada da vacinação em quase todo o mundo trouxe um certo ‘alívio’ para as pessoas poderem voltar a fazer as atividades diárias como antes da pandemia. Porém, essa comemoração imunológica tem limitações e a adaptação desse novo coronavírus aos mais diversificados ambientes assim como o surgimento de variantes com alta transmissibilidade fizeram com que devemos ter muita cautela antes de afrouxar as medidas protetivas totalmente. Nessa reportagem da IstoÉ, o infectologista Renato Grinbaum (SP) aponta desafios e sugere dicas daqui a diante com o cenário de convivência com uma outra realidade.
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Um outro desafio, bem importante e de saúde pública, é o atual abastecimento de antibióticos, em especial os indicados para bactérias multirresistentes. A falta de antibióticos específicos é preocupantes, inclusive para pacientes pós-covid, já que necessitam de um tratamento emergencial e a falta disso tem acarretado um problema bem grande em hospitais brasileiros. Desde maio a SBI enviou documentos para o governo federal alertando sobre essa questão, o que foi abordado nessa reportagem do Jornal Hoje, da Rede Globo.
