Os problemas relacionados à falta de vacinas no Brasil e o ritmo lento de imunização têm levado muitas pessoas a optarem por viajarem ao exterior para tomarem a vacina contra a COVID-19. Além de promoções de agência de turismo, muitas pessoas estão com receio de se contaminarem e sem saber quando vão receber as doses dos imunizantes disponíveis. Em entrevista ao jornal O tempo, a infectologista Sylvia Lemos (PE) comentou essa situação envolvendo vacina contra COVID-19.
Notícias
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Numa entrevista ao programa É de Casa, o infectologista Alexandre Naime (SP) esclareceu muitas dúvidas sobre a limpeza adequada de ambientes em tempos de pandemia. Muitas pessoas ainda têm dúvidas de como proceder, que tipo de produto usar, de que forma manipular e se tomando essas medidas podemos ter efetividade quanto á proteção contra o novo coronavírus.
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Mesmo com o quadro epidemiológico se alterando em relação à diminuição de mortes por COVID-19, a situação ainda preocupa os médicos. A variável mortes ou número de leitos de UTI não podem ser considerados os únicos parâmetros, mas sim uma série de outros fatores que correlacionados podem interferir no controle, incluindo as medidas preventivas, vacinação entre outras. O infectologista analisou isso em reportagem no jornal Extra.
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A infectologista Eliana Bicudo (DF) concedeu uma entrevista especial para a Rádio Nacional para esclarecer as principais dúvidas sobre resultados de exames relacionados à COVID-19. Imunogenicidade, soroprevalência entre outros aspectos foram debatidos com o objetivo de conscientizar as pessoas sobre muitas questões que envolvem a pandemia do novo coronavírus.
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Um grande debate no Brasil e na Europa, principalmente, tem colocado a trombose como possível efeito relacionado à vacina Oxford/AstraZeneca. A discussão tem chamado a atenção de especialistas e muitas pessoas têm restrição por tomar essa vacina, que está aprovada e disponível no Brasil. O médico Marcelo Otsuka (SP) abordou esse tema para a CNN Brasil e afirma, inclusive, que quadro grave pode provocar mais trombose do que vacinas.
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Na cidade do Rio de Janeiro, apenas uma em cada 500 pessoas que tomou a vacina contra a COVID-19 teve reação adversa. Além disso, os sintomas foram todos brandos e sem complicações notificadas. O infectologista Alberto Chebabo (RJ), em entrevista para a CNN Brasil, aponta que os benefícios dessa vacinação superam os riscos e os efeitos mais graves são realmente raros.
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No estado de São Paulo, as novas medidas de flexibilização vem junto com uma preocupação dos especialistas, ou seja, a possibilidade da população relaxar muito e ter, inclusive, um aumento no número de casos de COVID-19. Em reportagem ao UOL, os infectologistas Alexandre Naime (SP) e Raquel Stucchi (SP) fazem esse alerta, já que o momento epidemiológico da pandemia ainda depende de manutenção das medidas e bastante colaboração das pessoas.
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A proximidade de comemorações e festas no Brasil sempre se reflete em aglomerações. Familiares ou de amigos e corporativas, todas significam riscos de contaminação para todas as pessoas. Como ainda não temos população devidamente imunizada e o dia das mães é uma data bem importante, o infectologista Valdez Madruga (SP) contraindicou nesse momento a realização disso a não ser as que moram e estão juntas nessa quarentena. Reportagem do jornal Agora deu dicas importantes, reforçando as todas as medidas preventivas.
