Mais de 2500 profissionais de saúde puderam participar do Infecto 2021, um dos mais importantes eventos da especialidade em todo o mundo Durante o XXII Congresso Brasileiro de Infectologia, o Infecto 2021, realizado pela segunda vez na cidade de Goiânia (GO), de 14 a 17/12/2021, ocorreu uma ampla atualização em doenças infecciosas com a participação de especialistas brasileiros e estrangeiros. Neste ano, a grade científica contou com uma programação abrangente e elaborada para atender todas as áreas e subespecialidades da Infectologia. Nos quatro dias do evento, realizado de forma híbrida (presencial e virtualmente), médicos puderam debater sobre os mais diferentes assuntos, incluindo atualização em COVID-19, vacinação, resistência antimicrobiana e outras centenas de palestras, mesas redondas e demais atividades que ocorreram nesse período. “Foi um evento desafiador. Atingimos nossos objetivos e o Infecto 2021 foi um sucesso”, disse Christiane Kobal, presidente do evento. Por conta da pandemia, o Infecto 2021 teve sua data alterada, mas mesmo assim a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) manteve o evento na sua programação bienal. “A pandemia nos exige muito e nós, infectologistas, estamos na linha de frente. Nosso papel é determinante para o enfrentamento da COVID-19. Mesmo nesse cenário, conseguimos realizar o evento de forma exemplar com a colaboração e união de todos em prol da medicina no nosso país”, comentou Clovis Arns da Cunha, presidente da SBI. Diversas premiações ocorreram, incluindo as tradicionais da SBI e como novidade tivemos os médicos com destaque regional por conta da pandemia de COVID-19. Dessa forma, a SBI reconheceu especialistas de todas as regiões brasileiras e assim foram contemplados infectologistas que desenvolvem trabalhos notáveis. “Isso mostrou que a SBI tem uma abrangência nacional, não só na realização de eventos, mas de reforçar a excelência da nossa especialidade e a real importância para a saúde pública, principalmente nesse período pandêmico”, concluiu Alberto Chebabo, presidente eleito da SBI. Próximo congresso Outra novidade é que a cidade de Salvador (BA) foi a escolhida para a realização do XXIII Congresso da Sociedade Brasileira de Infectologia, em 2023, mostrando assim a alternância regional desse grande evento, hoje um marco na medicina e na Infectologia brasileira e consolidado há décadas pelo sólido trabalho realizado pela nossa SBI.
Notícias
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A vacinação em crianças para a Covid-19 se tornou um dos temas mais discutidos nos últimos dias, desde que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso da vacina da Pfizer em crianças de 5 a 11 anos no País. Neste reportagem do canal Viver Bem do UOL, a doutora Rosana Richtmann, coordenadora do Comitê de Imunização da SBI, comenta o tema e lembra da importância da vacinação para essa faixa etária no País.
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A infectologista Tânia Chaves, membro da SBI, dá luz a uma das discussões desse fim de ano entre os brasileiros. Afinal, é seguro encontrar parentes e amigos com a nova variante Ômicron presente no País? E as festas, como devemos proceder nesses casos? Leia mais na reportagem do Portal UOL sobre esse importante tema em mais uma discussão sobre as medidas preventivas na Pandemia da Covid-19.
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Essa reportagem de O Globo discutiu o surto de influenza no Rio de Janeiro e a prioridade em relação à vacinação: melhor vacinar quem não se vacinou? E a dose de reforço? O infectologista pediátrico Márcio Nehab, membro da SBI, discutiu o assunto, reforçando a importância de se priorizar o grupo dos não vacinados. Leia mais sobre o tema.
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Com a descoberta da nova variante do Sars-CoV-2, muitas perguntas surgem para especialistas e também para a população em geral. O que se sabe e o que representa isso no meio dessa pandemia? Ainda é tudo novo, mas de acordo com Raquel Stucchi (SP), a necessidade de proteção com as vacinas disponíveis é fundamental para mantermos anticorpos no nosso organismo, incluindo as novas variantes.
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Com as festas de fim de ano, possibilidade de viagens, encontros e festas de amigos e familiares, resta uma discussão muito importante junto dos especialistas: a flexibilização das medidas protetivas. Polêmicas e sem um amplo consenso, ainda são colocadas em questão, sobretudo agora com o surgimento da variante ômicron. Num debate na CNN Brasil, o infectologista Alberto Chebabo (RJ) faz ponderações e analisa a situação atual do Brasil com a pandemia.
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Com a chegada do Natal e do ano novo, as reuniões familiares se tornam rotina e a possibilidade de aglomeração e menos cautela em relação ao uso de máscaras, distanciamento social e aplicação de álcool gel podem ser minimizadas, o que se torna um risco a todos. Reportagem do jornal Agora São Paulo ouviu o infectologista Wladimir Queiroz (SP), que deu importantes dicas para quem for fazer confraternização nesse período.
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Um grande debate no Brasil ainda recai sobre a liberação do uso de máscaras em espaços abertos e arejados. A medida parece simples, mas o risco de contaminação é significativo mesmo nessas situações, pois a partir da proximidade entre as pessoas a necessidade do uso é indispensável. O assunto é polêmico e nessa reportagem do UOL, a infectologista Raquel Stucchi (SP) avalia a medida e o que isso pode acarretar para a saúde pública.
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O estado de São Paulo está na iminência de flexibilizar o uso de máscaras em ambientes abertos. A vacinação estadual bem-sucedida, mesmo ainda em plena execução, é um dos motivos desse relaxamento junto com menor número de óbitos e de casos diagnosticados. Contudo, essa medida não tem consenso entre os especialistas. Em reportagem da Folha de S.Paulo, o infectologista Leonardo Weissmann (SP) aborda os riscos dessa liberação antecipada.
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A dose de reforço da vacina contra a COVID-19, mesmo considerada bem importante no quadro epidemiológico da pandemia ainda passa por alguns questionamentos, sobretudo por conta do prazo e até mesmo da disponibilidade das doses e de qual fabricante. Em entrevista ao Jornal nacional, o infectologista Sergio Cimerman (SP) avalia a relevância dessa dose para o melhor controle da pandemia.
