Depois de um ano e dois meses da pandemia do novo coronavírus, uma questão tem preocupado bastante os infectologistas, pessoas vivendo com HIV (PVHIV) e que fazem o tratamento indicado para controle o estado da sua saúde. Hoje muitos pacientes com HIV já tiveram COVID-19 e o risco de gravidade dessa doença é maior, inclusive com hospitalização. A interrupção do tratamento e o possível contágio pelo novo coronavírus preocupa os especialistas. Nessa reportagem do UOL, Miralba Freire (BA) e José Valdez Madruga (SP), fazem um importante alerta para esse público e dão orientações para quem tem HIV.
Notícias
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Em entrevista para a Rede Globo, o infectologista Wladimir Queiroz (SP) diz que o convívio familiar e o fato das pessoas frequentarem o mesmo ambiente demandam cuidados bem importantes, ou seja, devem obedecer as medidas preventivas e o cuidado externo deve ser redobrado, pois caso haja contaminação de uma pessoa todos podem ter o devido contágio.
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Com a liberação de cultos religiosos na pandemia e que já não é desautorizada pelo Supremo Tribunal Federal, a questão não é só de âmbito judicial ou de religiões, mas essa prática é um grande risco para contaminação de pessoas. Num podcast especial para a CNN Brasil, a infectologista Sylvia Lemos (PE) explicou detalhadamente como ambientes de culto, contatos compartilhados de superfícies e objetos e até mesmo o cantar e as aglomerações representam um problema importante para o controle da pandemia, caos sejam realizados cultos, missas ou demais manifestações religiosas em grupo nesse período.
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Dois medicamentos bem importantes acabaram de ser incorporados pelo Ministério da Saúde para meningite criptocócica e neurocriptococose
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Em entrevista ao Bom dia São Paulo, da TV Globo, o infectologista Leonardo Weissmann esclareceu dúvidas a respeito do risco de contaminação em diversos ambientes de casas e condomínios. Elevadores, piscinas, áreas comuns e o compartilhamento de objetos, por exemplo, são locais que devemos ter cuidados e muitas pessoas se infectam quando não adotam restrições e medidas preventivas.
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O infectologista Julival Ribeiro analisou a grave situação das UTIs por conta da pandemia do novo coronavírus. Com essa segunda onda e a chegada das novas cepas geraram um problema de saúde pública bem difícil e que até o momento não foi devidamente contornado. A falta de leitos, medicamentos, insumos etc. expõem o Brasil a uma realidade ainda preocupante.
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Até o inverno de 2022 devemos conviver com a pandemia e todas as consequências que isso trouxe para a saúde pública. Mesmo a adoção de medidas não farmacológicas como o lockdown e até mesmo a vacinação em massa ainda podem levar um tempo para reduzir a circulação do novo coronavírus. O infectologista Alexandre Schwarzbold (RS) concedeu uma entrevista ao UOL e analisou bastante a situação atual e apontou perspectivas para um controle.
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Uma das questões que está em debate no legislativo e junto dos empresários é a possibilidade de aquisição de vacinas para COVID-19 no Brasil. Como a demanda para a área pública ainda é elevada e a vacinação ainda está lenta, a discussão sobre a liberação de compra de vacinas contra COVID-19 por empresas está em pauta, mas muitos aspectos precisam ser analisados. Matéria do Jornal Nacional com a participação do infectologista Sergio Cimerman (SP) aponta vários pontos que devem ser estudados.
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Reportagem da BBC Brasil, que entrevistou o infectologista Wladimir Queiroz (SP) apontou que a contaminação do novo coronavírus tem ocorrido com mais frequência em ambientes familiares. É cada vez mais comum a contaminação de pai, mãe e filhos por conta de muitas pessoas serem assintomáticas e ainda o relaxamento de medidas de higiene dentro dos domicílios. Hoje, a pandemia rompeu barreiras e está cada vez mais próxima das pessoas e das famílias e preocupa especialistas.
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Tão importante quanto a recuperação da COVID-19 são os cuidados e o manejo das potenciais sequelas dessa doença. Um número muito grande de pacientes em todo o mundo têm apresentado diversos problemas de saúde decorrentes da doença, incluindo dificuldades respiratórias, dor muscular, distúrbios neurológicos e muito mais. Nesse podcast do Jornal da Record, o infectologista Marcelo Daher (GO) explica esses efeitos frequentes e o que pode ser feito nesses pacientes sequelados.
